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segunda-feira, dezembro 2

A Júlia é que sabe bem! :)



Não quero saber da semana que vem. Não quero saber de como estaremos em finais de Maio. Quero é saber da atitude, da garra, do colectivo, da entrega. Depois o que tiver que vir, virá.

A nossa força é bruuuuuuuuutal! Spoooorting!

sábado, novembro 30

Ao frio... assobio


Poesia . 24























Viver sempre também cansa!
O sol é sempre o mesmo e o céu azul
ora é azul, nitidamente azul,
ora é cinza, negro, quase verde...
Mas nunca tem a cor inesperada.
O Mundo não se modifica.
As árvores dão flores,
folhas, frutos e pássaros
como máquinas verdes.
As paisagens também não se transformam.
Não cai neve vermelha,
não há flores que voem,
a lua não tem olhos
e ninguém vai pintar olhos à lua.
Tudo é igual, mecânico e exacto.
Ainda por cima os homens são os homens.
Soluçam, bebem, riem e digerem
sem imaginação.
E há bairros miseráveis, sempre os mesmos,
discursos de Mussolini,
guerras, orgulhos em transe,
automóveis de corrida...
E obrigam-me a viver até à Morte!
Pois não era mais humano
morrer por um bocadinho,
de vez em quando,
e recomeçar depois, achando tudo mais novo?
Ah! se eu pudesse suicidar-me por seis meses,
morrer em cima dum divã
com a cabeça sobre uma almofada,
confiante e sereno por saber
que tu velavas, meu amor do Norte.
Quando viessem perguntar por mim,
havias de dizer com teu sorriso
onde arde um coração em melodia:
"Matou-se esta manhã.
Agora não o vou ressuscitar
por uma bagatela."
E virias depois, suavemente,
velar por mim, subtil e cuidadosa,
pé ante pé, não fosses acordar
a Morte ainda menina no meu colo...
.
by José Gomes Ferreira

quinta-feira, novembro 28

segunda-feira, setembro 30

sexta-feira, fevereiro 15

\ m /



Assim como assim... perdido por um, perdido por mil... Desejo já bom fim-de-semana.

sábado, maio 5

Nós e as nossas circunstâncias




Vistos de fora sem a crise às costas, nos bolsos ou na cabeça, parece que somos "do caraças hã!" Vejam que não é tempo perdido e alimenta o ego.

segunda-feira, março 12

Takes musicados


Estava aqui a pensar não sei bem o quê durante sinceramente não sei quanto tempo.. não temam não é velhice ou aneurisma.. estava a ver os noticiários e pronto, fiquei como um peixe dourado - absorto mas longe do que via dentro daquele "aquário". E depois veio-me à cabeça, e já que gosto de filmes e música, de fazer aqui uma espécie de histórico sobre as cenas musicais mais famosas da sétima arte. Vêem algumas ao imaginário e irei colocá-las aqui mas agradeço dicas :)

#1 - o Corvo - "The crow"

Teve como único acontecimento de somenos a morte prematura e "on set" do actor do papel protagronista Brandon Lee. Música chama-se inferno. Bom nome :)




# 2 - Quanto mais idiota melhor - "Wayne´s World"



O filme é algo... palerma mas tem uma cena que nunca se esquece quando este grupo de estranhos seres "desce à terra" pela mão e voz do Freddy em Bohemian Rapsody.


# 3 - "The Matrix"



Um filme que teve o poder de fazer ver uma realidade alternativa e que me agarrou de um modo muito particular. Todo o filme e banda sonora são imperdíveis (o mesmo já não posso dizer do resto da trilogia). Da sua banda sonora range forte e alto Clubbed to Death de Rob Dougan.

# 4 - Pulp Fiction



Um filme a ver se nunca foi visto. Tem cenas marcantes a cada cinco minutos e representa a confirmação de um director que já havia brindado a "madeira santa" com duas pérolas mais underground - Reservoir dogs e Jackie Brown. De banda sonora completa, ressalta este trecho ao som de urge Overkill num original do intemporal Neil Diamonds.

domingo, setembro 25

Horizonte promissor


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E ontem sim a vontade fez-se imagem. O meu Sporting lá começa a esticar as pernas na planicie verde e tudo volta ao estado natural. Houve garra, querer, dedicação, bom futebol e uma força que me enche o peito. Assim sim e agora só resta mesmo ver este crescimento contínuo encontrar um embate de grau de dificuldade maior ou as falhas de jogadores que uma época extensa origina. Era bom que assim não fosse já que parece sina a quantidade de lesões que contagiam o plantel. Não acredito que seja na quinta-feira com a Lázio que esse teste aconteça, se bem que o jogo será interessante de modo a ver esta equipa a encontrar um futebol assente em canônes diferentes. Força rapazes.

Vale a pena ouvir isto


.

A nossa semana é feita de pequenos rituais que acabam por conseguir que o resto da mesma não nos leve à loucura. Assim me é, por exemplo: o Governo Sombra da TSF. Este fórum é de longe um dos melhores programas semanais, qualquer que seja o meio que se considere. Não deixo de cumprir o ritual e agora que regressaram de "vacances", vou tentar "afixar" o link para cada programa semanal. Vale muito muito muito muito a pena. O último que é o primeiro da "nova legislatura".

segunda-feira, setembro 12

Shameless - imperdível sem mas



A banda sonora ou a música de abertura da melhor série que me lembro de ver. É como a minha novela :) bem girinha

segunda-feira, março 8

Absolutamente a não perder



Simplemente genial. Quando for grande...

sexta-feira, fevereiro 26

Poesia . 19


Em jeito de retorno aos bons e velhos hábitos...

Durmo ou não durmo? Passam juntas em minha alma.

Durmo ou não? Passam juntas em minha alma
Coisas da alma e da vida em confusão,
Nesta mistura atribulada e calma
Em que não sei se durmo ou não.

Sou dois seres e duas consciências
Como dois homens indo braço-dado.
Sonolento revolvo omnisciências,
Turbulentamente estagnado.

Mas, lento, vago, emerjo de meu dois.
Disperto. Enfim: sou um, na realidade.
Espreguiço-me. Estou bem... Porquê depois,
De quê, esta vaga saudade?

segunda-feira, novembro 23

O verdadeiro jogo, assim dizem.



Dizem, com razão ou sem julgem por vocês próprios, que este é o jogo mais difícil do mundo! Será marketing ou pura realidade. Experimentei. Não sendo mais ou menos dado a jogos do que o comum dos mortais, não o achei fácil nem difícil, foi qualquer coisa por entre extremos. De uma coisa estou certo, acho que devem tentar. O link fica AQUI. Para uma pausa "kit-kat".

quinta-feira, abril 9

"O milagre", em descoberta.


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Nunca li Lobo Antunes. “Nunca li” será uma afirmação forçada, terei lido talvez por entre outras linhas, não terei reconhecido quiçá. Não sou particularmente dado às modas, não acredito na pirueta sucessiva de besta a bestial, nem no movimento inverso, e por idiotice intelectual (haverá outra?) motivo-me muitas vezes na régia “não sei por onde vou mas sei que não vou por aí”. No encalço de outras palavras deparei-me com o seguinte e sossegado texto de Lobo Antunes. Muito ligeiro, agradável, curioso na simplicidade, muito diferente de uma escrita algo indigesta que me haviam mencionado. Os olhos abriram-se, uma curiosidade impercebida, foi satisfeita e o bichinho criou juízo. Aqui deixo ipsis verbis o motivo desta artigo.
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Durante anos tive um sítio para escrever na Rua Afonso III, um segundo andar pequenino a cavalo no rio: um quarto, uma salita, uma cozinha dentro de um armário, o rio em frente e no outro lado do rio as chaminés na margem sul, as paredes cobertas de fotografias de jogadores de futebol e anúncios de astrólogos que amarravam e desamarravam pessoas, davam sorte aos negócios e tratavam a impotência, tudo ao mesmo tempo. Por alguns meses não foi apenas sítio de escrever, foi sítio de morar, sem livros e quase sem móveis, trastes comprados no lugar mais barato que encontrei, uma cama, uma cómoda, três cadeiras, a mesa de tampo de mármore partido em que trabalhava. A porteira chamava-se dona Generosa, o edifício era tão feio que se tornava lindo, abastecia-me num supermercadozito a cem metros. Uma ocasião estava na bicha do pagamento e a rapariga antes de mim pediu-me um autógrafo. Ao chegar a minha altura a senhora da caixa, proprietária e única empregada, que ouvira a história do autógrafo, perguntou-me
- Desculpe, o senhor é famoso em quê?
e respondi modestamente que era actor de novelas na televisão, em voz baixa, implorando segredo dado que me incomodava ser reconhecido. Pediu um autógrafo também e tornei-me instantâneamente uma celebridade no bairro. Até o barbeiro se interessou
- Há muitos maricas no teatro não há?
e tirei o braço da toalha num gesto vago que lhe confirmou as suspeitas. Notei no espelho que me observava avaliando a minha masculinidade e tocando-me o menos possível no receio que a mariquice fosse contagiosa: há os que são e não parecem de modo que convém ter cautela. Na tasca onde almoçava o dono informou-me, com abertura de espírito
- Não tenho nada contra os homossexuais, sabia?
e de um grupo de operários que ouviu esta declaração de princípios veio o acrescento tolerante
- Cada um come do que gosta
seguido de cotoveladas e risinhos. A dona Generosa, que simpatizava comigo, preocupou-se
- Dizem por aí que o senhor é esquisito, veja lá
enquanto eu metia a publicidade da minha caixa do correio nas caixas do correio dos vizinhos e a dona Generosa, cúmplice
- Expliquei logo às pessoas que por mim nunca notei nada
afastando à cautela o filho com a palma estendida, e depois disto, ao apresentar o cesto de arame na caixa, a proprietária do supermercado, numa mistura de estranheza e dó, sugeria
- Temos aí um cremezinho para a cara francês
ou
- Recebi agora um verniz de unhas transparente
surpreendida por me contentar com iogurtes e bolachas ou antes não surpreendida visto que
- A manter a linha não é?
num murmúrio tolerante. A minha reputação ia-se adensando, principiavam a aceitar-me, a advogada dois andares acima consultou-me acerca da roupa
- Fala-se que vocês têm mais gosto que os outros, o que acha deste azul?
o azul do soutien, não da blusa, o soutien reduzido e eu achei que o azul estupendo, avaliei-o entre dois dedos, isto no elevador, como o soutien cheirava bem pesquisei
- É perfumado isso?
a advogada parou os olhos em mim, admirativa primeiro, interessada a seguir
- Onde é que se compram soutiens perfumados?
repeti o gesto vago que clarificou o barbeiro
- Por aí
o soutien chegou-se mais, comigo sempre a avaliar o tecido
- Numa loja da Baixa, uma transversal que quase ninguém conhece, se me acompanhar lá em cima faço-lhe o desenho
julguei que tinha sorte, não tive sorte porque um soslaio ao relógio
- Estou atrasadíssima para um julgamento, amanhã procuro-o
mirou-me das escadas no que se me afigurou uma espécie de dúvida se calhar nascida de um deslize dos meus dedos, observei os dedos que me pareceram sossegados, tranquilizei a dona Generosa que esperava da porta
- Sou louco por azuis
a dona Generosa
- Se eu fosse sua mãe tinha pena
a dona Generosa
- Com um palminho de cara como o seu que desperdício
se calhar por culpa dos dedos a advogada não veio, tocaram à campainha mas era para conferirem o contador do gás, nenhum perfume, um sujeito gordo, nenhum soutien, um fio das grilhetas dos forçados das galés ao pescoço, com uma cruz em tamanho quase natural que lhe alcançava o umbigo, a advogada moita, morena, com franja, um anel no polegar
- Como se chama a advogada, dona Generosa?
a dona Generosa, terapêutica
- Julga que o ajudava a perder os vícios?
tornei-me melancólico
- Deus queira
e recebi na volta
- Florbela tudo pegado
e o esclarecimento indispensável visto que dentro da dona Generosa morava, insuspeitada, uma professora primária
- Não é Florbela Tudo Pegado, é Florbela com as letras juntinhas, a minha cunhada é Florbela
a cunhada que a visitava aos domingos, sem franja nem anel no polegar e de certeza que um soutien cor de carne, pus-me a pesar os elementos que tinha
- Morena advogada Florbela: serve a dona Generosa, a dissipar dúvidas
- Isso que se murmura por aí acerca de você é verdade?
soltei com melancolia
- Murmura-se tanta coisa
e já esquecera a Florbela quando no fim do mês, um domingo à tarde, a campainha de novo e não era por causa do contador, era o soutien no capacho, era a franja, era o anel
- Posso?
um soutien não azul, preto, uma saia rodada facílima de desabotoar, só com um botão atrás, eram sapatos que se descalçavam num instante, era
- O que é isto?
E o perfume no pescoço, nos braços, era um piercing no umbigo, era o
- O que é isto?
substituído por
- Aí tenho cócegas
era o
- Aí tenho cócegas
substituído por
- Afinal não tenho
substituído por
- Estou toda a tremer
era o
- Estou toda a tremer
substituído por
- Fofinho
era o
- Garantiram-me que eras esquisito
e eu
- Graças a Deus curei-me, a treze de maio vamos a Fátima agradecer
dado que um dos meus irmãos me jurou que em Fátima havia umas hospedarias de se lhe tirar o chapéu, à volta do santuário, e é normal gemer-se em consequência dos cilícios dos penitentes.
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in Visão

quarta-feira, abril 1

Gentlemen's, start your engines!



Após ter esticado as pernas pela primeira vez numa pista de Karts, deixo aqui uma verdade absoluta não à monsieur La Palice mas sim a um qualquer mecânico barrigudo, com óleo a pingar das estremidades, com manicure gótica e apêndice de madeira no canto da boca:

"Subviragem é quando bates com o carro de frente no muro... Sobreviragem é quando bates com o carro de traseira no muro... Potência/cvs é a velocidade a que bates com o carro no muro... Binário é até onde consegues levar o muro contigo."
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O último lugar no pódio soube bem, muito bem, face aos artistas presentes.

segunda-feira, dezembro 24

É dia de...


O que terá levado a que John Lennon tenha composto uma música sobre o Natal, cruzando a ela um apelo pelo fim das guerras? Guerras de armas, de palavras, de actos, de injustiças, de falta de solidariedade que se resumem muito facilmente numa palavra: parvoíce. Acredito que este dia deve servir para pensar nas coisas más para tentar provocar a mudança e por isso deixo este vídeo para ajudar a pensar. Seja tudo aquilo que gostava que fossem para si, faça aquilo que gostava que lhe fizessem e deixe-se de tretas. Bom Natal para vocês e para os que vos são mais queridos. Um abraço para a malta que anda por fora em especial para Cork.

Albanês - Gezur Krislinjden ; Alemão - Frohe Weihnachten ; Armênio - Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand ; Bretão - Nedeleg laouen ; Catalão - Bon Nadal ; Coreano - Chuk Sung Tan ; Croata - Čestit Božić ; Espanhol - Feliz Navidad ; Finlandês - Hyvää joulua ; Francês - Joyeux Noël ; Grego - Kala Christougena ; Hungaro - Kellemes Karácsonyt ; Inglês - Merry Christmas
Italiano - Buon Natale ; Japonês - Merii Kurisumasu (modificação de merry xmas) ; Mandarim - Kung His Hsin Nien ; Norueguês - God Jul ; Polaco - Wesołych Świąt Bożego Narodzenia ; Romeno - Sarbatori Fericite ; Russo - С Праздником Рождества Христова S prazdnikom Rozhdestva Khristova ; Checo - Klidné prožití Vánoc ; Sueco - God Jul ; Ucraniano - Srozhdestvom Kristovym


terça-feira, dezembro 4

O meu Sporting



Nunca devemos negar as nossas convicções e é com essa ideia que divago desta vez. O título e a imagem completam o resto. O meu Sporting anda mal. Junta boas performances europeias, que empolgam os adeptos, a vitórias morais que não nos chegam a aquecer o coração. Cá dentro com o Fátima foi difícil e aos empurrões, com o Louletano só Deus é que sabe e para o campeonato o pecúlio é mísero. Em doze jogos o saldo para o primeiro é negativo em doze pontos. Um ponto por jornada. O raciocínio agora é: “de quem é a culpa”. Pois bem a planificação das necessidades foi bem feita já as escolhas foram pouco menos que desastradas. É certo que o Sporting é um clube que prima pela diferença mas queremos, e quem lá está também quererá certamente, ser igual aos bons, isto é, ganhar! Surgem então a boa política de comprar bom e barato (coerentemente isso é uma complicação) e, vai daí, aposta-se em jogadores com cartel mas que de algum modo estão esquecidos ou então, com pela de abutre, esperasse pelo jogador bom em fim de contracto que quer mudar de ares. De mão dadas com essa política está excelente aposta na formação. Formam-se jogadores de bom nível. Jogadores com carácter e que mostram vontade por chegar à primeira equipa. E nesse princípio, o Sporting teve a sorte e o engenho de conseguir formar jogadores de grande valia, não vou estar aqui a dizer quem. Outros estão na calha. È neste difícil equilíbrio que vive o meu Sporting, sempre com a finalidade de pagar os erros anteriores e que pesam nas contas do clube. Pois bem só assim parece que não chega. O treinador é honesto, conhecedor e trabalhador, logo, não é coerente exigir mais. A equipa de administradores já mostrou ser capaz de conseguir fazer bons “castings”. O Presidente, meio agoniado ultimamente, tem feito o que prometeu (reduzir o passivo) e meter-se o mínimo possível no departamento de futebol (deu estabilidade). Assim sendo o que falha. Recorro algumas vezes a este raciocínio que a Red Bull pegou para se fazer anunciar. Se temos um barco a remos com duas filas de remadores, se uma não rema, o barco faz piões na água não saindo do sítio. Pois bem é isso que está a acontecer ao meu Sporting. A táctica é exigente daí que se peça aos jogadores perfeita forma física, mental, técnica e total disponibilidade. Se fosse uma receita seria a vontade de um bicho esfomeado, com a astúcia de gato, com a potência de uma chita e com a disponibilidade cega de um zombie. Pois bem, o que vejo é algo diferente. Acredito que há jogadores bons no plantel, há jogadores em crescimento, há jogadores a pedir mais adaptação mas também há jogadores maus. Neste momento não creio que o Sporting, na pessoa do Paulo Bento, tenha material humano para construir uma equipa competitiva já que existem alguns flops, algumas lesões e um terrível pavor ao erro. O problema de errar é quando nãos e aprende nada. O Guarda-redes errou é certo mas é novo mas tem aspecto de que sabe o que está ali a fazer, entende-se com os defesas e tem imensa margem de progressão, por isso, deixe-se ficar. O Baía quando começou também era um ingénuo, vi-o chorar por levar cinco batatas mas lá se fez um bom guarda-redes e chegou onde chegou. O que não aceito é que um menino que ainda há um ano assinou contracto, venha agora dizer que quer ficar mas as pessoas também têm que querer – mais dinheiro. Pois bem o problema é simples – até 2013 tens contrato e por isso enquanto alguém não bater o cacau (30 milhões que o menino assinou de livre e espontânea vontade) o teu sito é em Alcochete. Que tenha juízo, o Pai que lhe ensine algo que deve saber, e que se dedique a jogar bola pois é isso que o fará sair para outros lugares. Como prova de boa fé, sentem o rabinho da peste no banco. Por último. Às compras sim mas com juízo, já que perdido por perdido não se perde também o dinheiro. Comprar mais valias sim para orientar a equipa para o que ainda se pode almejar e alicerçá-la segundo o lema do clube.

PS: Na formação de carácter e espírito é que há algo a melhorar...

quarta-feira, novembro 28

Para rir . 2

Segunda entrega do blogue em versão mais light. "Professores, Mestre e afins" - e ainda dizem que só se aceitam emigrantes não qualificados.