domingo, dezembro 4
sábado, dezembro 3
Relativamente a uma pessoa normal, sou um idiota.
Ainda no passado recente falava sobre asnos. Volto à carga porque há data da escrita do artigo o acontecimento já se tinha dado mas eu não tinha noção do "quadrúpede" em causa. O seu nome é Pedro Martins - economista e professor de Economia Aplicada na Faculdade de Queen Mary, da Universidade de Londres - e teve uma tirada, no mínimo, interessante. Afirmou que, em termos relativos (só deus é que sabe relativamente a que é que este homo sapiens se referia) o ordenado mínimo até nem é baixo. Na minha escala de desrespeito pela estupidez alheia esta tirada merecia que o Senhor? Cavalheiro? hmmm... o coisito em questão vivesse, digamos, um aninho com o ordenado mínimo e depois sim, em termos relativos, veríamos se a sua afirmação passa de relativa a globalmente, universalmente correcta. Se assim for espero que a mesma medida seja estendida aos membros do Governo. Deixo o audio porque acredito que não acreditem em mim.
Momento de honestidade
Sempre que penso em políticos portugueses, europeus, agências de rating, "mercados", bancos, seguradoras... Já mencionei políticos!?
Domínio Imagens, Sociedade... em ensaio
quinta-feira, dezembro 1
segunda-feira, novembro 28
O "terrorista"
...todos os dias pela manhã...
Tenho uma relação muito próxima com a minha cama e ela comigo. É o que se diz uma relação recíproca onde nos damos com a mesma vontade, apesar de nos conhecermos à pouco tempo. Mas tudo está bem acaba depressa e logo se intrometeu esse ciumento que vêem em cima. Com ele por perto a nossa relação está condenada ao fracasso. Só de pensar no seu aroma depois de feita de novo... Não é justo!
.
By Guilherme (e todos os bebés) que sofre por este terrorista.
Domínio Imagens, No sossego..., Teorias da conspiração
O mundo é Fado
Faltava a homenagem merecida ao Fado.
Houve anos a fio em que dissemos que Fado é Portugal. Quisemo-lo mundial e o Fado deixou de ser Português e agora é Universal.
Nos noticiários e não só, puxaram pelos fadistas de sempre, das músicas e versos de ontem e de hoje. Já eu pego na minha fadista. Não percebo de timbres mas sendo este um género muito nosso, onde as vozes portuguesas estão geneticamente ensinadas e esta menina, minha, é uma delas. Canta bem, para mim ninguém canta melhor e representa o que é para mim o Fado.
Domínio Actualidade, Excelente, Musica
Atenção: ruminantes travestidos à solta.
Asno. Asno é a palavra que não me tem saído da cabeça para classificar aquela espécie de animal, ou animais, que decidiu deitar o fogo ao estádio da luz. Não morro de amores pelo clube mas há coisas que não têm cabimento em parte nenhuma, só na mente de anormais. Estendo o termo às direcções dos clubes pela inteligência demonstrada em, com a boca dizer uma coisa e em atitudes fazerem outra. Fico à espera de uma confirmação mais directa às condições dadas aos adeptos visitantes, ao modo como o acesso ao lugar foi feito para encontrar algum pingo de verdade em histórias tão contrastantes. Asnos, mas não sei se é de sofrer de clubite, parece-me que ainda assim as “orelhas” são maiores do lado Benfiquista. Uma coisa é certa, ninguém sai a ganhar com isto.
De Asnos passo para Asno. Cavaco Silva começa a meter alguma raiva, explico. Se é certo que eu não passo na ponte Vasco da Gama ou não sou atendido nos Hospitais com parcerias público-privadas (leia-se, doravante, ppp's) mas pago-as como contribuinte, também é certo que sou frequentador da auto-estrada A23 e sem ela o meu percurso, engrandeceria em tempo, qualquer coisa como uma hora e meia. Passaria para o dobro. Assim, compreendo que o contribuinte assíduo dos serviços referidos e muitos outros, como a TAP ou a RTP, precise da minha ajuda para pagar esses serviços que não usufruo mas, por outro lado, não que ache que a conta da A23 seja a dividir por todos. Assim isto do utilizador pagador tem algo que se lhe diga…
Ainda assim, retornando ao Asno, não desisto de dizer que não se entende que não se revejam os contratos destas auto-estradas (e das ppp's). Não entendo sendo isso um dos cernes da questão - o problema é financeiros não é? Não entendo como Cavaco Silva promulga o diploma e acto seguido diga que são necessárias medidas de discriminação positiva para o Interior, seja ele qual for. A que interior se referia? Minas!? Qualquer dia perco o juízo e envio um fardo de palha para Belém, talvez com alimento as besteiras deixem de ser verborreadas. Numa sociedade em que o tempo é dinheiro, em que a distância nunca se tornou tão curta como agora e convém que assim fique, venha este senhor pedir discriminação depois de discriminar, em sentido oposto, e enviar o interior para quinze ou vinte anos atrás. É de débil mental. E por falar nisso não entendo como o senhor Coelho não chama o menino Álvaro e lhe diz isso. Não precisamos de dinheiro!?
É tão complicado alterar os contratos? (eu compreendo não andaram as empresas a granjear favores para agora perder o investimento feito, estando seguramente os mesmos blindados até aos dentes, os contratos claro.) Compreendo mas como parte pagante, roubada, contribuinte exijo que se lhes ofereça assim: Querem negociar isso? E negociar como negoceia uma dona de casa na banca da fruta e não como quem vai pedir e vem sem calças, como tem sido. E se eles não quiserem, tudo bem. Mas façam o seguinte: aumentem os impostos só a essa gente, coloquem a autoridade para das condições do trabalho dia sim dia sim na empresa, multem as suas viaturas por tudo o que for possível, mandem as finanças virar tudo do avesso. Façam isso, talvez resulte, talvez depois queiram negociar, honestamente.
De Asnos passo para Asno. Cavaco Silva começa a meter alguma raiva, explico. Se é certo que eu não passo na ponte Vasco da Gama ou não sou atendido nos Hospitais com parcerias público-privadas (leia-se, doravante, ppp's) mas pago-as como contribuinte, também é certo que sou frequentador da auto-estrada A23 e sem ela o meu percurso, engrandeceria em tempo, qualquer coisa como uma hora e meia. Passaria para o dobro. Assim, compreendo que o contribuinte assíduo dos serviços referidos e muitos outros, como a TAP ou a RTP, precise da minha ajuda para pagar esses serviços que não usufruo mas, por outro lado, não que ache que a conta da A23 seja a dividir por todos. Assim isto do utilizador pagador tem algo que se lhe diga…
Ainda assim, retornando ao Asno, não desisto de dizer que não se entende que não se revejam os contratos destas auto-estradas (e das ppp's). Não entendo sendo isso um dos cernes da questão - o problema é financeiros não é? Não entendo como Cavaco Silva promulga o diploma e acto seguido diga que são necessárias medidas de discriminação positiva para o Interior, seja ele qual for. A que interior se referia? Minas!? Qualquer dia perco o juízo e envio um fardo de palha para Belém, talvez com alimento as besteiras deixem de ser verborreadas. Numa sociedade em que o tempo é dinheiro, em que a distância nunca se tornou tão curta como agora e convém que assim fique, venha este senhor pedir discriminação depois de discriminar, em sentido oposto, e enviar o interior para quinze ou vinte anos atrás. É de débil mental. E por falar nisso não entendo como o senhor Coelho não chama o menino Álvaro e lhe diz isso. Não precisamos de dinheiro!?
É tão complicado alterar os contratos? (eu compreendo não andaram as empresas a granjear favores para agora perder o investimento feito, estando seguramente os mesmos blindados até aos dentes, os contratos claro.) Compreendo mas como parte pagante, roubada, contribuinte exijo que se lhes ofereça assim: Querem negociar isso? E negociar como negoceia uma dona de casa na banca da fruta e não como quem vai pedir e vem sem calças, como tem sido. E se eles não quiserem, tudo bem. Mas façam o seguinte: aumentem os impostos só a essa gente, coloquem a autoridade para das condições do trabalho dia sim dia sim na empresa, multem as suas viaturas por tudo o que for possível, mandem as finanças virar tudo do avesso. Façam isso, talvez resulte, talvez depois queiram negociar, honestamente.
Domínio Actualidade, Mãos no ar isto é um assalto
domingo, novembro 27
D'a bola d'ontem
Do jogo. Posso dizer que do lado do meu Sporting, tirando a entrada de Matias, a equipa era aquela que esperava. Uma equipa para discutir contra outra boa equipa o resultado do encontro. Do lado benfiquista a novidade seria só a do centro defensivo e Jardel foi realmente novidade por ter entrado de início e por não ter comprometido na sua acção ao longo do jogo (isto apesar do penalty sobre o central Sportinguista).
Jogo bem disputado, não aberto e mais táctico, com o meio campo a ser o ponto de encontro das equipas. Os passes longos, mais do lado do benfica, foi o modo como ambas as equipas optaram por construir os seus ataques. Aqui sublinhe-se os muitos passes perdidos pela linha lateral do benfica. Com pressão alta os seus centrais tremeram na saída da bola e do lado dos meus no timming correcto para arrear a bola para longe no momento do aperto. Houve chances para os dois lados sendo a mais importante a de Gaitan, numa bela jogada estudada. Ainda assim as hipóteses não sorriram mais a uma equipa do que a outra e até ao golo, nenhuma equipa merecia estar na frente do resultado. O golo, como era previsível ao fim da primeira meia-hora se viesse, viria em bola parada ou erro crasso. E assim foi. O Sporting defende em zona os cantos e se o ataque ao lance não é decidido e se a bola acerta no local certo, o golo acontece e aconteceu. Pareceu-me que ainda a perder, o Sporting até ao golo tinha estado por cima do jogo.
No segundo tempo o benfica, com um golo, entrou mais moralizado e por cima do jogo e o Sporting viveu seguramente o pior período do jogo. Bola aos trambolhões, pelo ar e esse jogo beneficia a equipa mas trapalhona que para mim é a do benfica (tirando aimar e witsel). Quando a bola assentou no chão o Sporting voltou ao jogo e aí… Cardozo expulso. Não sei se… pareceu-me algo excessivo. Daí para a frente foi autocarro benfiquista e pressão Sportinguista. Podia ter dado em empate e devia mas não deu.
Nota para o árbitro: fraco, o amarelo a Elias é ridículo e durante a primeira parte teve dualidade de critérios no mesmo tipo de lance, faltas no meio do campo, onde o apito servia sempre a estranha fraqueza ao choque dos jogadores benfiquistas. Nos cartões foi pistoleiro justificando-se apenas um dos quatro mostrados, uma clara tentativa de controlar o jogo ao sabor do amarelo. Um penalty por assinalar que deveria ter visto porque o benfica marca ao homem ao contrário do Sporting que como marca à zona não promove esse tipo de situações. Não cumpriu os tempos e fez a vontade ao benfica no intuito compreensível de perder tempo.
Na análise do jogo vejo um momento fulcral. Quando Domingos aposta em André Santos, a substituição perde-se e aí o meu treinador deveria logo ter apostado num avançado. Ao entrar, André nada trouxe, nem posse, nem dinâmica ou linha de passe ao meio terreno. E depois ao entrar Bojinov, Domingos deveria ter retirado André. Mantinha Insua (a subir sem travões) que na meia distância e lances parados já provou ser importante, mantinha Schaars no meio a criar linhas de passe pelos meandros da chuva e poderia deixar ir Onyewu ir para a frente para o jogo mais directo sem problema. Aqui Domingos, à posteriori, falhou para mim.
Para finalizar: Incidentes – de lamentar e sem mas. A rever as questões levantadas pelo vice leonino relativas às condições dadas aos adeptos Sportinguistas. De lamentar a atitude da polícia ou dos elementos que controlam o acesso dos adeptos às bancadas. Não se entende como é possível haver tanta paneleirice com a revista dos adeptos e que depois de verifiquem as tochas acesas nas bancadas. Ridícula a questão da zona de segurança. As claques do Sporting estão legalizadas ao contrário das do benfica. Compreendo que se tenha cuidado com estes senhores mas julgo ser do boas práticas ter os mesmos cuidados com uns e com outros. Para Alvalade espero que o tratamento seja digno e que apenas seja permitida a entrada de claques devidamente licenciadas à luz da lei; Umas palavras aos treinadores. Domingos sincero, bem a analisar o encontro, sem subterfúgios. J. Jesus…algo triste. Teve um discurso coerente na flash interview mas depois na sala de imprensa teve uma ejaculação precoce verbal e disse que o modelo de jogo do benfica é seguido por todas as equipas, como se o futebol tivesse sido inventado com a sua pessoa… qualquer dia as outras equipas também terão de se vergar porque, por exemplo, decerto o verde da relva também foi inventado por este poeta que cria obras-primas no passo ritmado e furioso do mascar de pastilha elástica. É pobre.
Haverá mais jogos para a desfrutar destas duas equipas. Até lá, saudações leoninas.
Jogo bem disputado, não aberto e mais táctico, com o meio campo a ser o ponto de encontro das equipas. Os passes longos, mais do lado do benfica, foi o modo como ambas as equipas optaram por construir os seus ataques. Aqui sublinhe-se os muitos passes perdidos pela linha lateral do benfica. Com pressão alta os seus centrais tremeram na saída da bola e do lado dos meus no timming correcto para arrear a bola para longe no momento do aperto. Houve chances para os dois lados sendo a mais importante a de Gaitan, numa bela jogada estudada. Ainda assim as hipóteses não sorriram mais a uma equipa do que a outra e até ao golo, nenhuma equipa merecia estar na frente do resultado. O golo, como era previsível ao fim da primeira meia-hora se viesse, viria em bola parada ou erro crasso. E assim foi. O Sporting defende em zona os cantos e se o ataque ao lance não é decidido e se a bola acerta no local certo, o golo acontece e aconteceu. Pareceu-me que ainda a perder, o Sporting até ao golo tinha estado por cima do jogo.
No segundo tempo o benfica, com um golo, entrou mais moralizado e por cima do jogo e o Sporting viveu seguramente o pior período do jogo. Bola aos trambolhões, pelo ar e esse jogo beneficia a equipa mas trapalhona que para mim é a do benfica (tirando aimar e witsel). Quando a bola assentou no chão o Sporting voltou ao jogo e aí… Cardozo expulso. Não sei se… pareceu-me algo excessivo. Daí para a frente foi autocarro benfiquista e pressão Sportinguista. Podia ter dado em empate e devia mas não deu.
Nota para o árbitro: fraco, o amarelo a Elias é ridículo e durante a primeira parte teve dualidade de critérios no mesmo tipo de lance, faltas no meio do campo, onde o apito servia sempre a estranha fraqueza ao choque dos jogadores benfiquistas. Nos cartões foi pistoleiro justificando-se apenas um dos quatro mostrados, uma clara tentativa de controlar o jogo ao sabor do amarelo. Um penalty por assinalar que deveria ter visto porque o benfica marca ao homem ao contrário do Sporting que como marca à zona não promove esse tipo de situações. Não cumpriu os tempos e fez a vontade ao benfica no intuito compreensível de perder tempo.
Na análise do jogo vejo um momento fulcral. Quando Domingos aposta em André Santos, a substituição perde-se e aí o meu treinador deveria logo ter apostado num avançado. Ao entrar, André nada trouxe, nem posse, nem dinâmica ou linha de passe ao meio terreno. E depois ao entrar Bojinov, Domingos deveria ter retirado André. Mantinha Insua (a subir sem travões) que na meia distância e lances parados já provou ser importante, mantinha Schaars no meio a criar linhas de passe pelos meandros da chuva e poderia deixar ir Onyewu ir para a frente para o jogo mais directo sem problema. Aqui Domingos, à posteriori, falhou para mim.
Para finalizar: Incidentes – de lamentar e sem mas. A rever as questões levantadas pelo vice leonino relativas às condições dadas aos adeptos Sportinguistas. De lamentar a atitude da polícia ou dos elementos que controlam o acesso dos adeptos às bancadas. Não se entende como é possível haver tanta paneleirice com a revista dos adeptos e que depois de verifiquem as tochas acesas nas bancadas. Ridícula a questão da zona de segurança. As claques do Sporting estão legalizadas ao contrário das do benfica. Compreendo que se tenha cuidado com estes senhores mas julgo ser do boas práticas ter os mesmos cuidados com uns e com outros. Para Alvalade espero que o tratamento seja digno e que apenas seja permitida a entrada de claques devidamente licenciadas à luz da lei; Umas palavras aos treinadores. Domingos sincero, bem a analisar o encontro, sem subterfúgios. J. Jesus…algo triste. Teve um discurso coerente na flash interview mas depois na sala de imprensa teve uma ejaculação precoce verbal e disse que o modelo de jogo do benfica é seguido por todas as equipas, como se o futebol tivesse sido inventado com a sua pessoa… qualquer dia as outras equipas também terão de se vergar porque, por exemplo, decerto o verde da relva também foi inventado por este poeta que cria obras-primas no passo ritmado e furioso do mascar de pastilha elástica. É pobre.
Haverá mais jogos para a desfrutar destas duas equipas. Até lá, saudações leoninas.
sexta-feira, novembro 25
quinta-feira, novembro 24
Para embalar o resto da semana
Que boa música que temos tido. Raios que sabe mesmo bem e enche de orgulho ter todos estes artistas cá no burgo :) E o JP Simões já andava para o colocar aqui ao tempo...
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