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domingo, fevereiro 9
Esqueceram-se de calafetar o ninho
E depois não houve jogo. O que sobra? Uma palete de galhofas à custa dos anfitriões. Eu deixo a minha. Hoje em vez de voar a águia, voou o estádio!
Uma nota para terça-feira: se aquela espécie de barraca não estiver em condições subam quinhentos metros que são capazes de encontrar um grande estádio.
PS: só me irrita que o pavão grisalho agora saiba o que o Leonardo lhe tinha preparado...
Domínio Actualidade, Curtas, Desporto
segunda-feira, dezembro 2
A Júlia é que sabe bem! :)
Não quero saber da semana que vem. Não quero saber de como estaremos em finais de Maio. Quero é saber da atitude, da garra, do colectivo, da entrega. Depois o que tiver que vir, virá.
A nossa força é bruuuuuuuuutal! Spoooorting!
Domínio Actualidade, Assim sim, Desporto, Prazeres, Video
segunda-feira, fevereiro 18
O preço da excelência
Os dois (únicos) medalhados lusos das últimas olimpíadas
foram, segundo eles, surpreendidos quando a verba a que teriam direito pela sua
prestação em Londres afinal era metade do que estavam à espera. Assim estava
combinado diz o secretário de estado e se depreende dos regulamentos, assim não
estava combinado e se depreende o contrário dizem os atletas. Em quem
acreditar? Obviamente nos atletas porque palavra de político é tão imprestável
como um punhado de areia no Sahara.
Sinceramente pouco me importa quem tem razão. Já, por outro
lado, dou grande relevância ao feito destes dois rapazes, independentemente da
razia de resultados em Londres 2012, e acho deveras rasteiro e mesquinho que
estes tenham que confirmar na comunicação social esta situação. Ao secretário
de estado, por sinal de apelido Mestre (em quê? …), o que lhe falta em honradez
e discernimento, sobra-lhe em estupidez. Para um desporto com repercussão
apenas no norte do país, e mais concretamente no rio lima, todos os apoios são
bem-vindos e necessários. O que sentirá um atleta que dá o litro, mostra a tão
propalada excelência na sua modalidade e como recompensa, dividem-lhe o prémio
monetário. Nem tudo foi mau, não vieram apenas com a palmadinha nas costas da
ordem, excentricamente trouxeram cada um com a sua medalha e tiveram boleia
para “cima” e para “baixo”. Ainda se queixam…
Que o Emanuel Silva e o Fernando Pimenta façam o que outros
têm feito, emigrem e ganhem prémios e medalhas por outros hinos, outras
bandeiras porque parece que este país, não é para velhos, novos, estudantes,
formados… E que se sintam felizes porque eles podem dividir apenas entre si os
22 mil euros. Já pensaram se fosse a equipa de futebol olímpica!? São 23 e se
ganhassem uma medalha o prémio não lhes dava sequer para uma bimbi (não que
sejam baratas mas falamos de atletas de alta competição.)
Domínio Desporto, Estado xoné
quarta-feira, julho 4
"Há-dem vir charters"
Hoje passei o dia no meio de papéis, montanhas deles e no meio de uma profunda inércia daquele tipo de pessoas que aparenta ser humana mas que eu começo a desconfiar do oposto... E uma pessoa numa situação dessas confia, por aperto de mão com o inconsciente, que o rolar normal do mundo não se irá atrapalhar connosco a olhar para o lado.
Mas se já quando olhamos a coisa não se sustem... sou meio naif, mas por amor de algum tipo de "divindade divina", que raio é isto? Afinal o Futre foi zandinga mas enganou-se num milhar de quilómetros. Mas ele sabia... ele sabia que "há-dem vir charters" mas era de indianos. Para onde raios vais tu, oh meu Sporting. Para o ano vai ser um eskimó... "há-dem" vir pinguins, icebergs deles. E não, não serei daqueles a voltar com o verbo atrás se isto for um grande furo. Façam lá uma parceria e vejam os miúdos, tragam os mais novos e que tenham pinta. Agora contratar um indiano para jogar na equipa "B" e ainda por cima com 27 anos... Espero que saiba jogar bola mas também não estou muito preocupado com ele e vou ser mauzinho, desculpem-me os progenitores que a vossa educação foi melhor dada: este se não souber dar na bola, sempre pode vender uma "pitas" ou umas rosas nas docas lisboetas - "Qu'é Frô!?"
Domínio Desporto, É a loucura, Nas bancas
sexta-feira, junho 22
Visionários, as always :)
.
Os Monty Python serão sempre os pais, as mães, os avós... da comédia moderna. E parece que tiveram, um certo dia, a visão de um jogo de filosofias entre... a Grécia e a Alemanha :)
Só visto. Espero que a Grécia ganhe hoje, tal como neste...confronto maiêutico.
segunda-feira, junho 18
...em crescendo
...muito bem, atingimos o objectivo inicial: quartos-de-final. Sensações até agora? Bem estava com muito poucas perspectivas, sou português de gema e só via o copo meio vazio, explico-me: Alemanha - uma selecção com bons jogadores que cumprem o desígnio germânico de fazer bem, de modo limpo e eficaz; Dinamarca: sinceramente não os via com peso futebolístico mas sim como uma selecção vontadeira onde dez trabalhadores servem um jogador acima da média, até em altura. Medo deles? Não mas ganharam o nosso grupo e isso punha as ideias em reboliço? Poderíamos com eles? Sim mas dependia da nossa entrega; Por fim a Holanda... vice-campeã do mundo, das selecções com melhor score na fase de grupos, com um futebol muito atractivo e mecânico.
E nós? Bem... a normal dificuldade de marcar golos, uma selecção dada a humores vários e a um estranho empenho. Eles dizem que se empenham e eu, pelo menos, acho que podiam mais. Esperava que passassem? Sinceramente tudo era possível mas achava pouco provável. O jogo com a Alemanha mudou as minhas sensações ainda que tenha visto apenas um jogo de grande entrega, alguma falta de sorte e uma pitada a mais de respeito pelos panzers. Contra a Dinamarca jogamos bem e era desnecessário sofrer como sofremos. E hoje? Bem... bom jogo de bola onde vieram ao cimo as virtudes das duas selecções e os empenos só da Holanda. A Holanda joga à bola como nós só que o fazem de um modo pouco matreiro, muito mole apesar daquela besta do De Jong. São muito macios e o seleccionador holandês por quem nutro simpatia, foi holandês de gema e atirou a laranja à máquina Tuga quando se decidiu pelo 3-4-3. Chamamos-lhes um..a laranja mais doce. Podíamos ter trucidado a malta das tulipas mas até nisso somos boa gente ou pouco determinados.
Bom mesmo é que a selecção tem estado sempre em crescendo nas exibições e isso é positivo. Outra coisa positiva é que tem tido o moral para virar os resultados, agora isso não pode entrar na rotina. Malta, é melhor marcar primeiro do que ter que dar a volta, sou sportinguista sei do que falo...
O futuro traz a Rep. Checa. Sinceramente creio, pelo que vi, que temos selecção para indicar o caminho para casa das gentes de Kafka mas... haja humildade, dedicação, sacrifício e a sorte dos audazes. E a gente cá do burgo não pede mais a estes rapazes. Força juventude!
quinta-feira, abril 26
Amargo sabor de boca
O meu Sporting acabou de ser eliminado das "meias" da liga Europa. Antes de tudo quero desejar os meus piores desejos ao platini. Pronto arrumado o ponto prévio, vamos ao que estas "meias" me trouxeram.
Jogámos dois jogos nos quais a equipa não deixou o clube ruborizado. Jogámos como uma grande equipa contra outra grande equipa. Creio aliás que seria justíssimo que tivesse sido este próprio jogo, o da final. A equipa do Athletic é um um conjunto de jogadores muito empenhados, que não viram a cara à luta e cujo timoneiro é do melhor que existe na escola sul-americana.
Do primeiro há a dizer que fomos na bagagem com 2-1 o que foi manifestamente pouco para o futebol praticado quer por eles, fraco, quer por nós, muito bem.
Deste jogo sobressaem algumas coisas: faltou izmailov e isso é muito nesta equipa, faltou uma atitude mais rija, mais determinada e, aproveitando boleia do castelhano, faltou um "par de cojones". Tinha que ter havido mais tensão, mais atitude ainda que com isto não queira dizer que jogámos mal. Fizeram um bom jogo mas faltou intensidade na posse e na pressão quando a bola estava do lado de lá. Podia ter caído para qualquer um dos lados ainda que o segundo golo obtido antes do intervalo foi do pior que podia ter acontecido. Íamos por cima, fomos com uma sensação estranha e o Athletic acabou por não ir para a cabine na mó debaixo que deveria.
Para finalizar, e deixo isto para o fim, o golo obtido mesmo no final do jogo...não foi merecido e o árbitro fez jus ao máximo dirigente da UEFA, isto é, foi filho da puta e explico. Por ser inglês só faz dele uma pessoa que conduz do lado errado da estrada, fala uma língua que supostamente inventaram mas que ninguém parece utilizar, cujo prato é da mais bela "brrr cousine". De positivo o bom gosto na escolha do Algarve e no futebol que existe naquela ilha e lá o futebol não é rugby, ainda que tenha muito apreço pelo desporto. Hoje o boi de negro que pastou no magnífico San Mámes, de apito em vez de anilha na boca, deixo os jogadores do Athletic fazer um jogo que teve tanto de viril como a roçar o estilo agressivo e isso não é futebol. Tenho por certo que aquele jogo em Portugal teria dado alguma expulsão do lado basco, tenho-o por certo. Também por aqui se vê a força do futebol luso.
Resumindo, podia ter pendido para qualquer um dos lados e acredito piamente que: se o Athletic jogar do mesmo modo, irá haver expulsões; estas eram as duas equipas mereciam fazer a final em Bucareste e daqui os meus sinceros desejos para que o Athletic vença a prova porque, tirando o "pau" que deram hoje, representam como povo valores que eu muito prezo. E em euskara... aupa Athletic!
domingo, dezembro 4
O melhor número 8 da história
Não me posso queixar mas a vida vai fazendo questão de me lembrar que os seus dias pululam num num equilíbrio entre a alegria e a tristeza. Hoje acordei com a notícia de que morreu Sócrates. Sócrates, o nome, apresentou-se-me na figura de um jogador de futebol esguio, barbudo, raçudo, de passada larga e que, mesmo habitando em posição o meio-campo do lado direito, tinha um hábito terrível de fazer o gosto ao pé. Só o via quando a selecção brasileira jogava, uma selecção que até metia medo tal o modo como o bola se divertia com eles. Foi a primeira equipa de futebol que vi transpôr para o relvado, no meu entender, o ideal de desporto dos famosos Harlem Globetrotters - pure joy. Pena tive uma vez que o seu ponto alto, o Mundial em Espanha em '82, me apanha ainda muito novinho e quando tomei noção do que via estes entraram na normal fase de reconstrução das selecções mas as imagens e videos nunca se me varreram do imaginário. Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira, Doutor Sócrates, Doutor ou simplesmente Sócrates encarnou provavelmente o protótipo inicial de jogador de futebol que foi o meu ídolo - que o seu nome fora do vulgar não me deixou escapar - médio box to box com capacidade quer para defender quer para dar cabo do jogo com a sua capacidade técnica. Guardo-o como um jogador modelo.
Não sabia mas a sua posição relativa aos direitos dos homens, a par de quebrar com o estigma de que os futebolistas também poderiam ser inclusive médicos (algo que não era novidade cá no burgo com as fantásticas equipas da académica recheadas de doutores), foi uma luta em que se imiscuiu do mesmo modo como lutava cada bola e isso foi uma novidade que me agradou sobremaneira. Para finalizar não sabia mas descobri: nasceu no mesmo dia que eu. Um senhor que sucumbiu apenas porque como todos os homens grandes, respeitou os outros mas não o soube fazer a si próprio. Antes dele, Sócrates, não havia outro e agora também não. Paz à sua imensa alma e guardo a imagem da sua enorme felicidade, de punho cerrado e de braço esticado a comemorar um golo, seu ou da equipa, porque era assim, um coração grande.
domingo, novembro 27
D'a bola d'ontem
Do jogo. Posso dizer que do lado do meu Sporting, tirando a entrada de Matias, a equipa era aquela que esperava. Uma equipa para discutir contra outra boa equipa o resultado do encontro. Do lado benfiquista a novidade seria só a do centro defensivo e Jardel foi realmente novidade por ter entrado de início e por não ter comprometido na sua acção ao longo do jogo (isto apesar do penalty sobre o central Sportinguista).
Jogo bem disputado, não aberto e mais táctico, com o meio campo a ser o ponto de encontro das equipas. Os passes longos, mais do lado do benfica, foi o modo como ambas as equipas optaram por construir os seus ataques. Aqui sublinhe-se os muitos passes perdidos pela linha lateral do benfica. Com pressão alta os seus centrais tremeram na saída da bola e do lado dos meus no timming correcto para arrear a bola para longe no momento do aperto. Houve chances para os dois lados sendo a mais importante a de Gaitan, numa bela jogada estudada. Ainda assim as hipóteses não sorriram mais a uma equipa do que a outra e até ao golo, nenhuma equipa merecia estar na frente do resultado. O golo, como era previsível ao fim da primeira meia-hora se viesse, viria em bola parada ou erro crasso. E assim foi. O Sporting defende em zona os cantos e se o ataque ao lance não é decidido e se a bola acerta no local certo, o golo acontece e aconteceu. Pareceu-me que ainda a perder, o Sporting até ao golo tinha estado por cima do jogo.
No segundo tempo o benfica, com um golo, entrou mais moralizado e por cima do jogo e o Sporting viveu seguramente o pior período do jogo. Bola aos trambolhões, pelo ar e esse jogo beneficia a equipa mas trapalhona que para mim é a do benfica (tirando aimar e witsel). Quando a bola assentou no chão o Sporting voltou ao jogo e aí… Cardozo expulso. Não sei se… pareceu-me algo excessivo. Daí para a frente foi autocarro benfiquista e pressão Sportinguista. Podia ter dado em empate e devia mas não deu.
Nota para o árbitro: fraco, o amarelo a Elias é ridículo e durante a primeira parte teve dualidade de critérios no mesmo tipo de lance, faltas no meio do campo, onde o apito servia sempre a estranha fraqueza ao choque dos jogadores benfiquistas. Nos cartões foi pistoleiro justificando-se apenas um dos quatro mostrados, uma clara tentativa de controlar o jogo ao sabor do amarelo. Um penalty por assinalar que deveria ter visto porque o benfica marca ao homem ao contrário do Sporting que como marca à zona não promove esse tipo de situações. Não cumpriu os tempos e fez a vontade ao benfica no intuito compreensível de perder tempo.
Na análise do jogo vejo um momento fulcral. Quando Domingos aposta em André Santos, a substituição perde-se e aí o meu treinador deveria logo ter apostado num avançado. Ao entrar, André nada trouxe, nem posse, nem dinâmica ou linha de passe ao meio terreno. E depois ao entrar Bojinov, Domingos deveria ter retirado André. Mantinha Insua (a subir sem travões) que na meia distância e lances parados já provou ser importante, mantinha Schaars no meio a criar linhas de passe pelos meandros da chuva e poderia deixar ir Onyewu ir para a frente para o jogo mais directo sem problema. Aqui Domingos, à posteriori, falhou para mim.
Para finalizar: Incidentes – de lamentar e sem mas. A rever as questões levantadas pelo vice leonino relativas às condições dadas aos adeptos Sportinguistas. De lamentar a atitude da polícia ou dos elementos que controlam o acesso dos adeptos às bancadas. Não se entende como é possível haver tanta paneleirice com a revista dos adeptos e que depois de verifiquem as tochas acesas nas bancadas. Ridícula a questão da zona de segurança. As claques do Sporting estão legalizadas ao contrário das do benfica. Compreendo que se tenha cuidado com estes senhores mas julgo ser do boas práticas ter os mesmos cuidados com uns e com outros. Para Alvalade espero que o tratamento seja digno e que apenas seja permitida a entrada de claques devidamente licenciadas à luz da lei; Umas palavras aos treinadores. Domingos sincero, bem a analisar o encontro, sem subterfúgios. J. Jesus…algo triste. Teve um discurso coerente na flash interview mas depois na sala de imprensa teve uma ejaculação precoce verbal e disse que o modelo de jogo do benfica é seguido por todas as equipas, como se o futebol tivesse sido inventado com a sua pessoa… qualquer dia as outras equipas também terão de se vergar porque, por exemplo, decerto o verde da relva também foi inventado por este poeta que cria obras-primas no passo ritmado e furioso do mascar de pastilha elástica. É pobre.
Haverá mais jogos para a desfrutar destas duas equipas. Até lá, saudações leoninas.
Jogo bem disputado, não aberto e mais táctico, com o meio campo a ser o ponto de encontro das equipas. Os passes longos, mais do lado do benfica, foi o modo como ambas as equipas optaram por construir os seus ataques. Aqui sublinhe-se os muitos passes perdidos pela linha lateral do benfica. Com pressão alta os seus centrais tremeram na saída da bola e do lado dos meus no timming correcto para arrear a bola para longe no momento do aperto. Houve chances para os dois lados sendo a mais importante a de Gaitan, numa bela jogada estudada. Ainda assim as hipóteses não sorriram mais a uma equipa do que a outra e até ao golo, nenhuma equipa merecia estar na frente do resultado. O golo, como era previsível ao fim da primeira meia-hora se viesse, viria em bola parada ou erro crasso. E assim foi. O Sporting defende em zona os cantos e se o ataque ao lance não é decidido e se a bola acerta no local certo, o golo acontece e aconteceu. Pareceu-me que ainda a perder, o Sporting até ao golo tinha estado por cima do jogo.
No segundo tempo o benfica, com um golo, entrou mais moralizado e por cima do jogo e o Sporting viveu seguramente o pior período do jogo. Bola aos trambolhões, pelo ar e esse jogo beneficia a equipa mas trapalhona que para mim é a do benfica (tirando aimar e witsel). Quando a bola assentou no chão o Sporting voltou ao jogo e aí… Cardozo expulso. Não sei se… pareceu-me algo excessivo. Daí para a frente foi autocarro benfiquista e pressão Sportinguista. Podia ter dado em empate e devia mas não deu.
Nota para o árbitro: fraco, o amarelo a Elias é ridículo e durante a primeira parte teve dualidade de critérios no mesmo tipo de lance, faltas no meio do campo, onde o apito servia sempre a estranha fraqueza ao choque dos jogadores benfiquistas. Nos cartões foi pistoleiro justificando-se apenas um dos quatro mostrados, uma clara tentativa de controlar o jogo ao sabor do amarelo. Um penalty por assinalar que deveria ter visto porque o benfica marca ao homem ao contrário do Sporting que como marca à zona não promove esse tipo de situações. Não cumpriu os tempos e fez a vontade ao benfica no intuito compreensível de perder tempo.
Na análise do jogo vejo um momento fulcral. Quando Domingos aposta em André Santos, a substituição perde-se e aí o meu treinador deveria logo ter apostado num avançado. Ao entrar, André nada trouxe, nem posse, nem dinâmica ou linha de passe ao meio terreno. E depois ao entrar Bojinov, Domingos deveria ter retirado André. Mantinha Insua (a subir sem travões) que na meia distância e lances parados já provou ser importante, mantinha Schaars no meio a criar linhas de passe pelos meandros da chuva e poderia deixar ir Onyewu ir para a frente para o jogo mais directo sem problema. Aqui Domingos, à posteriori, falhou para mim.
Para finalizar: Incidentes – de lamentar e sem mas. A rever as questões levantadas pelo vice leonino relativas às condições dadas aos adeptos Sportinguistas. De lamentar a atitude da polícia ou dos elementos que controlam o acesso dos adeptos às bancadas. Não se entende como é possível haver tanta paneleirice com a revista dos adeptos e que depois de verifiquem as tochas acesas nas bancadas. Ridícula a questão da zona de segurança. As claques do Sporting estão legalizadas ao contrário das do benfica. Compreendo que se tenha cuidado com estes senhores mas julgo ser do boas práticas ter os mesmos cuidados com uns e com outros. Para Alvalade espero que o tratamento seja digno e que apenas seja permitida a entrada de claques devidamente licenciadas à luz da lei; Umas palavras aos treinadores. Domingos sincero, bem a analisar o encontro, sem subterfúgios. J. Jesus…algo triste. Teve um discurso coerente na flash interview mas depois na sala de imprensa teve uma ejaculação precoce verbal e disse que o modelo de jogo do benfica é seguido por todas as equipas, como se o futebol tivesse sido inventado com a sua pessoa… qualquer dia as outras equipas também terão de se vergar porque, por exemplo, decerto o verde da relva também foi inventado por este poeta que cria obras-primas no passo ritmado e furioso do mascar de pastilha elástica. É pobre.
Haverá mais jogos para a desfrutar destas duas equipas. Até lá, saudações leoninas.
domingo, setembro 25
Horizonte promissor
E ontem sim a vontade fez-se imagem. O meu Sporting lá começa a esticar as pernas na planicie verde e tudo volta ao estado natural. Houve garra, querer, dedicação, bom futebol e uma força que me enche o peito. Assim sim e agora só resta mesmo ver este crescimento contínuo encontrar um embate de grau de dificuldade maior ou as falhas de jogadores que uma época extensa origina. Era bom que assim não fosse já que parece sina a quantidade de lesões que contagiam o plantel. Não acredito que seja na quinta-feira com a Lázio que esse teste aconteça, se bem que o jogo será interessante de modo a ver esta equipa a encontrar um futebol assente em canônes diferentes. Força rapazes.
Domínio Actualidade, Desporto, Prazeres
quarta-feira, agosto 31
Sobre a presente colheita... de sócio 87789
E depois de ver alguns jogos de pré-época, de ver os primeiros a doer quer pela tv quer no estádio, posso afirmar que esperava mais. Considero que tudo foi bem feito, passo a explicar: a equipa técnica foi bem escolhida, Domingos parece-me ser uma pessoa muito capaz de discurso coerente e organizado, isto apesar das expressões que faz ao embater na dura realidade sportinguista. Ser ou estar no Sporting tem destas coisas. Compreendo a opção de Domingos de iniciar a época com os jogadores do ano anterior - são os jogadores que melhor se entenderão no campo, ainda que o ano passado, os resultados obtidos e mesmo os de este ano, desmintam nalguma medida o que penso.
A única coisa que não entendo foi a abordagem ao mercado, principalmente neste final. Critico a abordagem no sentido da valia dos jogadores que, se fossem bons, se imporiam quase à partida. E se bem que azares existem (por ex: lesões) não entendo a opção por Luís Aguiar, lesionado ou por Elias, só o jogador mais caro e que nem a Liga Europa vai jogar. As compras de última hora que pediam um central, com a respectiva venda de, na minha opinião, Carriço, e a compra de um marcador de golos goram-se no dinheiro gasto em Elias e na venda por atacado de Yannick ou Postiga por balelas. Não entendo. Esperava mais e acho que os adeptos e sócios também o mereciam.
Da minha ida a Alvalade retirei que: ver ao vivo não tem nada a ver com ver no sofá; Yannick, Postiga, Polga são jogadores esforçados e não merecem o tratamento dos adeptos. Ser esforçado não chega para este patamar mas Esforço é uma das nossas "divisas" e eles são-no e por isso não acredito que o assobio seja o mais apropriado e benéfico. De resto... Julgo que Schaars anda a tentar entender-se. Com ele defendemos com onze mas atacamos coxos. A equipa não pensa o ataque com ele, vê-se frequentemente perdido nas acções ofensivas mas tem valia. Não gostei tanto de Capel no primeiro tempo. Não fora Schaars a ajudar Evaldo e este ter-se-ia visto em muitos apertos. O espanhol só corre para a frente, não me pareceu ser jogador de equipa. Acredito que ainda não terá a forma no seu ideal mas... não gostei. E depois parece que para termos um golo é necessário quadrar o círculo... tantas chances e como por magia um guarda-redes desconhecido parece ter a capacidade de ir buscar a bola aos sítios onde as aranhas fazem o seu condomínio - parece maldição ou bruxedo. Talvez por isso deixo o vídeo ao início, porque existem clubes que são diferentes e ser deles diz muito do carácter de uma pessoa. :)
quarta-feira, maio 18
Hoje a Irlanda é do Norte!
Hoje é o dia em que o futebol é Português. Braga e Porto levam o orgulho a um país castiço, onde residem portugueses (um abraço aos "meus irlandeses"), com algumas semelhanças connosco. A frase mais marcante é a da antena 1 - Hoje a Irlanda é do Norte! :) Que assim seja e que o jogo seja valente, que amanhã faça grandes, e boas, parangonas por esse mundo fora. Como Sportinguista irei puxar pelo mais pequeno mas sinceramente quero é um jogo de fazer saltar do sofá, um jogo à "selecção nacional". E o caneco de onze quilos vai vir para Portugal, pelo menos esse :) Hoje se verá se os guerreiros podem com o dragão.
terça-feira, maio 17
Lucky Luke é menino de coro
Têm que ver este video... e prometo que vão ver de novo. Os reflexos dele são qualquer coisa incrível de tal modo que quando vi, ao início, até pensei que fosse montagem! E a menina lá se safou de um encontro inesperado e, algo me diz, inesquecível. A cara dela diz tudo :) Só para terminar, chama-se Evan Longoria e não tem nada a ver com a beldade. Com este nome o sorte não se faz rogada...
quinta-feira, janeiro 20
Dois em um
Faço neste post um "dois em um". A música merece e o meu Sporting anda a precisar de qualquer coisa... Um senhor sério que seja poupadinho mas que perceba de futebol e de descanso. Trabalhem rapazes, a malta anda triste, chateada mas não desiste. Esforço, dedicação e devoção até ao fim.
sábado, setembro 25
Senhores em boa onda, sim senhor
Este vídeo encontra-se aqui por que estes dois são uns senhores, assim deveria ser sempre o desporto, e porque esta é publicidade por uma boa causa. Quem puder que vá, eu ía :)
quinta-feira, junho 11
sábado, maio 30
O último "pique"
Permitam-me que este artigo seja uma pequena homenagem a um rapaz que admiro por saber jogar à bola. Em catraio, foi o primeiro jogador com epiteto de "estrela" que vi passar perto das amoreiras no seu honda crx (julgo eu) com uma trufa farta, ainda de leão ao peito. Talvez por isso e pelo meu sportinguismo nunca deixei de ver os seus jogos sempre que possível. Lembro-me dele com o leão ao peito, ao lado de Paulo Sousa, Naybet ou Balakov numa equipa que merecia ter feito estragos como os que ia protagonizando em Madrid numa eliminatória em que ele derreteu a defesa do Real. Vi-o num célebre jogo com o Atlético de Madrid em que marcou um golo fora da área, jogo do qual o V.Baía saiu a chorar com as três batatas que deixou entrar, sem ter percebido o que lhe havia acontecido. Berrei e praguejei de raiva quando chutou na bola e no resultado contra a Inglaterra no Euro2000 num jogo em que passei do inferno ao céu. Senti tristeza quando trocou o "blaugrana" pelo merengue mas não defraudou ao levantar mais alto outro emblema e onde mostrou todo o seu potencial. Não gostei quando o encostaram e aliviei-me ao vê-lo no Inter onde ganhou campeonatos e amanhã se prepara para encerrar uma fase da sua vida. Arrepiei-me com ele sempre que os dois ouvimos os estádios a rugir A Portuguesa com as quinas ao peito. Vai-se embora dos relvados a valer mas deixa uma imagem de resistência, trabalho, profissionalismo, dedicação, sofrimento, honestidade. Bem haja. Poderei dizer daqui a uns anos que o vi jogar, que vibrei, que "estive lá" como o meu pai fala de Coluna, Yazalde, Eusébio, Damas, Cruyff, Muller entre tantos e tantos outros. Zidane foi o que mais me impressionou mas o Luís, não ficando atrás, é o meu "7" e não trocava "este cromo" por nada ou ninguém. Sorte e saúde.
.Cari Amici dell'Inter,
domani, 31 maggio 2009, sarà la mia ultima domenica da calciatore. Insieme con gli amici dello Sporting Lisbona, del Barcellona, del Real Madrid e della nazionale portoghese voglio ringraziare tutti voi, tifosi nerazzurri, che mi avete dimostrato affetto sin dal primo giorno a Milano.
Mi fa molto piacere che l'ultima domenica da calciatore sia, per me e per tutti noi dell'Inter, una domenica di festa per il successo del quarto scudetto consecutivo.
Vincere è sempre stato l'unico vero obiettivo della mia carriera. Vincere tutto quello che potevo vincere, dalle partitelle in allenamento ai campionati, dalle coppe ai trofei personali. E per arrivare a vincere ho conosciuto una sola strada, quella del sacrificio e del lavoro. Me lo hanno insegnato quando ero ragazzino allo Sporting e tutto quello che ho ottenuto non è mai arrivato per caso, ma dopo tanti sacrifici.
Per questo motivo, oggi, voglio anche chiedere scusa se in qualche partita o in qualche periodo, per colpa di un infortunio o di altro, non sono riuscito a dare il massimo. Il primo a essere dispiaciuto ero io, perché non riuscivo a dare a tutti voi quello per il quale avevo lavorato.
Quando sono arrivato a Milano, l'Inter era una squadra che stava imparando a vincere. Di strada ne abbiamo fatta tanta insieme e per questo voglio ringraziare il presidente Moratti, gli allenatori, tutti i compagni, tutte le persone del club che ho conosciuto e con le quali ho lavorato. Se sono stato bene a Milano il merito è loro.
Il calcio mi ha dato tanto, ma soprattutto mi ha regalato la possibilità di conoscere persone meravigliose, amici che resteranno per sempre, e in questo gruppo il presidente Moratti e chi ho conosciuto qui, nell'ambiente nerazzurro, avranno un posto speciale. Come tutti voi, cari tifosi.
Non avere mai avuto un problema con un solo mio compagno di squadra è il trofeo più bello della mia carriera.
A tutti gli interisti, un abbraccio sincero e la convinzione che l'Inter continuerà a lavorare per vincere sempre di più.
Con affetto,
Luis Figo
domani, 31 maggio 2009, sarà la mia ultima domenica da calciatore. Insieme con gli amici dello Sporting Lisbona, del Barcellona, del Real Madrid e della nazionale portoghese voglio ringraziare tutti voi, tifosi nerazzurri, che mi avete dimostrato affetto sin dal primo giorno a Milano.
Mi fa molto piacere che l'ultima domenica da calciatore sia, per me e per tutti noi dell'Inter, una domenica di festa per il successo del quarto scudetto consecutivo.
Vincere è sempre stato l'unico vero obiettivo della mia carriera. Vincere tutto quello che potevo vincere, dalle partitelle in allenamento ai campionati, dalle coppe ai trofei personali. E per arrivare a vincere ho conosciuto una sola strada, quella del sacrificio e del lavoro. Me lo hanno insegnato quando ero ragazzino allo Sporting e tutto quello che ho ottenuto non è mai arrivato per caso, ma dopo tanti sacrifici.
Per questo motivo, oggi, voglio anche chiedere scusa se in qualche partita o in qualche periodo, per colpa di un infortunio o di altro, non sono riuscito a dare il massimo. Il primo a essere dispiaciuto ero io, perché non riuscivo a dare a tutti voi quello per il quale avevo lavorato.
Quando sono arrivato a Milano, l'Inter era una squadra che stava imparando a vincere. Di strada ne abbiamo fatta tanta insieme e per questo voglio ringraziare il presidente Moratti, gli allenatori, tutti i compagni, tutte le persone del club che ho conosciuto e con le quali ho lavorato. Se sono stato bene a Milano il merito è loro.
Il calcio mi ha dato tanto, ma soprattutto mi ha regalato la possibilità di conoscere persone meravigliose, amici che resteranno per sempre, e in questo gruppo il presidente Moratti e chi ho conosciuto qui, nell'ambiente nerazzurro, avranno un posto speciale. Come tutti voi, cari tifosi.
Non avere mai avuto un problema con un solo mio compagno di squadra è il trofeo più bello della mia carriera.
A tutti gli interisti, un abbraccio sincero e la convinzione che l'Inter continuerà a lavorare per vincere sempre di più.
Con affetto,
Luis Figo
Domínio Desporto, Podia ter ficado para depois
quarta-feira, abril 1
Gentlemen's, start your engines!
Após ter esticado as pernas pela primeira vez numa pista de Karts, deixo aqui uma verdade absoluta não à monsieur La Palice mas sim a um qualquer mecânico barrigudo, com óleo a pingar das estremidades, com manicure gótica e apêndice de madeira no canto da boca:
"Subviragem é quando bates com o carro de frente no muro... Sobreviragem é quando bates com o carro de traseira no muro... Potência/cvs é a velocidade a que bates com o carro no muro... Binário é até onde consegues levar o muro contigo."
.
O último lugar no pódio soube bem, muito bem, face aos artistas presentes.
domingo, setembro 21
...mais do que mil palavras
Miguel Barreira resume nesta imagem uma ideia - O pior inimigo de nós próprios somos nós. Falta saber se é Paulo Bento que pensa "que raio vou eu fazer contigo" ou se o teor do instante se centra mais na ideia "como eu me enganei contigo". Coisas certas: P. Bento é disciplinador mas como os bons pescadores sabem, às vezes, é preciso dar linha ao peixe; é sabido que a rapaziada do leste europeu, particularmente os ex-jugoslavos, são pessoas de carácter complicado e aqui entra uma ideia deixada por outro treinador leonino já falecido, Big Mal - Malcolm Allisson. Quando questionado sobre o carácter de alguns dos seus pupilos, após a conquista de um campeonato, o mesmo disse que todos são diferentes e, por exemplo, António Oliveira precisava de mimos e ouvir sistematicamente que era o melhor jogador de todos, e assim Oliveira rendia e muito. Será que Vukcevic não será desses jogadores? Se fosse Ronaldo a história seria diferente? Uma coisa é certa, P. Bento é ainda um jovem treinador, que admiro, com muito a conquistar, a dar ao futebol e a aprender tal como o jovem Vukcevic mas, no entanto ambos e os dirigentes do clube, encontram-se num negócio que não se compadece com teimosias ou caprichos, sejam elas de quem forem. Resolvam isso duma vez por todas, nem que seja num ringue de boxe, mas deixem-se de mariquices.
sexta-feira, agosto 8
08.08.2008 - 29.ª Olimpíada
Sob o "smog" da poluição e da deriva nos direitos humanos, estão inaugurados os mais dispendiosos J.O. da história. Um "negócio da China".
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