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domingo, fevereiro 9

Da ridicularidade das coisas


 Clicar na imagem fá-la engradecer. À imagem, não nós ou a Terra.

É sempre bom ter os pés assentes na Terra, diz-se e repete-se. Mas quando isso está para além da nossa, por vezes, infinita incapacidade nada como a simplicidade das coisas. Assim, não é de subestimar a utilidade que uma imagem como esta pode ter quando o Homem se julga maior do que o chão que pisa. É ali que sempre esteve, está e há-de estar até deixarmos de o ser. Que estaria eu a fazer neste preciso momento?

quarta-feira, maio 1

Nanofilme :)



A IBM, empresa que revolucionou as casas por todo o mundo ao permitir que nelas pudesse existir um computador pessoal, desenvolveu uma série de técnicas laboratoriais, só acessíveis a laboratórios bem apetrechados ou a empresas monstruosas como esta, e criou o primeiro filme atómico ou, nas minhas palavras, nanofilme. Um filme não acessível ao olho humano desnudado :) chama-se a boy and his atom. E penso... que portas estará esta gente a abrir aqui? Irá dar-se uma revolução como foi a do laptop? Only time will tell.

quarta-feira, junho 20

Digam "banana!"


Contaram-me certa vez que um professor de medicina legal dizia, e espero que ainda diga, que o modo mais santo de morrer é... sim da maneira como estão pensar :) Pois bem hoje dei com esta foto e pensei: olha, estas malucas puseram os actos nas palavras alheias - duas tartarugas apanhadas em cópula pré-histórica. Uma espécie de imagem para adultos de tempos imemoriais. Se falecer, tem que se, então assim não era das piores na certa. Não devia a foto ter uma bolinha vermelha no canto?

segunda-feira, julho 25

segunda-feira, setembro 27

De ficar de olhos em bico...

Vejam e pasmem, casa do inspector "gadget"

domingo, junho 21

Curiosidades


Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor Português, pintava portas ,paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar Panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora.
Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeupenhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se, principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profunda privação passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... - Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos6 portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém Papai Procópio partira para Província.
Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: - Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? - Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitistes, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão. Perfeito: Pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaus, piabas, piaparas, pirarucus. Partiram pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo pereceu pintando...

quarta-feira, maio 20

Boa lembrança



Foi notícia, na passada semana, que um grupo de cientistas portugueses conseguiu obter provas de que o território português poderia ser alargado. Não, não conseguimos surripiar finalmente Olivença aos nuestros hermanos, numas coisas enteados para outras. O grupo de cientistas, ao fim de quatro anos e depois de conseguir o concurso de um robot submersível capaz de mergulhar a grandes profundidades semelhante ao que anos atrás me deleitou com as primeiras imagens, em certa de oitenta anos, do Titanic, colocou mãos à obra e, segundo as normas da ONU, verificou que o território Português Continental, ao nível subaquático, é maior. O aumento é tal que ficaram envergonhadas as melhores previsões do grupo que pensava conseguir aumentar a nossa plataforma continental mas poucos apostariam nos 2 milhões de metros quadrados, aproximadamente 23 vezes o território continental.
Por que é que este dado digno de menção? Desde os tempos das descobertas que Portugal não estendia o seu território, ou seja, há cerca de 500 anos! Apesar de algum cepticismo, este tipo de demandas poderão ser úteis no futuro, tal como as avenidas do Marquês do Pombal que à época pareciam obras pífias mas que hoje em dia… Basta relembrar que existe hoje uma disputa grande entre países do Norte da Europa para determinar quem é o proprietário legítimo do fundo do mar do Árctico. Como se a Terra fosse um caniche para ter dono…

segunda-feira, março 23

Condensado do bom e mau



Curiosa esta iniciativa. Um bom teste quando o tempo precisa de um empurrão para passar.
Clique para aumentar.

domingo, outubro 12

Uma nova viagem



Depois de o Google ter disponibilizado o curioso e útil, em certos casos, google earth, é a vez de podermos aceder, em viagem virtual mas muito educativa e curiosa, ao interior do nosso corpo humano. No site visual body, é possível ter uma perspectiva muito interessante sobre "o como", "o porquê", "o onde" das mil e uma características e funções do nosso corpo. Vale bem uma espreitadela.

quinta-feira, agosto 7

The "shrinking world"



A Teoria dos Seis Graus de Separação ou distância surgiu, pela primeira vez, em finais dos anos vinte, do século passado. A Teoria estatística proposta pelo Hungaro Karinthy exponenciava uma cultura desenvolvida antes da primeira grande guerra (o continente Europeu esteve em guerra durante 1500 anos e a esta chamam-lhe a primeira... coisas de marketing) onde brotavam teorias que permitissem optimizar a organização, em grande desenvolvimento, das cidades e das suas circunstâncias.
Com o advento e massificação das viagens aéreas ou, posteriormente, dos dispositivos electrónicos e derivados informáticos, a sociedade, dita ocidental, mergulhou num vórtice de informação (posse, controlo, troca, venda, etc) que subsiste até hoje. Isso criou uma rede de contactos que é dificil de classificar, que se renova, em cada individuo, com a consciencialização do mesmo pela mesma. Este tipo de interacções cedo depertou a curiosidade de estatísticos, sociólogos e de um psicologista em particular, Stanley Milgram. De um trabalho em grupo, na década de cinquenta, deste com Kola e Kochen resultou um trabalho que aferia de modo preciso o modo com se articulam as redes sociais e qual a sua implicação, numa leitura mais matemática, no futuro dessas mesmas relações (onde se inclui o conceito de grau de relacionamento).
Pela mão da Microsoft foi feito, durante Junho de 2006, um estudo, tendo por base o Messenger. Os dois investigadores responsáveis concluiram que o Planeta, à excepção do continente da Antártida por razões compreensíveis, está mais interligado do que seria de esperar. Concluíram que o número médio de intermediários necessários a interligar dois desconhecidos entre si é de 6,6 pessoas. Sendo um número médio, existem casos mais incríveis do que outros. Factos do estudo: amostra de 255 mil milhões de mensagens enviadas durante 30 mil milhões de conversas mantidas por 240 milhões de pessoas, apenas em Junho de 2006.
O estudo comprova ou confirma a teoria de Milgram que afirma que eu estou apenas a seis pessoas de distância de... quem eu quiser.

terça-feira, agosto 5

O que vai, às vezes, volta.



Estávamos em 1994 e na Bósnia Herzegovina vivia-se um dia-a-dia mergulhado numa Guerra Civil, com raízes muito profundas no tempo e ainda algo distantes do acordo de Dayton que traria paz aquela latitude. Um jovem casal, Milos e Spomenka Jolic depararam-se com o sumisso, sem aviso ou queixume, do seu carro, um Volkswagen Golf, segunda geração. Passados catorze anos, este casal residente numa zona a Este na Bósnia, refeitos certamente da perda e mergulhados no esquecimento, foram surpreendidos quando um polícia bateu à porta e lhes disse que o seu Golf tinha sido recuperado numa operação Stop de rotina. O carro estava em perfeitas condições, estimado isto depois de ter passado de mãos uma série de vezes. Uma história que me faz lembrar o duende da Amélie…

domingo, julho 27

Extremo, seguro.



Ontem fui fazer um curso de condução defensiva. Uma iniciativa promovida pela Renault, em parceria com a empresa ECP – Escola de formação da condução e prevenção rodoviária, com o patrocínio da Michelin, entre outros. Foi uma iniciativa muito interessante e proveitosa. Eu já tinha tido a vontade de entrar numa iniciativa destas e gostei bastante. Houve quatro percursos com quatro carros diferentes nos quais foram testados os sistemas mais comuns, como o ABS, ou os mais inovadores como o ASR ou o ESP. Tudo sempre após uma aula teórica. Escusado será dizer que, mesmo após 11 anos de carta de condução ele há coisas que ainda não tinham sido experimentadas até ontem. E foram bem praticadas. O que mais me surpreendeu foi o ASR ou controlo de tracção. Entrei numa curva apertadíssima a 60 km/h, o que escudado será dizer ia muito acima do normal, e o Laguna não se moveu um cabelo da trajectória. No meu bote aquilo teria sido derrapagem tão certa como a morte.
Uma ideia que trouxe: por muitos que sejam os sistemas de segurança, activa ou passiva, a ideia é continuar a utilizar o Código de Estrada como até aqui e não pensar na bolha de segurança que os mesmos nos dão e esticar, a coberto deles, um pouco mais a corda, isto é, o carro. A curva a 40km/h deve continuar a ser feita do mesmo modo, apesar dos ABS’s, ASR’s ou demais S‘s. Aconselho e todos. Também acredito ser de todo útil que as marcas oferecessem este tipo de cursos a quem comprasse um novo veículo.

domingo, abril 20

Warning: scientific content



A palavra ciência acarreta não apenas as típicas artes ou disciplinas a que associamos este conceito. Cabem muitas outras já que, numa leitura muita própria, ciência é a capacidade de produzir conhecimento numa matriz fidedigna e, no caso das disciplinas naturais, de modo a ir de encontro com o Mundo que nos rodeia.
É nesta base que trago um site muito interessante. Nele é possível obter variada informação de diferentes quadrantes científicos, e pelo que tenho consultado, sempre numa base de palestras. A mais valia centra-se nos palestrantes e no tema das palestras as quais são acessíveis de acompanhar sempre e quando o inglês não esteja num estado calamitoso. De muitas áreas sem ser a própria a sugestão fica aos que, querendo, tenham curiosidade de espreitar.
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Perpétuo Link . TED

terça-feira, dezembro 18

Lembrança



Fez ontem 103 anos que os irmãos Wright realizaram um sonho ancestral do Homem - voar. Munidos com um essemble de contraplacados, um motor modificado na sua loja de bicicletas (Wright Cycle Company), muitas horas de trabalho e após anos de tentativa, conseguiram percorrer trinta e seis metros e meio durante doze segundos na vizinhança das Kitty Hawks. Na tentativa seguinte o feito foi ainda melhor. Ficava feita história no dia dezassete de Dezembro de 1904, sendo o culminar de anos de trabalho por uma vontade maior. O primerio passo estava dado com o primeiro voo de um aparelho mecânico controlado mais pesado do que o ar. A aviação ganhou impulso para uma centena de anos verdadeiramente decisivos para a humanidade em todos os níveis, determinando apenas cinquenta anos depois, a firme determinação de chegar à Lua! E não é que chegámos!?
Fica a lembrança e uma das fotos que fez história.

quarta-feira, setembro 19

Em modo mais ligeiro


Nos últimos tempos não tenho, por motivos profissionais, sido tão assíduo como gostaria para com o blogue bem como para todos os que dispensam 2/3 minutos do seu dia para por aqui passar. Não posso prometer mudar nos tempos mais breves mas posso prometer que quando aqui vier serei "implacável e suficiente" :) Para me redimir deixo aqui uma curiosidade histórica ligeira.

Andamos nós a estudar tanto para, certo dia, vir a descobrir que tudo ou quase tudo foi decidido já há muito tempo e de um modo nada científico. A bitola dos caminhos-de-ferro (distância entre os 2 trilhos) dos EUA é de 4 pés e 8,5 polegadas mas... porquê este valor? (duvido que alguma vez se terão questionado sobre isto).
Porque era esta a bitola dos caminhos-de-ferro ingleses e como os caminhos-de-ferro americanos foram construídos pelos ingleses, esta foi a medida usada. E porque é que os ingleses usavam esta medida? (já se estarão a aperceber de que volta levará a história) Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças antes dos caminhos-de-ferro e utilizaram as mesmas bitolas das carroças.
E porque era usada a medida (4 pés e 8,5 polegadas) para as carroças? Porque a distância entre as rodas das carroças deveria caber nas estradas antigas da Europa que tinham esta medida.
E por que tinham as estradas esta medida? Porque estas estradas foram abertas pelo antigo império romano aquando das suas conquistas, e estas medidas eram baseadas nos carros romanos puxados por 2 cavalos.
E porque é que as medidas dos carros romanos foram definidas assim? Porque foram feitas para acomodar 2 traseiros de cavalo!

E Finalmente... O vaivém espacial americano (sim o vaivém... já vão ver porquê), o Space Shuttle, utiliza 2 tanques de combustível (SRB - Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol no Utah. Os engenheiros que projectaram estes tanques queriam fazê-lo mais largos, porém tinham a limitação dos túneis ferroviários por onde eles seriam transportados, que tinham as suas medidas baseadas na bitolada linha, que estava limitada ao tamanho das carroças inglesas que tinham a largura das estradas europeias da época do império Romano, que tinham a largura do "rearend" de 2 cavalos.

Conclusão: O exemplo mais avançado da engenharia mundial em design e tecnologia é baseado no tamanho do "fundo das costas" dos cavalos romanos. Interessante não é?