quinta-feira, janeiro 31
O tempo de escrever faz-se num tempo próprio
Dizem os escritores sérios e de nomeada que escrever é como outro trabalho. Deve fazer-se num ciclo diário regrado como o são aqueles outros que nos ocupam o dia e aos quais respondemos em modo cego, obediente e inconsciente. Eu não sou escritor por muitas razões e a essas acresce a singela de que, escrever para mim não pode ser uma obrigação. Daí que apenas passados mais de dois meses tenha voltado aqui ao local do crime.
Tinha que ter, tinha que levar com uma razão óbvia para voltar ao teclado e deitar para fora coisas em forma de palavras com tino. Nem o Natal ou a educação dos melhores desejos sobre o mesmo ou sobre a passagem do ano foram suficientemente fortes para tal.
Mas hoje ao ouvir aqui o grande, luz fez-se e senti que devia retornar aos velhos, e espero que bons, hábitos. Ao ouvir o bater ritmado dos dedos da mão do Freddy parei o que estava a fazer a fiquei a degustar. E lembrei-me que esta pode muito bem ser a banda sonora deste ano.
Não vou em euforias. Não acredito nos mercados, não acredito nas palavras mansas de seres chifrudos, nem tão-pouco e menos ainda se cabe, nas palavras gentis de míseros banqueiros ou outros que tais. O antes foi mau e este vai para pior. Sobra a força de mudar, sobra o desafio do dia de amanhã que faz com que nos ergamos, que não nos fará sair ou que nos fará passar a fronteira mas voltar. Sobra o nosso chão, entalado num recanto de terra que, lembrando Lobo Antunes, "que o mar parece que não quis" e aqui deixou acostar. Há quase 900 anos que nos dizem que "vai melhorar" ou "é para o ano". Sou agnóstico e acredito mais no diabo do que em palavras mansas. Welcome to 2013, it's nice to have you are. Fasten your seatbelt because you want enjoy the ride. E ponham alto que se o mau gosto não paga taxa ou é multado, o bom muito menos. Ainda que estejamos em Portugal...
segunda-feira, novembro 19
The day that...
...e no sábado (dissabte, creio que se diz por lá) bem que me metia num avião com destino a Barcelona para ver este menino... Se alguém estiver perto, corra até lá que o preço é porreiro, 20 "heróis". Estou desconfiado que nunca pousou em terras lusitanas para nos dar música aos ouvidos... Se Piers Faccini veio cá, porque não este? Como há discos pedidos, também havia de haver onde se pedissem estas coisas... digo eu...
Enquanto não vem cá, vou ouvindo os cd's, vendo os vídeos e viajando com os pés no chão ao sabor destes acordes.
sexta-feira, novembro 16
Loeb? Isto sim é perícia.
...às vezes sinto qualquer coisa a mexer cá dentro.. pensava que era o meu "eu" espiritual ou mental mas afinal... independente do que aconteça ou do que se faça, um dia nunca será mais ou menos do que as velhinhas, ainda que arredondadas, vinte e quatro horas... a não ser que se faleça... então mais vale ir juntando o útil, ao necessário e ao agradável.
Domínio Excelente, No sossego..., Video
terça-feira, novembro 13
sábado, novembro 10
quinta-feira, novembro 8
Reconhecimento, justo
...de todas as notícias que a tdt me rouba diariamente mas que o rádio ou a internet me oferecem, guardei duas para aqui que acho que são dignas deste reconhecimento, se é que o reconhecimento neste singelo espaço pode concorrer a qualquer linha digna de uma espécie de cv electrónico.
Foi apresentado o filme relativo à vida de Aristides de Sousa Mendes onde se dá o devido destaque parece a um Português meio esquecido na poeira de uma história, ainda a esfriar, tal a distância que lhe damos. Estudamos as histórias antigas, medievais e as mais recentes de outros países mas a nossa mais recente, de há cem anos a esta parte, parece de certo modo tabu - guerra colonial, o estado novo e a sua posição na segunda guerra mundial por exemplo. Fica a ideia que estamos a deixar morrer as memórias para que se possam escrever, sem contradições das memórias que as viveram, as memórias de um tempo que não foi agradável e nos deixa, provavelmente, tantos motivos de orgulho como as gestas de Vasco da Gama ou Cabral. Preferimos pois actos de conquista e de heroísmo desmedido, algumas vezes inflacionados como para mim é a história sobre a espada de Dom Afonso Henriques.. treze quilos para um homem que, segundo os canônes da época seria de mediana estatuta, mas que hoje só não passaria desconhecido pelos seus trajares, modos e tamanho...e brutidade que era normal à data.
Aristides de Sousa Mendes, cuja história e fibra moral conheço de há uma dezenas de anos para cá, deveria ser uma personalidade amplamente reconhecida e os seus actos deveriam ser, sem dúvida alguma, mais merecedores de uma fundação do que os de Mário Soares e outros que tais. No entanto, como país onde, grosso modo, apenas os malandros sobem na hierarquia social, o papel e a importância destas personalidades desbota como a tinta de um quadro que, ainda que valioso, não se presta ou lhe prestam os devidos cuidados. É pena. Talvez este filme desperte qualquer coisa sobre este assunto e até ao modo como encaramos a nossa própria história, a mais recente, porque a outra já nos enche que chegue o peito.
A segunda prende-se com os Skunk Anansie que vêm a Portugal dar um par de concertos. Numas palavras a vocalista disse que vinham cá porque a malta também precisa de animação e mesmo sabendo que existem bandas a cancelar a passagem por cá, ela afirmou que têm que vir dar uma força ao burgo. Não sei se isto é marketing mas e ainda que seja, não deixou de dizer algumas verdades. Vai daí, deixem-nos tocar. Ponham é os bilhetes maneiros...
Domínio Actualidade, Assim sim, Musica, Video
segunda-feira, novembro 5
Doces anos noventa
E o que saltei a ouvir isto... caramba... E a letra? Tão profunda que era, tal qual a profundidade de uma gotinha de orvalho :)
quinta-feira, novembro 1
Capela sistina
Hoje era inevitável não falar da comemoração dos 500 anos sobre a conclusão de uma das obras de arte mais importantes de sempre da criação humana e uma das mais, se não a mais, representativas da sua época. Quis fugir como o diabo da cruz :) isto é, da típica imagem da Capela Sistina, mas não consegui. Nunca a visitei e como tal não tenho material próprio mas andei aqui às voltas e deixo umas quantas coisas. Contendo frescos de enormes pintores como Botticelli ou Rafael é para Miguel Ângelo que todos olham, incluíndo eu. Por isso procurei, ainda que em vão, um documentário que vi há uns anitos atrás sobre a sua vida e obra. Com esta comemoração qualquer dia voltará a passar na rtp2. Não deixo de estranhar o facto de que o google não tenha feito qualquer "boneco animado" na sua página principal.
Domínio Arte, Efemérides, Excelente
Tinta a desbotar
No outro dia discutia-se que a comunicação social como está, e aqui falava-se em jornais mas já vi esta preocupação espalhar-se a rádios, à televisão com a propalada privatização da rtp, que esta não teria muito tempo de vida. Ora nem é importante ou digno discutir a relevância que a comunicação social tem, ou deveria ter. É um poder não comparável com outros mas é-o e como tal é um recurso necessário à saciedade às sociedades. Em Portugal, mas sejamos realmente honestos, em todos os países desenvolvidos, os meios tradicionais, dependentes de patrocínios e publicidades, acabam por ter que dormir com deus e o diabo, entenda-se, por necessidades de subsistência, tão depressa precisam dos favores de beltrano ou de cicrano e quando surge a oportunidade de um wattergate ou pura e simplesmente chega a hora de fazer o trabalho e relatar as notícias, os favores que se devem são tantos, os rabos estão tão presos que a margem para fazer o verdadeiro jornalismo mirra ou morre... não sei, não me decidi, é apenas uma questão de vogal, escolham.
Ora, e pegando apenas no caso Português, não digo que não existem meios em excesso. Só no meu link de publicações que consulto diariamente para ver as capas existem...vou contar... 25 jornais (nem todos diários é certo), 16 revistas das mesas das sala de espera (cabeleireiros, dentistas, salões de estética...), 14 revistas de outro teor, mais sério, e ainda... uma miríade tal de papel colorido que não me apetece contar. O link fica aqui, enjoy. A questão é, tal como noutros casos, a quantidade parece atropelar a qualidade. Muitas destas publicações, seria giro estudar isto, pertencem a apenas 5 ou 6 grandes grupos, alvitro eu. Não serão muitos mais se não é que sejam menos. Assim perdem-se pontos de vista, necessidade de investigar porque é essa a faceta que eu reconheço no jornalismo. Aquele modo de estar homnipresente que ao mínimo descuido, zás larga tudo às claras. Género aquele abutre que diz: "deixa-os poisar..." Ora se tudo se encontra concentrado... a concentração afecta a qualidade, "os sabores" e começa tudo a saber igual. A grelha do jornal do almoço da rtp era (e digo era porque graças ao negócio corrupto da TDT me encontro sem tv desde Abril de 2012) cópia sem tirar nem pôr do Correio da Manhã desse dia. Ora, convenhamos...
Dizem que o advento da internet veio dar cabo de tudo. Claro que sim. Foi bom? Obviamente, agora foi mau para o jornalismo. Recordo-me que, em catraio por vezes, o meu pai me interrompia a meio, a jogatana de final de tarde de futebol, para ir comprar-lhe a Capital - jornal que hoje só existe no recondito álbum daqueles que o viram e que chegava à Covilhã para lá das 7 da tarde. Era assim antigamente, sem os notíciários permanentes a verborrearem as mesmas nóticias a cada bloco de vinte ou trinta minutos, com cada cidadão a ser um repórter on scene. Tudo isso não pode ser mau. Basta ver que, e ouvi esta o outro dia, antes de que os EUA tenham anunciado a morte de Bin Laden, já andava na net o relato de que militares americanos estavam a atacar tal sítio, de tal modo etc etc...
Foi uma mudança abissal mas existe a necessidade de ver uma coisa e é aqui que creio que seja o furo para que parte, e não todos, dos meios se mantenham e não redundem como a Newsweek ou o El País ou o nosso Público que ou vão fazer despedimentos massivos ou vão dedicar-se em exclusivo a versões online. Com a net ao máximo de minha utilização, nunca comprei tantos livros como hoje. Cada oferta tem o seu valor intrínseco. A net não substitui, pelo menos na totalidade, tudo o restp. O jornalismo tem é que se virar para o seu core business (esta aprendi num curso de empreendedorismo). Ou seja, hoje qualquer pessoa pode ser repórter? Verdade mas ninguém, ou pelo menos isso não é plausível, vai deixar o seu trabalho para andar a investigar, mas à séria, casos de corrupção que realmente vendem jornais. Essas história depois passam para a net, óbivo, mas se o furo vier sempre no diário de amanhã, se a fonte fresca vier a cheirar a tinta recém impresa... eles voltam a vender, cria-se o hábito e o monge está feito. E basta ver que nunca existiu época em que a corrupção fosse aquela que é hoje. Ela anda aí, é preciso é afiar-lhe os dentes e deitar isso cá para fora com seriedade, profissionalismo e imparcialidade os quais creio serem os valores desta venerável, como outras, profissões. Parece-me que parte da resolução, está por aí.
Para avivar memórias recomendo filmes como "All the president's men" ou o mais recente "State of play". Por aqui, irei continuar a querer ler alguns artigos de opinião, a querer passar os olhos por publicações especializadas e tenho a esperança que existirá uma época em que eu volte realmente a ganhar algum dinheiro para me dar ao luxo de voltar a assinar a National Geographic, a Courrier e a comprar dia sim, dia não um "Público" ou um "Dn". Espero que qualquer dia Gutenberg será recordado apenas por... ser uma marca de cerveja fajuta.
Domínio Actualidade, No sossego..., Sociedade... em ensaio
Para afugentar as bruxas
Ora aqui vai um pouco de rijesa escocesa. Para acompanhar talvez um "vinho" típico dos de lá. Em bom gaélico, Slainte.
quarta-feira, outubro 31
Obviamente, Helloween
Sou não crente. Assim o helloween, ou o dia das bruxas, não me diz muito a não ser quando o nome me transporta aos oitavo e nono anos onde dei por mim a ouvir keeper of the seven keys I e II. Deles guardo uma sonoridade metaleira com laivos grandiosos que hoje não reconheço. Ainda assim hoje existem grupos que, bebendo ou não da mesma água, esteja a seguir uma sonoridade que teve aqui as suas primeiras pisadas - uma metalada "sinfónico-grandiosa". Bem, olhando então ao passado deixo Dr. Stein, não porque tenha alguma maleita, que as terei mentais e incuráveis, mas porque que era à data uma das música deles que fazia mexer os meus tímpanos.
Domínio Actualidade, Musica, No sossego...
"Mamã, que peixinhos são aqueles? Devem ser alemães na certa..."
Se dúvidas houvesse sobre Sandy de seu nome, de género masculino ainda que o nome indicasse o contrário tal como a candura com que se pronuncia o mesmo como que anunciando algo de bom, tipo cafuné, e não o que realmente sucedeu, um fenómeno de dimensões e intensidade tais que as mesmas podem rivalizar com as filmagens gizadas em Hollywood.
E se os relatos não forem ilucidativos, puxa-se da máxima: uma imagem basta mais do que mil palavras. Esta para mim é sintomática do acontecimento. E depois não surge na cabeça a questão: aquecimento global, será? Só quando se vir Noé a passar na sua arca no meio da rua é que as pessoas passaram de cépticas a marinheiras...
Domínio Ambiente, Curtas, Indicadores
terça-feira, outubro 30
Mais uma voz
Não faltam nos dias de hoje sítios, debates, intervenções onde a verdade não seja dita e redita e replicada até à saciedade. Com diferentes formas, apontando diferentes casos, por diferentes pessoas, até de nacionalidades diferentes. Todos os dias a mais desta podridão serão dias de aumento da probabilidade de uma septisémia que levará (já levou...) à...não sei. Não sou economista, nem jurista mas a minha vida profissional e como contribuinte diz-me que deveria antes de sair à rua, de vestir estas peles, antes de ter nascido sequer, ter ir tirar estes cursos.
E se é assim, é porque estamos a ser roubados à descarada. Quando alguém é assaltado à ponta de psitola na rua acabará invariavelmente por pensar: se eu tivesse uma pistola... Eu sinto necessidade de tirar esses cursos para ter as mesmas "armas" atrás das quais se esconde quem me rouba. Já há muito que não digo isto mas: morte aos porcos, políticos entenda-se, que a carne branca faz melhor à saúde. E se realmente morresse um? Morto, assassinado. Amanhã seria um novo dia mas não seria o dia que irá ser amanhã sem ele estendido ao frio, frio no pavimento. Acho que era só preciso um... ou dois...ou três... até haver decência.
E com tanta "palavra chave" junta no mesmo discurso haverá certamente algum "cão pisteiro" de um organismo oficial que virá aqui parar. Uma mensagem para ele. Não tenho nada contra si, mas o seu trabalho dá-me asco. Vá antes espreitar o que se anda a fazer nas costas dos cidadãos, que são eles os indefesos e os que ainda, porque respiram, que lhe pagam o salário.
Domínio Política, Portugal, Teorias da conspiração
domingo, outubro 28
E às vezes lá volta o assunto...
Acabei de ver uma reportagem na
rtp1 sobre a questão de saber se, devem ou não, existir trabalhos para casa. Como é
óbvio as associações de pais, desde as siglas mais conhecidas até às mais
obscuras, opõem-se às ditas tarefas.
Questões: Peço aos alunos para
fazerem trabalhos para casa porquê: Porque me sinto mais feliz com a certeza de
que, estando eu a trabalhar em casa muito para além do horário que me é
estabelecido e longe da família, me sentirei mais acompanhado no infortúnio,
sabendo que os meus alunos também penam em suas casas como eu ou porque lhes é
favorável?
Só mentes ineptas é que podem
sequer pensar que o faço por gozo. Eu tenho a certeza que se não pedir algum
tipo de tarefas os meus alunos, ou a maior parte deles, não olha para os livros.
E eu também não olharia. Sim não leram mal. Eu ainda não fiz o computo de modo
a comparar com o meu trajecto escolar mas parece-me que eles passam muito tempo
na escola. Mas os pais gostam porque também eles estão no trabalho e querem os
petizes guardados. Deveriam, sem dúvida, utilizar o tempo disponível na escola
para tratar dessas tarefas mas eles preferem, na maior parte dos casos, ir
apanhar ar. Só palermas é que pensam que se os trabalhos de casa forem banidos,
as notas começarão a subir como merengues. Certo dia um aluno estrangeiro em
Portugal disse-me: nós lá trabalhamos mais, estamos com mais atenção e temos
muitos trabalhos de casa. Este aluno ao fim de dois meses mais do que arranhava
Português e tinha as melhores notas nas disciplinas que dependiam pouco do
Português, como Matemática ou a Físico-Química. É tudo uma questão de trabalho
e esforço. É sempre.
Eu tenho tempo na escola em que “dou”
sala aberta o que não é mais do que uma sala de estudo à qual os alunos,
tirando aqueles do básico que estão “castigados ali”, se podem deslocar lá,
como os do secundário, pelo tempo e para tratar das matérias que quiserem. Os
castigados como é óbvio não gostam de ir. É-lhes penoso e penoso é para mim que
me sinto como no mar a lutar contra um mar que está demasiado revolto. Os do
secundário, salvo raras excepções, não aparecem. É tão simples quanto isto. Eu
também gostava muito de dar aulas numa escola dessas modelo para ir ver esses
métodos brutais em que os alunos são bestiais. Eles e o seu meio que é de
feição: pais preocupados e com formação superior que lhes permite ajudar os
petizes, que os faz andar na linha, que lhes arranja explicações por fora, que
têm na escola as condições que eu apenas vejo nas escolas do parque escolar.
Esses podem ser bestiais mas isso não torna os meus, bestas. Torna-os normais, miúdos
com força de viver o que lhes é mais querido. Podiam mais? Ui, sempre mas há
uma coisa, para além de um milhão de elas, que precisam que é: convencimento.
Convencimento de que podem, de que devem, de que é esse o caminho certo. Quando
uma pessoa se convence que não há montanha, parede ou escolho que nos desvia do
caminho, esse é o verdadeiro momento do crescimento. Eu ainda não consegui foi convencê-los disso mesmo.
Domínio Nas bancas, Teorias da conspiração
sábado, outubro 27
Cegueira ou teimosia? Impreparação!
...e ao cabo de refundar o país, de refundar os portugueses e de mandar uns milhares refundarem-se para o lado de lá da fronteira bem como as empresas cá do burgo, o primeiro-ministro deu hoje a sua enésima pirueta e afirmou que agora quer refundar o memorando. Não renegociar mas refundar...
Isto após dias, meses e anos inclusive de afirmações dos mais diferentes quadrantes e de pessoas suspeitas e insuspeitas de que a "terapêutica decidida irá matar o doente".
É caso para ver se o chefe do governo e a sua troupe não necessita de um acerto ao nível ocular. Nem um grupo de toupeiras configurariam um caso tão sério, não de baixa visão mas de visão nula!
É caso e momento para que pela parte que me toca, e não devo ser o único, se poderá dizer: senhor primeiro-ministro estimo bem que se refunde!
Domínio Nas bancas, Política, Portugal
Mão morta mão morta vai bater aquela porta...
...os mão morta têm um álbum - nus - na qual está provavelmente a música que eu mais gosto deles - gumes - e que está ali... Dos diferentes "gumes" gosto particularmente do segundo, quarto e do quinto, o qual eu quis postar, e apenas esse, mas pela decisão de alguém, o vídeo apesar de estar disponível (Incorporação desactivada por pedido) não pode ser "embebecido".
Embasbacado fico sempre por esta decisão...parece um contra-senso uma vez que colocar o seu trabalho online procura, creio, a sua divulgação. Que melhor divulgação existirá do que aquela viral assente no acto democrático e simples do "gostei, vou divulgar". Não se trata de fazer roubo ou download mas sim de promover o trabalho dos artistas pelo gosto pessoal de quem possui o seu "meio de divulgação". Vai daí não entendo. Não sendo nenhum génio de informática ou meio conexos, acabo sempre, com ajuda ou sem ela, de dar a volta ao escolho - cá está ela :)
Domínio Musica, Teorias da conspiração, Video
Bom "veneno"
Novo grupo que se decidiu por um ritmo, um estilo com muito pouco caminho feito pelas terras lusas. Muito bom gosto e um som porreiro.
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