mais para uns do que para os outros.
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domingo, julho 6
quarta-feira, janeiro 15
"Recalibração" à hora da refeição
Hoje que é como dizer... ontem, chegou a notícia
da "vingança do chinesinho" ou o que é o mesmo que dizer que o mais
pequeno se tornou maior. Não pequeno em depreciação mas porque em Portugal a
maior parte dos empresários são-no, de facto, de mini ou micro empresas. Aos
factos. Uns certos comensais entraram num estabelecimento na mealhada para
degustar o famoso leitãozinho que tanta gente já fez divergir da A1 ou estadas
das redondezas. O empresário com faro para o negócio mas também para distinguir
sabujos à distância apercebeu-se que os clientes provinham do congresso do
partido do táxi.
Incomodado pelo modo como a dita camarilha
governa, a bem dizer desgoverna, o país procedeu à chamada taxa "zé
povinho" ou "toma que já almoçaste!". Uma espécie de mimética à
ideia da taxa robin que em devido
momento a história europeia viu a luz do dia tão rápido como ela se fundiu.
Em
França o Presidente da dita República, anteriormente conhecido como socialista
recentemente confirmado na primeira pessoa como acelerado socialista -
vá-se lá saber o que isso significa - pretende levar com tal ideia avante. O
passar incessante do tempo dirá se a ideia passa a facto da vida, a verdadeira
letra de lei. Certo é que a maleita das terras gaulesas parece ser a mesma que
por cá - o remédio será o mesmo. Não deixo de pensar... um socialista acelerado
será um social-democrata aquele que hoje é um neo-liberal ou simplesmente
liberal? Bem... onde ia?
Então o empresário incomodado pela referida presença
e com os festivaleiros já no seu poiso e com uns quantos nacos de leitão a meio
caminho do estômago lembrou-se da referida taxa, da dita vingança, da imemorial
justiça popular. Ou o que é o mesmo que dizer que o dito empresário munido da
cartilha propalada pelos partidos da governação arreganhou a “ livre iniciativa”,
as “leis do mercado”, a relação existente entre a oferta e a procura, o
empreendedorismo e reformulou-se nos ditos comensais.
Reformulou-se ou recalibrou
a contribuição normal pelo porquinho para uma contribuição extraordinária aos
ditos convivas – carregou a conta.
Sinceramente só encontro apreço pela sua iniciativa.
Como já disse vezes sem conta, se fossemos mais exigentes com esta gente talvez
tudo não estivesse assim. É pena não se poderem identificar mais facilmente. O
Tarantino nos “bastardos” deu uma ideia…
Domínio Actualidade, Assim sim, Pedrada no charco, Portugal
segunda-feira, dezembro 2
A Júlia é que sabe bem! :)
Não quero saber da semana que vem. Não quero saber de como estaremos em finais de Maio. Quero é saber da atitude, da garra, do colectivo, da entrega. Depois o que tiver que vir, virá.
A nossa força é bruuuuuuuuutal! Spoooorting!
Domínio Actualidade, Assim sim, Desporto, Prazeres, Video
quarta-feira, junho 12
Ex-ministro "toureado" em directo - deste lado só orgulho no Paulo
O ex-ministro da educação, engenheiro Couto dos Santos, surge neste debate da sic notícias a ser toureado pela força da razão, da informação fundamentada, da ética e da moral numa tempestade social, política e educativa que já existe há tempo demais. Pobre imagem de um ex-governante às mãos de um enorme, e sim vou chamá-lo, colega que sempre representa esta classe profissional ao mais alto nível.
Um sentido obrigado ao Paulo (Guinote). Aos sindicatos uma frase: ponham ali os olhos, os ouvidos, ponham tudo ou desviem-se. Ao ex-ministro e ao encarregado de o enviar para aquele sacrifício uma ideia: senti vergonha alheia pelo triste espectáculo a que se deu. Era esperado mais de um ex-governante ainda para mais do ministério em causa. Confirma a suspeita que ou é ignorante ou no dito ministério só não manda o ministro. Esta é, e só acreditará quem dizer obviamente, uma disputa que não teria razão de o ser se as pessoas parassem e se informassem sobre o que está a acontecer, como disse, há demasiado tempo.
Aos meios informativos uma chamada de atenção: a tarefa noticiosa não se resume ou cinge à passagem de informação desinformada. Interessa não manipular a(s) realidade(s) mas sim recolher todos os dados para de um modo isento, a mesma se faça chegar à sociedade mostrando o que realmente está em causa. Assim quem quiser e se orgulhar de ter sobre os ombros um melão pensante, poderá tirar as suas conclusões e assumir uma posição convicta, leal e informada. Isso é aquilo que não acontece e seria bom pensarem na razão porque a sua existência está posta em causa (menos jornais vendidos, decréscimo no visionamento dos principais canais) para que um dia não se vejam confrontados (ainda que isso já seja uma realidade) com o que aconteceu no canal noticioso público grego.
As bases de uma sociedade são não só mas também uma comunicação social livre e isenta e uma sistema educativo sólido e pacificado.
quinta-feira, novembro 8
Reconhecimento, justo
...de todas as notícias que a tdt me rouba diariamente mas que o rádio ou a internet me oferecem, guardei duas para aqui que acho que são dignas deste reconhecimento, se é que o reconhecimento neste singelo espaço pode concorrer a qualquer linha digna de uma espécie de cv electrónico.
Foi apresentado o filme relativo à vida de Aristides de Sousa Mendes onde se dá o devido destaque parece a um Português meio esquecido na poeira de uma história, ainda a esfriar, tal a distância que lhe damos. Estudamos as histórias antigas, medievais e as mais recentes de outros países mas a nossa mais recente, de há cem anos a esta parte, parece de certo modo tabu - guerra colonial, o estado novo e a sua posição na segunda guerra mundial por exemplo. Fica a ideia que estamos a deixar morrer as memórias para que se possam escrever, sem contradições das memórias que as viveram, as memórias de um tempo que não foi agradável e nos deixa, provavelmente, tantos motivos de orgulho como as gestas de Vasco da Gama ou Cabral. Preferimos pois actos de conquista e de heroísmo desmedido, algumas vezes inflacionados como para mim é a história sobre a espada de Dom Afonso Henriques.. treze quilos para um homem que, segundo os canônes da época seria de mediana estatuta, mas que hoje só não passaria desconhecido pelos seus trajares, modos e tamanho...e brutidade que era normal à data.
Aristides de Sousa Mendes, cuja história e fibra moral conheço de há uma dezenas de anos para cá, deveria ser uma personalidade amplamente reconhecida e os seus actos deveriam ser, sem dúvida alguma, mais merecedores de uma fundação do que os de Mário Soares e outros que tais. No entanto, como país onde, grosso modo, apenas os malandros sobem na hierarquia social, o papel e a importância destas personalidades desbota como a tinta de um quadro que, ainda que valioso, não se presta ou lhe prestam os devidos cuidados. É pena. Talvez este filme desperte qualquer coisa sobre este assunto e até ao modo como encaramos a nossa própria história, a mais recente, porque a outra já nos enche que chegue o peito.
A segunda prende-se com os Skunk Anansie que vêm a Portugal dar um par de concertos. Numas palavras a vocalista disse que vinham cá porque a malta também precisa de animação e mesmo sabendo que existem bandas a cancelar a passagem por cá, ela afirmou que têm que vir dar uma força ao burgo. Não sei se isto é marketing mas e ainda que seja, não deixou de dizer algumas verdades. Vai daí, deixem-nos tocar. Ponham é os bilhetes maneiros...
Domínio Actualidade, Assim sim, Musica, Video
segunda-feira, junho 11
Open your eyes, please
Este fim-de-semana que passou participei numa actividade nova. E digo nova na perspectiva de que ela englobou uma série de factores que havia já vivenciado mas em separado (o voluntariado, o trabalho com pessoas com dificuldades cognitivas). Participei numa actividade designada de Opening Eyes no âmbito do Special Olimpics Portugal. O Opening Eyes, para além deste interessante jogo de palavras, consistiu numa actividade de voluntariado onde o foco principal era o rastreio visual de crianças / adolescentes / adultos com, chamemos-lhe, falhas cognitivas mais ou menos profundas. O desafio era de encher o peito uma vez que não sabia bem o que ia encontrar estando apenas consciente que a improvisação, a dedicação e o empenho eram fundamentais.
Não fui como técnico (um abraço ao porreiro do David, hei-de ir beber uma a Alcochete, fica prometido), não fui como optometrista ainda que tenha vindo de lá com mais luzes do que aquelas que tinha, fui sim como voluntário género "canivete suíço". Ajudei os optometristas amigos meus de universidade e outros que, estando lá na minha época, não tive a sorte ou o privilégio conhecer. Técnicos muito competentes, dedicados, preocupados, com sentido de missão e que trabalharam como devia ser sempre, em equipa, partilhando ideias, dúvidas, casos curiosos e também momentos de pura galhofa :) Não era por nada que me dava mais com esta malta do que até com parte de pessoas do meu curso.
Ao ter sido aquela "mosquinha" que estava presente nos gabinetes pude ver que existem realmente muitos caminhos para Roma e que muitas vezes ele até pode estar feito mas se o "cliente" que levamos não quiser ir por ali, é preciso inventar caminho havendo na realidade infinitos caminhos para chegar ao fim pretendido. E também que por vezes as dificuldades, por mais que se tente, não permitem chegar ou perfazer todo o protocolo estabelecido. Isso já o havia vivido como professor as vezes suficientes para o ter percebido. E ir um atrás e não fazer vir atrás de nós. Assim pude também perceber que o protocolo de trabalho, na minha modesta perspectiva, deve ser adaptado a pessoas com estas dificuldades seja por diferentes estímulos, ambiente do gabinete, materiais dedicados e ao próprio protocolo de análises uma vez que ali o tempo parece-me ser ainda um dos factores mais importante, sendo que este já o é nos casos normais. Certo tenho que este tipo de actividades deveria ser obrigatório pela saúde, neste caso, visual das pessoas.
Espero ter sido útil ao ponto que seria necessário.
Depois deu para ver que todo o apoio que as associações puderem usufruir será sempre bem-vindo e bem empregue. Não existem almoços grátis mas ali dá-se mais do que isso, dá-se tempo algo que hoje é uma "moeda" algo cara. O trabalho com pessoas com problemas cognitivos exige uma capacidade mental forte e se bem que de início se estranha e depois se entranha, como tudo, é preciso ter força mental e até física para poder lidar com elas. É necessário a sociedade civil estar atenta e predisposta a participar.
Vinha na viagem de volta a lutar contra o sono e ao fazê-lo pensava que não por imposição mas por motivação deveriam, por exemplo, os jovens serem aliciados com uma menor taxa nas propinas ao participarem voluntariamente nestas associações criando assim uma espécie de estado de normalidade na consciência cívica das pessoas em ajudar e não que isso fosse um caso pontual ou que jamais acontecesse.
E depois porque nem só de trabalho se faz o homem, dar uma nota para o final das noites que, ainda que o corpo moesse, houve sempre energia para uma amena cavaqueira e umas risadas porreiras. Conheci um pessoal porreiro e para eles(as) um abraço.
Para final só um alerta. Opening Eyes foi uma actividade, como muitas outras, que vivem no mais perfeito, ou quase, anonimato e isso é um permanente tiro no pé. É preciso dar nota de que estas actividades existem porque elas realmente oferecem mais-valias concretas à sociedade. Estas actividades têm que sair à rua e dar nota de que existem e o banco alimentar, noutra dinâmica é certo, é o exemplo do reconhecimento de que dar é bom, importante e deve fazer parte de nós como sociedade comprometida com ela própria.
sábado, abril 28
Decisão de imensa importância
Vi com agrado a decisão de um juiz do Tribunal de Portalegre relativa à questão que põe alguma justiça relativamente aos empréstimos decorrentes de créditos à habitação mas principalmente aos negócios usurários que os bancos promoveram durante anos na aquisição de casa. E nem por acaso, o Juiz Desembargador Rui Rangel escreveu esta semana um artigo no Correio de Manhã que vinha a propósito e no espírito desta decisão. Gostei muito de ler e creio que é o início da reposição de um balanço de forças. Não digo com isto que a decisão seja lapidar relativamente a este busílis mas acredito que dará força a que os bancos sejam colocados na linha. Não se compreende como, com um mercado de arrendamento que salta entre a mais pura vergonha, pela condição dos imóveis, ou pela incompreensão do valores pretendidos por qualquer espaço ostentando um absurdo raquitismo, as pessoas se vejam condicionadas e conduzidas para a compra de habitação levando os "vampiros" à cobrança, de pelo menos, o dobro do valor pelo que é avaliado o imóvel. Vamos ao artigo que muito bem explica o que se passa...
O apelo à compra de casa própria, com todas as
facilidades, com spreads convidativos, era tentador. Num passo de
mágica, toda a gente correu ao crédito à habitação, com a ilusão de que
tinha uma casa sua, apesar de andar uma vida inteira a amortizar os
juros do empréstimo. Os bancos estavam cheios de dinheiro e precisavam
de emprestar, porque é disto que vive o sistema financeiro. Todos
ganhavam, o Estado, com a sua estrutura financeira de excelência a
engordar, (a CGD), os restantes bancos e o sector da construção civil.
Um
perdia: o cidadão, que se deixava encantar pelo canto da sereia. À
conta desta orientação política o mercado de arrendamento parou,
congelaram-se as rendas, o património imobiliário degradou--se e
potenciou-se o imobilismo das pessoas. Com a agravante do caos que se
lançou no ordenamento urbano das cidades. E, agora, com as consequências
conhecidas da crise, os bancos vão continuar a ganhar? É neste contexto
que surgem decisões de tribunais espanhóis e portugueses que estão a
ter grande impacto no sector imobiliário e bancário em Espanha e
Portugal, que sustentam que a devolução da casa ao banco, no âmbito de
uma execução hipotecária, pode saldar o empréstimo, ainda que o valor da
venda do imóvel não ascenda ao total do valor mutuado.
São
os bancos que adquirem o imóvel na venda judicial por valores muito
abaixo do valor real e depois ainda activam a execução, para receberem o
remanescente da dívida. Se o banco avalia o imóvel por valor superior
ao do empréstimo, o risco de perda do valor do imóvel também deve ser
suportado pela entidade bancária. O prosseguimento da execução pelo
valor remanescente é moralmente censurável. Em Portugal, só nos
primeiros oito meses de 2011 foram entregues aos bancos 3900 imóveis, em
resultado de incumprimento do pagamento de créditos à habitação. Nestas
condições de crise, a entrega da casa ao banco e a sua aceitação deve
saldar o crédito decorrente da aquisição de habitação, não obstante os
pressupostos da dação em pagamento.
Estas
decisões dão um relevo importante à justiça que não pode ser cega e que
tem a obrigação ética de corrigir os factores de distorção provocados
pela crise de que os bancos são os principais responsáveis. Esta
orientação jurisprudencial está certa e vai ter um forte impacto ao
nível económico e social, expondo, com é de justiça, também, as
instituições bancárias, às desvalorizações do mercado imobiliário.
Domínio Assim sim, Pedrada no charco, Portugal
sábado, novembro 12
Novo estilo musical - Fatal! = fado + metal!
A improbabilidade por vezes torna-se bem simpática :)
Venha mais!
quarta-feira, outubro 12
domingo, setembro 25
Vale a pena ouvir isto
A nossa semana é feita de pequenos rituais que acabam por conseguir que o resto da mesma não nos leve à loucura. Assim me é, por exemplo: o Governo Sombra da TSF. Este fórum é de longe um dos melhores programas semanais, qualquer que seja o meio que se considere. Não deixo de cumprir o ritual e agora que regressaram de "vacances", vou tentar "afixar" o link para cada programa semanal. Vale muito muito muito muito a pena. O último que é o primeiro da "nova legislatura".
quarta-feira, março 23
sábado, fevereiro 12
Power to the people
Umas linhas para salientar que é possível haver mudanças sem violência (alguma houve), sem guerras só como o poder da massa humana tal como Ganhdi defendia. E assim se fez história e vida, porque a vida é repleta de mudança.
sábado, setembro 25
Senhores em boa onda, sim senhor
Este vídeo encontra-se aqui por que estes dois são uns senhores, assim deveria ser sempre o desporto, e porque esta é publicidade por uma boa causa. Quem puder que vá, eu ía :)
domingo, maio 24
Quem diz a verdade não merece senão... um abraço!
A malta estudante tem a mais verdadeira e pura sabedoria. Este pode ser o mote para este ano eleitoral!
domingo, fevereiro 22
"malária careca"
O grande contributo ao próximo vê-se em função do extremo da necessidade: Quando se tem pouco e se é generoso ou quando se tem muito e o princípio se mantém. Não sou fã mas reconheço-lhe essa qualidade.
quinta-feira, janeiro 15
segunda-feira, dezembro 29
Com o 2009 já ao virar da esquina.
.
Uma das melhores descobertas que fiz no ano que agora termina foram os vídeos de Matt Harding - um rapaz normal que um dia mandou, quase, tudo às favas e se pôs a dançar sem que a falta de jeito o impedisse, em inúmeros lugares do planeta. A proeza ganhou vida própria e patrocínios, e este jovem arrecadou, para uns quantos nos quais eu me incluo, uma das vivências mais singelas e invejadas que se conhecem. Aproximamo-nos do final de mais um ano e, sendo esta uma altura propícia a desejos desmedidos, faço votos de que este tipo de vivências invada, connosco no papel principal, mais partes do nosso quotidiano.
Sorte e saúde a todos, feliz 2009.
segunda-feira, dezembro 15
Cara a cara
.
E finalmente chegou um certo acerto de contas entre o responsável americano e um mero iraquiano. Após anos de guerra, morte, devastação, mentiras, abusos nada melhor que pegar nos sapatos e fazer pontaria ao alvo da ira sem apelo nem agravo. Aplaudo porque a crise política vive-se e vê-se reflectida em políticos medíocres como o é Bush, Berlusconi ou Socrates. Interessante ver os reflexos de Bush... talvez lhe sejam de grande utilidade no futuro que lhe auguro e que se aproxima.
Conceda-se um mimo este Natal ou então nas futuras e retumbantes campanhas que 2009 vai ver, haja democraticamente, com sapatos nos pés ou não, tenha pontaria nas mãos ou na língua, e não deixe de acertar contas com os ineptos nacionais e posso prometer-lhe algo: sentir-se-á muito melhor. E volto ao de sempre: só existirá democracia quando as populações a exigirem e quando os políticos tiverem repercussões diárias dos seus actos. Antes de finalizar um reparo em forma de pesar: tenho imenso desgosto em ver que ainda há portugueses estúpidos ao ponto de participarem em acções contaminadas com a presença do primeiro-ministro como é a encenação dos diplomas das novas oportunidades e só tenho um comentários: ridículos.
Domínio Assim sim, Pedrada no charco
segunda-feira, novembro 17
O herói do dia.
Que esta pessoa altruísta e corajosa, que visível e compreensivelmente ficou afectada pelo sucedido, não fique sujeita à sua sorte e vergada a certas situações incompreensíveis neste país, como a falta de reconhecimento da necessidade de apoio psicológico em situações extremas deste tipo. Força amigo. Deixo o link.
Domínio Actualidade, Assim sim, Excelente
segunda-feira, novembro 3
Pausa porreira
O país já está xoné por isso, também... fiquem com a ovelha xoné.
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