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domingo, fevereiro 9

Da ridicularidade das coisas


 Clicar na imagem fá-la engradecer. À imagem, não nós ou a Terra.

É sempre bom ter os pés assentes na Terra, diz-se e repete-se. Mas quando isso está para além da nossa, por vezes, infinita incapacidade nada como a simplicidade das coisas. Assim, não é de subestimar a utilidade que uma imagem como esta pode ter quando o Homem se julga maior do que o chão que pisa. É ali que sempre esteve, está e há-de estar até deixarmos de o ser. Que estaria eu a fazer neste preciso momento?

segunda-feira, janeiro 13

O "nosso" ecossistema muito pouco sustentável.

 http://www.pmcruz.com/eco/

Encontrei este link (basta clicar na imagem) num site habitual e não resisti a trazê-lo para aqui. É normal dizer-se que uma imagem vale mais do que mil palavras. E depois disto penso: assim, o que valerá uma imagem interactiva?
Do concreto...
Fica assim explicada, representada a teia, o ecossistema que pululou, pulula entre São Bento e as diferentes empresas nacionais. Dali resulta a leitura mais honesta de outra frase: não há almoços grátis. Tudo se pode, tudo tem um preço ainda que nenhum dos dois tenha uma base honesta. O país é corrupto? A razão do porquê de estar como está? Só de pensar que em cada câmara existem ecossistemas iguais. A verdade é diferente dos factos. A verdade pode ser feita pela letra da lei. Já foi verdade que as mulheres não podiam votar. O facto era que tal verdade era estúpida. Assim não me interessa que digam que não há corrupção. A lei diz que isso é verdade. O facto é diferente. Um cumprimento especial aos autores deste documento.

sexta-feira, outubro 4

Dois em um



Uma música para uma noite... ao ar livre...à procura d'algo no céu.

quarta-feira, outubro 2

domingo, julho 21

Não sei o que é maior nesta imagem...


...se a "wisdom" ou o mar todo.
Andava a procurá-la nos lugares errados. Já só me falta encontrar esta praia. Ouvi dizer que são tantas...

quinta-feira, maio 2

Sou palerma, logo insisto.


A palermice só se torna tal quando uma pessoa repica ou insiste ou abusa na mesma atitude, argumento ou estratégia quando já se percebeu que tal situação não faz sentido e/ou produz os efeitos pretendidos. Frequentemente tal facto faz-se sobressair se:
- a palermice acontecer no seio de um grupo grande - o palerma destaca-se;
- se já existir alguma desconfiança da existência da palermice e se a abertura pouco ponderada da boca confirmar as suspeitas. 
Ou seja, se eu não tiver a chave da porta de nada me serve tentar abrir a porta à cabeçada. Provavelmente até poderá resultar no longo prazo mas... algo me diz que no entretanto a minha saúde me fará mais falta. Mas se tal saber não for empírico basta dar a primeira investida para se perceber o ponto de vista.
O palerma de serviço, ou palerma máximus = PM vai voltar amanhã a insistir nos mesmos argumentos com as mesmas estratégias servindo-se da mesma mesma atitude, o "namoro à janela".
Amanhã o palerma-mor vai de novo à tv depois de o ter feito "n" vezes esperando que o namoro se consuma. Esperando que, depois de o ter tentado anteriormente com a mesma conversa melada e armado com o mesmo "bouquet de flores", o final da história seja diferente do que tem sido. E ainda por cima vai voltar a dar-me cabo da hora do jantar. Palerma. 

segunda-feira, março 4

A esperança não está perdida! Mas veste collans porque está frio...


Só posso dizer que há esperança. Quando tudo parece a caminho da completa perdição heis que surge a resposta do local mais (ou menos diria o meu irmão, sabedor e seguidor destas temáticas) insuspeito. Não sei porquê Bradford... tenho que perguntar ao Serra... mas parece que finalmente saiu à rua a resposta, em collans, à injustiça e à total ineficácia policial! Não é um pássaro, um avião ou o "zuper"-homem. Ele é o homem bacardi, isto é, morcego! É batman! 
Precisa ali de umas dicas de pose e de uma ida ao ginásio mas o primeiro já cá canta, "venham mais cinco"!

terça-feira, fevereiro 19

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.. and have a nice day :)

quinta-feira, fevereiro 7

Um lembrete para o IRS que se avizinha...





Um contribuinte viu a sua declaração rejeitada pelas Finanças, porque, aparentemente, respondeu a uma das questões incorretamente.

Em resposta à pergunta “Quantos dependentes tem?”, o contribuinte escreveu:

“50.000 imigrantes ilegais, 10.000 drogados, 200.000 subsidio-dependentes, 13.000 criminosos nas prisões, além de uma cambada de políticos em Lisboa e nos municípios espalhados pelo país.”

As Finanças afirmaram que o preenchimento era inaceitável.

Resposta do homem às Finanças:
- De quem foi que eu me esqueci?

sábado, setembro 8

Procura-se a passos largos...

 ...Pedro Passos Coelho. Alguém me poderia dar uma ajuda? Tenho urgência.

sexta-feira, agosto 17

I'm back


E como tudo o que é bom inevitavelmente termina, não acaba porque tenciono voltar e não falecer no entremeio, nem depois :) por isso acabo por regressar aqui ao local de vários crimes.
Sabem sempre a pouco e nem uma maior insistência no euromilhões permitiu esticá-las para ao resto do mundo por ver e ao resto da vida por viver e à família e aos amigos. Voltei após algum interregno a umas estradas já palmilhadas, praias onde me estiquei e águas onde provei uns pirolitos. Tudo igual, no mesmo sítio (a deriva dos continentes não sou suficiente para as levar para mais longe) ainda que com mais gente (era um destino pouco abraçado), gente essa cuja educação deixa a desejar mas tirando porrada não vejo outro modo de lhes dar a volta.
Não comi grande coisa o que é estranho, safando-se apenas um restaurante desconhecido no caminho de volta que se chama Miradouro na cidade de Benavente. Muito porreiro onde comi bem, num preço nada demais para o resto da concorrência, com um serviço porreiraço e num local onde a cozinha está à vista de todos e isto dirá tudo.
A água, e parece que este ano é transversal a toda a zona abaixo da bacia do tejo, estava fria ainda que um dos meus grandes amigos dissesse: "mano, a água está belíssima." E estava límpida como sempre. Na temperatura esteve após alguma insistência e a uma certa perda, momentânea, de masculinidade. Há até quem diga que a água fria arrebita as coisas...uma quase espécie de anti-gravidade :). Vi muitas que por muito que fossem à água só uns alicerces lhe faria essa graça - já diz a minha mamã: "diz mal do teu vizinho que o teu vem a caminho." :P
Os dias e as outras praias ajudaram a amenizar o mar. E dos muitos locais onde regressei fica este que, quando andei em trabalho por aquelas bandas, me acolheu algumas vezes com este mesmo cenário. É bonito :)
Se for caso disso, continuação de boas férias.

sábado, julho 21

(des)Evolução

Tudo pode ser diabolizado. Apenas depende do tempo, do modo e do acaso.

D'hoje. Sinais dos tempos...