quarta-feira, dezembro 5

Negociar? Antes Taxar!


Hoje, ao ligar a televisão, durante o almoço ou numa qualquer pausa ao longo do dia, era possível ouvir, e ver, as lamentações dos sindicalistas da função pública. Pensavam-se convidados para bolinhos e cházinho e afinal o acepipe foi outro. Curiosa é também o título que os diversos órgãos de informação, ainda, teimam em chamar a estes encontros – “Concertação Social” ou “Ronda Negocial”. Mas não fosse eu estar enganado pela… enésima vez e fui, pé ante pé, ver do dicionário e vai daí:

Negociar – v. intr. Fazer negócios; comerciar; traficar; ajustar; agenciar; promover; preparar; conversar.

Assim sendo por que razão saíram os meninos dizendo: “O Governo mostrou-se intransigente ao manter os aumentos salariais nos 2,1 por cento para 2008 e o aumento dos descontos dos aposentados para a ADSE, o que mostra um autoritarismo que não se compreende". Pois bem eu entendi! É simples, os senhores vão expectantes em negociar (os jornais são uns mentirosos) mas a reunião é para comunicar (verbo substancialmente diferente). Os parceiros sociais (outro termo algo… duvidoso) vão a essas reuniões ouvir alguém do governo dizer – como se comunicavam as notícias na Idade Média – as decisões. Episódio dramático:

O Rei, perdão, o Senhor, Magnificente, Soberbo, Grandioso, Engenheiro José Sócrates vem por este meio anunciar as seguintes decisões: 1.º O salário dos funcionários públicos será aumentado em 2,1%! Dêem-se por contentes que para o ano só Deus é que sabe! (ouve-se lá atrás: “Mas Deus não é ele também? Não, Deus é o das palhinhas que está no céu, este só pode tudo na Terra. Ahhhh”). É só.

Por isso é que eles não entendem, coitadinhos. O José “Socas”, como é conhecido lá no bairro, comunica, ou antes, taxa o aumento. Tudo o resto é produto da imaginação de milhões que querem mas não podem.

PS: Eles teimam em dizer que a inflação é de 2,1% mas esquecem-se que o resto, tudo o resto, aumenta em valores superiores.

terça-feira, dezembro 4

O meu Sporting



Nunca devemos negar as nossas convicções e é com essa ideia que divago desta vez. O título e a imagem completam o resto. O meu Sporting anda mal. Junta boas performances europeias, que empolgam os adeptos, a vitórias morais que não nos chegam a aquecer o coração. Cá dentro com o Fátima foi difícil e aos empurrões, com o Louletano só Deus é que sabe e para o campeonato o pecúlio é mísero. Em doze jogos o saldo para o primeiro é negativo em doze pontos. Um ponto por jornada. O raciocínio agora é: “de quem é a culpa”. Pois bem a planificação das necessidades foi bem feita já as escolhas foram pouco menos que desastradas. É certo que o Sporting é um clube que prima pela diferença mas queremos, e quem lá está também quererá certamente, ser igual aos bons, isto é, ganhar! Surgem então a boa política de comprar bom e barato (coerentemente isso é uma complicação) e, vai daí, aposta-se em jogadores com cartel mas que de algum modo estão esquecidos ou então, com pela de abutre, esperasse pelo jogador bom em fim de contracto que quer mudar de ares. De mão dadas com essa política está excelente aposta na formação. Formam-se jogadores de bom nível. Jogadores com carácter e que mostram vontade por chegar à primeira equipa. E nesse princípio, o Sporting teve a sorte e o engenho de conseguir formar jogadores de grande valia, não vou estar aqui a dizer quem. Outros estão na calha. È neste difícil equilíbrio que vive o meu Sporting, sempre com a finalidade de pagar os erros anteriores e que pesam nas contas do clube. Pois bem só assim parece que não chega. O treinador é honesto, conhecedor e trabalhador, logo, não é coerente exigir mais. A equipa de administradores já mostrou ser capaz de conseguir fazer bons “castings”. O Presidente, meio agoniado ultimamente, tem feito o que prometeu (reduzir o passivo) e meter-se o mínimo possível no departamento de futebol (deu estabilidade). Assim sendo o que falha. Recorro algumas vezes a este raciocínio que a Red Bull pegou para se fazer anunciar. Se temos um barco a remos com duas filas de remadores, se uma não rema, o barco faz piões na água não saindo do sítio. Pois bem é isso que está a acontecer ao meu Sporting. A táctica é exigente daí que se peça aos jogadores perfeita forma física, mental, técnica e total disponibilidade. Se fosse uma receita seria a vontade de um bicho esfomeado, com a astúcia de gato, com a potência de uma chita e com a disponibilidade cega de um zombie. Pois bem, o que vejo é algo diferente. Acredito que há jogadores bons no plantel, há jogadores em crescimento, há jogadores a pedir mais adaptação mas também há jogadores maus. Neste momento não creio que o Sporting, na pessoa do Paulo Bento, tenha material humano para construir uma equipa competitiva já que existem alguns flops, algumas lesões e um terrível pavor ao erro. O problema de errar é quando nãos e aprende nada. O Guarda-redes errou é certo mas é novo mas tem aspecto de que sabe o que está ali a fazer, entende-se com os defesas e tem imensa margem de progressão, por isso, deixe-se ficar. O Baía quando começou também era um ingénuo, vi-o chorar por levar cinco batatas mas lá se fez um bom guarda-redes e chegou onde chegou. O que não aceito é que um menino que ainda há um ano assinou contracto, venha agora dizer que quer ficar mas as pessoas também têm que querer – mais dinheiro. Pois bem o problema é simples – até 2013 tens contrato e por isso enquanto alguém não bater o cacau (30 milhões que o menino assinou de livre e espontânea vontade) o teu sito é em Alcochete. Que tenha juízo, o Pai que lhe ensine algo que deve saber, e que se dedique a jogar bola pois é isso que o fará sair para outros lugares. Como prova de boa fé, sentem o rabinho da peste no banco. Por último. Às compras sim mas com juízo, já que perdido por perdido não se perde também o dinheiro. Comprar mais valias sim para orientar a equipa para o que ainda se pode almejar e alicerçá-la segundo o lema do clube.

PS: Na formação de carácter e espírito é que há algo a melhorar...

sábado, dezembro 1

Senso comum



Que vale o senso comum nos dias de hoje? Estaria aqui pano para mangas, logo a abrir poderia estar a questão: Qual é o problema do senso comum? Nos dias de hoje não existe um senso comum alargado mas sim, e cada vez mais, um senso comum individual. São esses que explicam que seja sensato a um aluno que responda a um professor e que nada aconteça, ou que um pai ligue para o telemóvel do filho em tempo de aulas e fique indignado se o professor não deixa o filho atender, ou que se deixem morrer uma série de pescadores a 30 metros da praia por falta de uma ordem, ou que um reformado que ganhe 550 euros mensais seja considerado "classe média" e, como tal, possa pagar impostos ou que a uma pessoas com quatro cancros seja rejeitada o reforma antecipada, ou então, e para finalizar, que ao fim de 6 anos uma menina 6 anos e meio, de nome Iara seja retirada da sua família de adoção para ser entregue à mãe biológica passando a chamar-se, em modo automático, de Anabela.
O senso comum antes dava-nos a capacidade de resolvermos as questões de modo natural, educado e coerente, hoje em dia o senso comum chama-se, neste último caso da menina, Constituição da República Portuguesa e é ela, mais a leitura de um Meretíssimo Juiz, que permite que esta menina se ligue e desligue como se de um Nenuco se tratasse.
A lógica surge como missão impossível com Homens destes.

Greves


De que vale uma greve? Para os funcionários privados a palavra greve é sinal de: 1.º- aborrecimento, já que o seu dia poderá ficar arruinado quando este se cruzar com os serviços públicos; 2.º- como o seu direito à greve, apesar de estar consagrado na lei, está sujeito a represálias internas, o mesmo não é exercido e talvez por isso o achem uma vergonha e uma injustiça. Para os funcionários públicos é a perda do vencimento do dia e a inconsequência da medida em si, leva a que seja um direito cada vez menos exercido.
E lá fora? As greves são encaradas de maneira diferente, são convocadas poucas vezes, só a mera hipótese provoca grande alarme e, quando o são, têm um peso massivo e conduzem, normalmente, a mudanças. Em Portugal acontece o oposto. A população, ao contrário do que acontece lá fora, não se reúne em torno do mesmo propósito, criando divisão, aumenta a força da outra parte, passando a greve como algo inconsequente. Outra coisa situação incompreensível é a diferença nos números da adesão, mostrando que realmente este país tem uma relação complicada com a matemática. Nunca ninguém sabe, mesmo depois da vontade confirmada e consubstanciada em fiscalizar, quantos trabalhadores da função pública fazem greve. Acho que aqui a comunicação social ou o INE poderia ter um papel clarificador bastante valioso.
Aliás no que respeita a contas, a diferença entre o governo e tudo o resto (comissão europeia, sindicatos, partidos da oposição, sociedade civil) é uma constante e sinceramente não se entende porquê.
Outra questão prende-se com os chamados “direitos adquiridos” e com as condições salariais desse parte da sociedade. Certo é que, em termos globais, a função pública ainda é um local bastante apetecível. Comparativamente, a função pública é melhor no sector médio e baixo. No sector privado a questão salarial bate, sem apelo nem agravo, o sector público no que se refere a uma posição mais elevada. Apesar disso o facilitismo na função pública dá azo à pouca responsabilização das chefias o que leva a uma relação compreensivelmente complicada com a sociedade devido a uma desorganização de meios materiais e humanos. Na função pública existe de tudo, como em todo o lado só que no sector privado, quando as coisas não funcionam acabam em “suicídio empresarial” visto que as pessoas deixam de fazer negócios por lá e a alternativa existe.
Já o sector público oferece muitos serviços exclusivos e isso leva a que, não existindo alternativa, as pessoas se sintam encurraladas na “burrocracia” e sempre aborrecidas quando o serviço não é resolvido num tempo que acham coerente. Mas existe uma coisa que eu não entendo. Sempre que se pede opinião a alguém fora do sector público sobre as greves eles dizem “se estão mal que mudem de trabalho” ou “eles já ganham tanto e ainda querem mais” ou “têm tantas regalias que deviam era ter vergonha”. Considero que a fazer-se um acerto público-privado, esse acerto deve ser feito com responsabilidade e nunca numa situação de mais para menos, explico.
O que está bem será alguém que ganhe 450 euros por mês ou será que o que está mal será que alguém ganhe 600 euros por mês? 1.º- 600 Euros por mês é pouco, acho que não há discórdia; 2.º- se 600 está mal, 450 estará pior; 3.º- não é sinónimo de eficiência, qualidade ou de competitividade a existência de baixos salários e quem se rege por estes princípios pode ter um curso e ser até ministro mas da estupidez não foge; 4.º- o acerto a fazer-se será sempre dos 450 para os 600 e nunca ao invés; 5.º- no sector público nem todos ganham 2500 euros por mês, aliás e como disse atrás, serão só mesmo as chefias o que lhes confere, ou deveria conferir, exigência e profissionalismo. Devia existir mais competência da parte das chefias e alguma facilidade em afugentar a ignorância e a falta de profissionalismo.

quarta-feira, novembro 28

3.ª Via


Cronologia:
Sempre se discutiu uma alternativa viável ao Aeroporto Internacional de Lisboa - Portela. Durante os primeiros anos de discussão procuraram-se alternativas e chegou-se à pequena vila da Ota. Nos anos seguintes, de mão dada com a especulação dos terrenos, a solução Ota foi sendo aceite e os estudos, amigáveis, foram surgindo. O tempo foi passando, a par dos governos e das promessas até que chegou o actual que, em grandes parangonas e propagandas sempre desmentidas mas desmedidas, acolheram para si a resolução dessa supostas necessidade. O "suposto" é meu e explicarei mais abaixo. A necessidade de contenção fez com que a discussão saísse à rua a par do descontentamento das pessoas sobres a opção, sobre os valores, sobre os estudos, sobre a teimosia. Ota foi sinónimo, durante algum tempo, de debate acesso o que originou uma mobilização de pessoas e entidades com reconhecido valor de modo a verificar a pertinência dessa mesma opção. Estudos sobre estudos até ao dia de hoje, altura na qual, a Ota já está no tempo passado e a opção ou opções parecem ser outras. Existe uma diferença substancial - Enquanto os "(au)Otistas" renegavam, sequer consideravam outras ofertas, os novos mantêm a Ota no leque de opções, mostrando preto no branco as suas virtudes e defeitos. No dia de hoje surgiu uma nova opção que permite poupar muito do nosso dinheiro - Portela + 1. E a discussão irá estender-se, certamente mas existe uma ideia que ainda não vi ninguém explorar. Dizem que o tráfego vai em crescendo mas com a escalada (seja ela baseada em especulação ou não) do preço dos combustíveis eu acredito que o futuro das viagens será bem mais... terrestre. Se os preços continuarem a subir como até aqui será inevitável um aumento do preço dos bilhetes e, se assim for, as viagens irão atingir valores que, a par das dificuldades económicas que se sentem, acabaram por ser incomportáveis para o grosso dos viajantes. Se assim for, o tráfego irá diminuir e a necessidade de um novo aeroporto cairá na mesquinhes de um povo necessitado de obras faraónicas de modo a reforçar a auto estima e a "fazer-se ver". Até lá, as ovelhas ainda terão onde pastar.

Portugal e os rankings


Portugal e os portugueses aparentam ter uma ligação muito.. especial com os rankings. Tudo parece ter uma necessidade abominável de medição, aferição. Será devido a que a nossa jovem democracia? Será devido a uma falta de rigor pessoal com o trabalho ou de um terrível vício, ainda mal curado, de que tem que haver sempre um ditador superior para guardar o que, apesar de pouco, há para guardar? "O país do mundo com o maior panelão para assar castanhas!" ou "O país do mundo com a maior bandeira feita por pessoas do mundo" ou "O país com maior número de telemóveis, per capita, do mundo!" ou "O terceiro paises europeu com maior taxa de crime!" - tudo serve para levantar a moral, até o crime. Interessante pensar como é que ainda é possível alguém fazer algum tipo de crime, senão pensemos. Envereda pela carreira de criminoso todo e aquele menino que a sociedade excluí não é? Nãooooo, todo e aquele menino que não é educado como deve ser em casa. Esclarecidos neste ponto, voltemos. Se o menino vai para a carreira de criminoso, as suas ambições serão obviamente modestas e porquê? Bem, neste país nada anda a horas - lá se vai a planificação; os que andam na rua não têm dinheiro, os que o têm, não andam há solta como passarinhos - problema em encontrar alvos; mas considerando que o menino até encontrava um alvo e que, temporalmente tudo saia perfeito já que todos, assaltante e assaltados, se tinham atrasado, chegado o momeno da verdade ele dizia: "Mães ao ar!"... chacota quase geral (descontando os da geração do assaltante). Um velhinho diria ao menino: O plural de mão não é mães! Aqui, torna-se evidente que o assalto já o era - problema de formação. E, se por fim, analisarmos todos os últimos assaltos mediáticos, tristemente verificamos que o assaltante português não é menino de grandes produções - "Fugiram a pé", sem comentários ou "fugiram de carro", ao preço da gasolina... Que é feito dos aviões? dos helicópteros? dos disfarces? - problemas logisticos. Por isso o terceiro lugar será sol de pouca dura... até por que os assaltantes vão chegar à conclusão que, lá fora, é que se faz vida e aí sim vamos aumentar os nossos níveis de exportações, como o governo quer. Mas foi Barroso quem abriu esta porta por isso... o governo por esta não leva créditos.

Para rir . 2

Segunda entrega do blogue em versão mais light. "Professores, Mestre e afins" - e ainda dizem que só se aceitam emigrantes não qualificados.


quarta-feira, novembro 21

Olhó TACHO vai nú!



Chegou ao meu conhecimento uma singela oferta de emprego para a Região Autónoma da Madeira, mais concretamente, para a Câmara Municipal de Ponta do Sol. Parece-me um verdadeiro tacho digno do livro do Guiness! E na medida do possível vou ver o que isto dá e fazer com que toda a gente saiba deste atentado à inteligência geral! Se não eu, pelo menos a TVI. Deixo-vos ler por vocês próprios. (pausa kit-kat)
Então e que tal? Indignados? Vamos aos dados importantes:
Salário: 2487.93 EUR com ajudas porque assim ninguém se orienta.
Habilitações: 9.º Ano (3º ciclo ensino básico)!
É para fazer o quê? – Coordenar, dirigir, informar, Executar. O quê? Interessa? Coisas de políticos, isto é, de quem não quer trabalhar mas, apenas, mandar.
Para quem estudou e se mexe todos os dias, faz imensos quilómetros para ir trabalhar ao fim do mundo e fica com o dinheiro que ganha no gasóleo do trajecto, isto é um ultraje! É um atentado para quem estuda! É um atentado às regras pelas quais se deveria reger, pelo menos, a coisa pública. E por que é que lhe chamo tacho? Pois bem, vejam que o método de selecção é entrevista! E N T R E V I S T A ! Ou seja não haverá nada escrito que prove o que os candidatos sabem, de modo a que, a escolha seja o mais isenta, profissional, norteada por critérios de excelência. Nada disso, aliás até aposto que o lugar já estará orientado. V E R G O N H O S O! É esta a politica que o reino das bananas do Sr. Jardim faz longe da metrópole. E depois ainda se queixam que o dinheiro não chega ou então que querem a independência! Não olhem para trás, para longe com esses mafiosos!
Peço a todos que façam sobre isto o barulho que puderem.

terça-feira, novembro 20

SPECTRE do séc XXI



E tudo começa com a palavra fascista. Tudo começa com a imposição e recalcar da palavra fascista. Já neste blogue falei de fascismo – doutrina totalitarista orientada por Mussolini que se baseava no poder e autoritarismo sobre o seu povo. Ora bem terá sido Aznar fascista? Foi eleito democraticamente pelo povo espanhol durante oito anos, o que sugere que pelo meio ouve uma reeleição. E Hugo Chávez? Bom, é ou foi militar o que não diz muito do mesmo. Ao contrário de Aznar, não foi eleito, atacou o poder (não vou discutir sobre a pertinência ou não do acto) e no chamado golpe de estado, enviou para canto em 1992 o então Presidente Venezuelano. Como foi a Presidência de Aznar? Em tempo de “vacas gordas” fez o que deste lado da fronteira ninguém soube fazer, reformas e reformulações do estado, criou condições para que neste momento Espanha seja um dos mercados mais fortes e saudáveis da Europa. E Chávez? Nada se lhe é atribuído nos primeiros anos o que me deixa duas ideias: deve ter andado, à boa maneira siciliana, a abafar adversários (que isto de subir ao poder à força deixa muita gente incomodada) e não acredito que não se tenha chegado aos EUA para ver se pingava algo. E é aqui que tudo torce à “esquerda”, isto é, com Clinton os EUA eram um país forte em tudo – economicamente, politicamente, com uma atitude de politica externa de conciliação e para provar tal basta ver que foi dos poucos mandatos dum Presidente dos EUA sem umas chatices internacionais (guardo o momento de uma valente risada com Yeltsin). Já com o cowboy e mentecapto Bush as contas foram, certamente, outras e foi mais ou menos nessa altura que Chavéz descobriu que sabia dar…. patacoadas.
Agora, revestido de uma amizade meramente de intenções, junta-se a um gang de fazer corar os inimigos viscerais de James Bond - SPECTRE (SPecial Executive for Counter-intelligence, Terrorism, Revenge and Extortion). Não se confundam, não morro de amores pelos EUA. Aliás, e como é evidente, não tenho nada contra os Americanos mas reconheço que algumas coisas que sofrem são merecidas (não me esqueço que reelegeram o - censurado! - do Bush) pela imensa ignorância em certas posições. Tenho para mim, por conversas com pessoas que por lá passaram e por documentários que tenho visto, que não sabem, muitas vezes, metade do que se passa ou das consequências das suas acções ou apoios irreflectidos. Os cowboys estão mortos e o seu tempo já passou, no entanto, acho que muitos deles ainda não perceberam isso e tenho pena por tal.
Já Chavéz denota tiques fascizantes como a passagem de uma lei que permite que se perpetue no poder ou como a repressão daqueles que estão contra estas e outras medidas como, por exemplo, os estudantes. São patéticas também as suas aparições na TV, principalmente as que protagoniza na TV estatal venezuelana onde, num registo, muito Marcelista, se dedica a fazer-se ouvir já que, de outro modo, se não fosse pela imposição ou pela educação dos assistentes, já há muito falava para as paredes. Aprende, sem dúvida, não muito rápido e com os piores. Julga-se a coberto e superior devido às reservas tão queridas, pelo ocidente, de petróleo e por isso ou devido a isso ou também por isso deve a Europa investir concretamente naquilo que permita uma maior independência desta ditadura que é a necessidade energética de modo a fugir, na medida do possível, de fascista como é este senhor e todo o seu gang.
Guardo uma palavra para Fidel Castro. Não gosto nem deixo de gostar. Acho que faz passar o seu povo por um paradigma ideal que só a ele lhe enche… as medidas, a barriga e os bolsos. Tenho imensa consideração pela sua posição sobre os cuidados de saúde a que o povo cubano está atido mas só isso não chega e, o poder da idade não ofereceu, a este velho guerrilheiro, discernimento e juízo. Principalmente juízo já que não entendo que o leva a dizer que o Ocidente tremeu quando Chávez estava a ser… estúpido. Mais valia estar calado. Para finalizar, Chávez disse que se tivesse ouvido as palavras do Rei, teria tido outra reacção. Parece-me que esta postura configura aquela situação de que cão rafeiro, que só ladra quando já vai longe.

quarta-feira, novembro 14

Governo de perna curta e nariz grande



Diz a sabedoria popular que "a mentira tem perna curta" ou que "é mais fácil apanhar um mentiroso do que um coxo". Pois bem ou sou eu que detesto mesmo aquela gentinha ou então para o Governo só entram mesmo "coxos". "Coxos" de espírito, de inteligência, de formação, consciência, de sabedoria (podia ficar aqui horas e horas…). Confirmou-se agora que também são mentirosos. Provou-se que as afirmações do Primeiro-Ministro no debate do Orçamento, sobre o contracto estabelecido para as estradas de Portugal, e que foi rectificado pelo Presidente da República (não se esqueçam), são mentira. Disse que não se tinha ainda estudado por quanto tempo ia ser a concessão mas afinal, e ainda bem que existe papel, isso já estava estabelecido e serão 92 anos. Eu nem vou tecer considerações relativamente ao tempo de concessão só vou deixar uma nota: Muitas cidades foram nos últimos anos abençoadas com auto-estradas mas as alternativas foram destruídas para a construção das segundas. A minha pergunta é: Não deveria, no sentido de concessionar livremente as auto-estradas, o governo disponibilizar percursos alternativos? Faço questão de notar que eu posso ir, de onde quer que eu esteja, a Lisboa por Faro mas isso não creio que entre na categoria “percursos alternativos”. Ou seja com esta concessão muita gente vai ter que abrir os bolsos porque neste país, quando se privatiza, abrem-se as portas do inferno.
Num segundo episódio, que referi ontem num artigo, o Ministério da Justiça adjudicou por acerto directo (sem o normal e exigível concurso público!) a compra de cinco carros de alta cilindrada. Já nem falo no exemplo pouco ambiental que o governo passa, concentro-me antes no furar da política de contenção orçamental. No dia de hoje vem o bombeiro do governo (Ministro das Finanças) dizer que afinal “deu ordem”. Óbvia mentira que vai ter perna curta como teve a das estradas de Portugal e sabem porquê? Porque, e lembrando por onde comecei, os Ministros são pessoas “coxas” e a inveja e a lei de “quando há para um, há para todos” pode, e vai vir, ao de cima! Só falta contar o tempo para que isso aconteça. Que se seguirá? Baixa de impostos? Aumento real dos salários? Certinho é que o Inferno irá receber um bom molho de “lenha”.
Guardo para o final a genial afirmação do Primeiro-Ministro. Agradeço a risada que me deu no dia de ontem. Piadas daquelas só têm mesmo paralelo no circo. Passo a citar: este galardão não foi criado para “agradar ou massajar uma corporação”. “Não é uma operação de Relações Públicas, matéria em que não sou especialista” – mais uma mentira. Já agora. Sou de opinião que aos premiados não lhes teria ficado mal se não tivessem sequer comparecido quanto mais terem aceite esta afago “para inglês ver”.

terça-feira, novembro 13

Imagem . 10

Dívidas



Saiu a confirmação sobre o número de autarquias que estão endividadas e do valor desse endividamento. Sou sincero, sempre pensei que o valor fosse superior já que considero que é nessa Governação de proximidade que os pecadilhos e os compadrios mais se fariam notar. Eles existem mas até prova de contrário, isto é, contas mal feitas ou desorçamentação, não serão tantos quantos, pelo menos, eu acreditava. Certo é que isso nunca será um aspecto positivo, endividamento é mau veja de que prisma se veja e por muito "olhar estratégico" que se tenha. Os compadrios existem, prova disso são as falências ou desastres estruturais das cidades, e não podemos ignorar que muitos autarcas orientaram a sua vida e a dos seus sob um toldo com as letrinhas "PDM". Falta apurar isso mas há muitos que não querem ainda olhar para aí. Adiante... Confirma-se o endividamento de Lisboa mas não se confirma o seu primeiro lugar... e achei e acho estranho. Como maior sorvedor de dinheiros públicos (nossos) aparece a cidade de Vila Nova de Gaia. Se fosse uma pessoa mal intencionada afirmaria que esta notícia veio a jeito mas como não sou. No entanto não deixo escapar que, e apesar de Luis Filipe Menezes ter obra feita segundo Miguel Sousa Tavares (eu não conheço, sou sincero), este primeiro lugar é negativo. Mesmo que haja obra feita, ela não deve ser feita a qualquer custo. Posteriormente a isso, pelo menos no meu caso, não deixo passar em claro e de fazer este raciocínio: Se em Gaia, que terá os fundos que lhe são devidos, o dinheiro não chegou e a gestão foi danosa, o que será que poderá acontecer, num futuro "laranja", com os dinheiros públicos? Os gestores de V.N. de Gaia trocam-se! Muito bem mas se se recorrer aos do aparelho PSD, que outrora contribuíram para o descalabro, a situação não é mais risonha. Para onde quer que nos viremos parecemos condenados ao engano, às mentiras, aos ineptos e longe de um trajecto de excelência que só defende e segue, quem não governa. Parafraseando os senhores deputados - Disse!

Poesia . 14


Porto Sentido

Quem vem e atravessa o rio
junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende até ao mar_

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, sanjoanina
erigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa.

Carlos Alberto Gomes Monteiro (Carlos Tê)

Justiça "topo de gama"


O estado, na pessoa do Ministro da Justiça Alberto Costa não, vai investir em obras de melhoramento, resmas de papel, tinteiros, pessoal, meios informáticos e demais necessidades prementes do sistema judicial, vão ser CARROS! Espera, espera! Não vão ser carros quaisquer! Aí não? O que é que disse o tipo lá do fundo? Carros ecológicos? Parece maluco... Vão ser bombas!!! Da al-Qaeda? Nãaaaaaaao, daquelas que nos ultrapassam, quando vamos sossegados na nossa vidinha pelas auto-estradas, cheias de luzinhas (parecem uns ovnis) como se fossem um vendaval, que prometem arrancar pela raiz qualquer coisa que se lhes apareça pelo caminho, até o Vasco Uva. É só números grandes - 140 cavalos (fora os que...), 176 000 euros, 210 km/h e tudo por ajuste directo (que a AutoEuropa não ficou cá de borla) Amigos do ambiente? Nada disso, que a Galp ainda é nossa!
“E a contenção orçamental? É pá deixa lá isso! E os tribunais, que nas pessoas dos Magistrados, dos Advogados, do Ministério Público e demais órgãos, se queixam de falta de "ovos para a omoleta”? A galinha dos ovos de ouro é minha, não a dou a ninguém!" Um exemplo parece ser sempre um bom exemplo até quando vem de cima...
A justiça é lenta mas vai ser lenta em topos de gama.

Para rir . 1

Saí da cadeira onde escrevo e olhei "à volta". Nesse instante percebi que não consigo fugir "à alfinetada" sobre a actualidade. Não consigo, leio algo ou oiço ou vejo e ganho automaticamente duas coisas: a de me achar no direito de ter algo para dizer sobre o assunto (o chamado "meter o nariz") e a vontade que tenho de escrever isso aqui, já que ninguém num raio apreciável está com vontade de ouvir as minhas sandices. Ora bem... só assim não dá, para bem do quórum mental quer de quem lê, quer de quem escreve because it can rain all the time. Vai daí, e alguns dirão "enfim!", vou colocar aqui semanalmente (não me comprometo como o governo, vou fazer os possíveis algo que é mais do que executivo já faz) um vídeo que seja cómico. Qualquer coisa que anime no meio de tantos... insólitos.
Aqui fica o primeiro vídeo, enjoy.

domingo, novembro 11

¿por qué no te callas?


Decorreu por estes dias a XVII Cimeira Ibero-Americana a qual tinha poucos temas de interesse. Não existiam, à partida, grandes pontos de interesse e creio que a dita Cimeira aconteceu apenas porque o calendário assim o ditava. Quando isso acontece é porque mais vale enveredar por outro caminho. O único ponto de interesse centrava-se na ida ou não do Presidente Hugo Chavez. A dúvida foi desfeita às primeiríssimas horas do dia um da Cimeira com o avião do Presidente venezuelano a aterrar em solo chileno.
Restavam algumas dúvidas já que o Presidente venezuelano é conhecido pelas suas posturas muito pouco ortodoxas, dirão uns, algo alteradas, dirão outros, sobre certas questões. Não foge da retina que Hugo Chavez está, na sombra de umas reservas interessantes de petróleo, a tomar certas atitudes que fazem trazem, pelo menos a mim, a memória de Fidel Castro. Se por um lado a sua subida ao poder foi benéfica já que serviu de "stop" às economicistas pretenções Norte-Americanas relativamente à facilidade com que se prestavam a deitar a mão ao ouro negro venezuelano, por outro lado, a embriaguez de poder está a tornar-se o seu pior aliado. O cúmulo interno foi a aprovação de uma lei que permite que o mesmo se candidate ad eternum à presidência venezuelana (o homem já se terá esquecido, e fê-lo facilmente, do que é estar do lado da luta). Isso levou os estudantes à rua em protesto o que levou a que, como já se sabe que os facistas fazem, que a policia fosse para a rua de cacetete em riste a distribuir a "doutrina" por aqueles "mal educados".
Internacionalmente o cúmulo foi atingido ontem quando, a pretesto de não-sei-o-quê, o senhor Chavez se lembrou da palavra facista. A poder ou coberto de uma certa intolarável incontinência verbal, jorrou vezes sem conta o termo associado ao nome ex-Presidente espanhol. Pouco habituado a ambientes diferentes daqueles que o seu novo, intimidatório e abusador, para o povo venezuelano, status o Presidente Chavez esperaria que a Cimeira fosse conivente com a situação. Pois bem, o caso foi diferente e teve duas reacções. Uma educada e conciliatória mas intransigente por parte do Presidente espanhol e outra contundente e quiça, com raizes tugas, do Rei Juan Carlos que não teve pápas na língua e vai daí disparou: "¿por qué no te callas?". Só pecou, no meu entender, por duas coisas: Primeiro: Faltou ao Rei levantar-se de dar dois tabefes no estafermo. Em segundo, a reprimenda já foi tarde já que as verborreias do senhor há muito que ultrapassam o admissível.
A Cimeira não se resume a isso mas será isso que irá ficar para os livros de história.

sábado, novembro 10

Os Justiceiros


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E a ASAE atacou de novo e de tal maneira que até o Barbas, reconhecido Benfiquista e ferrenho adepto, diz que este fim de semana não vai ao estádio da Luz para estar de plantão à porta da referida autoridade em modo de reclamação. A ASAE continua a não deixar pedra sobre pedra...

Portugal, o país "yorn"



Fez ontem notícia que as custas legais de Fátima Felgueiras, que supostamente se orientou de maneira ilícita enquanto Presidente da Câmara de Felgueiras, são pagas pela mesma edilidade! Serei eu ou esta situação é merecedora de um prémio "Yorn"? Não sei bem sequer que mais poderei escrever neste artigo para mostrar toda a minha incredulidade e toda a minha vergonha por este país.
Quando um cidadão não tem dinheiro as custas legais são suportadas pelo estado através do chamado advogado oficioso. A senhora Fátima Felgueiras, devido à... Ignorância (?) de alguma população felgueirense, voltou a ser eleita, e assim a sua situação económica não será certamente compatível com a necessidade de recorrer às tais ajudas oficiosas. Não sei se foi graças aos senhores legisladores deste país por quem, a ser verdade, começo a ter cada vez menos respeito, ou se esta... janela foi instituída pela mesma senhora. Certo é que parece existir algum tipo de artigo que possibilita a que a senhora de Felgueiras reencaminhe a conta para a mesma edilidade. Resumindo: A senhora de Felgueiras certo dia pegou (supostamente) num saco. Era azul. O saco era mágico e sempre que este se abria davam-se os milagres da multiplicação e da aparição de dinheirinhos.
E quando o saquinho, ficou cheio de dinheirinho a senhora ficou contente mas outros ficaram chateados. Numa noite soube que uns meninos, chamados os "pejótas", iam ter com ela para saber coisas deste saquinho. Como ele era mágico, ela não estava disposta a deixar esses meninos mexerem nele e vai daí, antes que se fizesse tarde, foi confirmar a beleza das praias de Copacabana e da vida despreocupada. Mas as saudadinhas eram muitas (aliás os manos brasileiros e os acordos de extradição ajudaram a isso) e ela acabou por voltar com a promessa de não levar muitas "palmadas". Alguns meninos estudam agora o saquinho para saber de onde vem tal magia só que esses meninos não andam a ar. Nem esses nem o menino que a senhora de Felgueiras arranjou para guardar a magia e é exactamente este que passou um pepelinho, que vale dinheirinho e que afinal quem vai pagar, não é pessoa são pessoas e como é a dividir por uns... 10 milhões calha pouco a todos e por isso não se deve queixar.
O tio Isaltino será o senhor que se segue? Não sei mas parece que nós temos que as costas largas.

sexta-feira, novembro 9

Fogo fátuo


O país não vai bem e isso, toda a gente sabe. Uns tempos estranhos que teimam em não passar e que fazem questão de se arrastarem como o andar pesadão de um imenso elefante. Um elefante que não alinha num mimo em troco de um outro mimo, desta vez económico (toque da sineta), em sentido inverso. É neste espírito de contradição que está o país e o Governo. Pois bem, foi então este o espírito que levou imensa atenção e quiçá, gente, para frente da TV durante esta semana.
Prometia muito o debate do Orçamento de Estado. A constante luta por saber que é que afinal sabe somar, multiplicar, dividir e subtrair. A constante disputa por saber que vai dar a estocada na besta ou, se pelo contrário, será a besta a estocar os "jovens destemidos". Este debate tinha ainda, esperava o país interessado, um duelo mitológico já que, transpareciam os meios noticiosos em letras "néon", Sócrates ia encontrar a sua (andava doido para escrever isto) Nêmesis - Santana Lopes. (Era nesta altura que se ouviria isto). Mas no meio de tanta euforia, sentimentos mortíferos e vinganças bolorentas, alguém se esqueceu de algo muito importante: Estamos em Portugal. Resultado: O debate foi como se esperava, um interminável fiada de bocejos e pouco ajuste de contas em nome dos abusados portugueses.
O debate foi fraco e como se suspeitava ninguém "roeu a corda", isto é, ninguém teve a coragem de dar alguma emoção apesar de que, a certo ponto, o grupo açoriano prometeu mas não cumpriu. O menino ficava chateadito e então... Certo é que o documento lá foi aprovado com a maioria dos alinhadinhos, dos zombies cor-de-rosinha e o resto dificilmente fará história. Mas não desmoralizem já que apesar de se perder mais um ano, ou melhor, segundo o Sócrates, se ganhar(!?) mais um ano de boa governação, há uma confirmação cientifica mundial que foi conseguida neste país. Confirmou-se que o Inferno existe, chama-se Assembleia da República e é lá que pagamos os pecados havidos e por haver. E que faz a malta que daquilo vive? Falam, falam...

terça-feira, novembro 6

Da bola...


Ora estas breves linhas servem apenas para dois propósitos, sendo que os mesmos valem o que valem. Ao Luís Figo votos de melhoras numa situação nova já que é a 1.ª vez, salvo erro, que ele sofre uma lesão grave. O rapaz é forte, vitaminado, profissional e determinado por isso esta foi a primeira semana de recuperação.
A 2.ª nota é para Pedro Mantorras. O jogador do S.L. e Benfica assistiu um taxista nas proximidades da sua residência em virtude do primeiro ter sofrido um ataque cardíaco. Mostrou ter a calma suficiente para procurar ajuda para aguentar o senhor até chegar o INEM. Terá sido decisivo? Não sei e apenas importará ao taxista mas o acto é de louvar.