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Na leitura interessará certamente mais do que um item, muitos, mas a relevância que foi dada foi à velocidade e não, por exemplo, à compreensão da mensagem que se leu, parece-me... simplista. Ora eu noto que é mesmo aí que está o cerne do problema de algum insucesso dos alunos, digo algum porque a maior parte, continuo a pensar, é da juventude / imaturidade e falta de dedicação à causa. E eu nem me posso queixar ainda que gostasse de ver mais e melhor, sempre. Continuarei a bater-me por isso tal como continuarei a beber água ou a manifestar a minha indignação para com os nossos reles eleitos.
E por aqui faço a ligação a uma (das muitas que tenho na cabeça) pergunta e à punchline. Se essas metas forem mesmo reais, que acontece a um aluno que apenas conseguir ler 124 palavras por minuto mas que tiver um elevado desempenho em matemática? (não que a música, as ciências, as artes, o desporto ou outro qualquer saber sejam de somenos). E a punchline: se as metas forem avante eu acho que o ministro das finanças será obrigado a voltar ao 1.º ciclo porque na certa, ele não consegue dizer 125 palavras por minuto, mas por nada deste mundo.
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