Flashback. E quase que acerto com o calendário :)
quinta-feira, novembro 24
Para embalar o resto da semana
Que boa música que temos tido. Raios que sabe mesmo bem e enche de orgulho ter todos estes artistas cá no burgo :) E o JP Simões já andava para o colocar aqui ao tempo...
terça-feira, novembro 22
Fazer hamlet implica partir ovos
Estou em dúvida. Não sei se faça ou não greve. “Feliz de quem pode viver essa dúvida” dirá o assalariado do privado que leva para casa seiscentos euros. Sim é verdade, por esse prisma sou. Apetecia-me dizer “estudasses” mas não direi… Se é verdade que me cobre uma espécie de manto que me permite optar, também não deixa de ser verdade que cumpro com os meus deveres e em retorno não vejo nada.
“Ainda vai pouco tempo…” Sim é certo mas nesse pouco tempo já houve estofo para me prometerem retirar, deve começar precisamente na quinta-feira, qualquer coisa como três mil euros. Se eu não cumprisse os meus deveres, se eu viesse para casa com remorsos ou se vivesse com a mira diária em tudo menos no trabalho, não teria por certo que na minha cabeça plantada esta questão mas sim outra mais incipiente.
O pistoleiro Gaspar já não foi tão rápido no sentido de cortar subsídios vários de políticos “que de classe têm pouco” e de outros altos cargos do estado: alojamento, deslocação, de reintegração - acho este fantástico principalmente porque uma pessoa recebe uma pipa de massa, que entala no último classe E da mercedes e para arrematar a questão ainda ganha um lugar para fazer nenhum no estado – e permite que se perpetuem as nomeações tal como esclarece, de um modo quase sarcástico, o diário da república.
Será pelos oitenta euros? Não, é dinheiro, pertence-me mas não. Sem querer passar um ar superior, o que me move são outras coisas. Quero-me associar a um protesto como o de dia vinte e quatro próximo? Não tenho problemas com pessoas como Carvalho da Silva ou Jerónimo de Sousa pelos quais nutro estima e pontos em comum mas é aí o meu fim de linha. Os sindicatos, instituições fundamentais, estão embrenhados no mesmo lodo que corre nas veias políticas nacionais. Porra.
“Ainda vai pouco tempo…” Sim é certo mas nesse pouco tempo já houve estofo para me prometerem retirar, deve começar precisamente na quinta-feira, qualquer coisa como três mil euros. Se eu não cumprisse os meus deveres, se eu viesse para casa com remorsos ou se vivesse com a mira diária em tudo menos no trabalho, não teria por certo que na minha cabeça plantada esta questão mas sim outra mais incipiente.
O pistoleiro Gaspar já não foi tão rápido no sentido de cortar subsídios vários de políticos “que de classe têm pouco” e de outros altos cargos do estado: alojamento, deslocação, de reintegração - acho este fantástico principalmente porque uma pessoa recebe uma pipa de massa, que entala no último classe E da mercedes e para arrematar a questão ainda ganha um lugar para fazer nenhum no estado – e permite que se perpetuem as nomeações tal como esclarece, de um modo quase sarcástico, o diário da república.
Será pelos oitenta euros? Não, é dinheiro, pertence-me mas não. Sem querer passar um ar superior, o que me move são outras coisas. Quero-me associar a um protesto como o de dia vinte e quatro próximo? Não tenho problemas com pessoas como Carvalho da Silva ou Jerónimo de Sousa pelos quais nutro estima e pontos em comum mas é aí o meu fim de linha. Os sindicatos, instituições fundamentais, estão embrenhados no mesmo lodo que corre nas veias políticas nacionais. Porra.
Domínio Actualidade, No sossego...
terça-feira, novembro 15
segunda-feira, novembro 14
Eusébio calado é um poeta
Eu gosto de futebol, gosto muito. É com a bola que eu procuro ligar-me “à terra”, momento no qual coloco os afazeres em stand-by e me ponho à frente das coisas. Sabe-me bem e entra seguramente nas dez coisas que mais gosto de fazer no tempo, cada vez menor, de lazer. Ora bem para quem gosta e joga haverá sempre tendência a admirar as capacidades daqueles que foram longe na modalidade. Eu sou do tempo de ainda ver jogar o Maradona na sua plenitude, não por muito tempo mas lembro-me bem do magistral golo de Diego contra o mundo inglês. Não sei se foi o melhor jogador que vi até porque considero que os bons têm sempre algo especial e inconfundível. Maradona era pequenino e de aspecto pesadote mas corria com a bola perto dos pés como ninguém, parecido com o Messi mas este último corre com mais raiva, Maradona era mais estético. Ambos com uma técnica diabólica. O Figo era um portento de força e técnica, colocava a bola e fintava bem demais para os adversários. Zidane era "o" senhor no campo. Talvez este tenha sido o jogador mais elegante que vi jogar e por isso e porque jogava futebol como quem joga xadrez, foi dos jogadores que mais me marcou. Existem muitos outros claro e iria deixar de fora muitos deles (Ronaldo, Guardiola, Mathaus, Paulo Sousa, Sergi, Romário, Rivaldo, Roberto Carlos, Raúl, Bággio, Zola e eu sei lá!).
Porque falo nisto? Bem durante a última semana li duas intervenções de Eusébio que sinceramente me deixaram desconsolado e me estão a fazer esvaziar o que ouvi dele. Penso para mim: está velhote… Mas depois penso: caramba está velhote mas não deve estar destrambelhado. Numa semana Eusébio, sem grande propósito desancou no meu Sporting sem motivo aparente e disse que o Sporting era à época, o clube dos racistas. Que odiava o Sporting e que jamais jogaria no Sporting, isto a propósito da história de que ele vinha para jogar lá mas que depois tinha sido desviado pelo Benfica. Sou daqueles que gostava de saber essa história ao certo mas já era escusado ler daquele que é considerado o melhor jogador Português, e ressalvo não um dos melhores jogadores africanos, que exerce como embaixador da selecção nacional aquela que existe também porque eu pago impostos, que odiava o Sporting. Não carecia, não lhe fica bem.
Esqueci ou melhor não fiz questão de escrever algo. Hoje veio de novo fazer declarações a propósito da polémica entre Alan e Javi Garcia. Disse que Alan era estúpido só porque este se queixa de que Javi o chamou de preto. Eusébio diz que seria caso para isso se lhe tivessem chamado branco, mas como lhe chamaram preto ele é estúpido. Compreendo que no tempo em que jogava os comentários racistas fossem “o pão nosso de cada dia” mas hoje em dia e ainda por cima neste país, queria crer que estaríamos a andar noutro sentido. Parece que não e Eusébio, preto, não se chateia com isso. Se o chamassem de Neoblanc, Javisol, Ajax só para citar algumas marcas talvez Eusébio se sentisse mais afectado na sua honra.
Pela minha parte só posso dizer o seguinte: ser jogador da bola não implica ser burro ou bruto, não é sinónimo de ser estúpido nem de que se considere menos o que saia da sua boca. Ainda assim Eusébio, o tal pantera negra, esforça-se por me contrariar e assim, para mim, este agora só lembra uma personagem que chula os meus impostos, é estúpido, burro como uma porta e devia fazer o que Romário, esse pequeno enorme jogador e que eu saiba sem instrução superior, disse em tom poético sobre Pelé: Pelé calado é um poeta.
Porque falo nisto? Bem durante a última semana li duas intervenções de Eusébio que sinceramente me deixaram desconsolado e me estão a fazer esvaziar o que ouvi dele. Penso para mim: está velhote… Mas depois penso: caramba está velhote mas não deve estar destrambelhado. Numa semana Eusébio, sem grande propósito desancou no meu Sporting sem motivo aparente e disse que o Sporting era à época, o clube dos racistas. Que odiava o Sporting e que jamais jogaria no Sporting, isto a propósito da história de que ele vinha para jogar lá mas que depois tinha sido desviado pelo Benfica. Sou daqueles que gostava de saber essa história ao certo mas já era escusado ler daquele que é considerado o melhor jogador Português, e ressalvo não um dos melhores jogadores africanos, que exerce como embaixador da selecção nacional aquela que existe também porque eu pago impostos, que odiava o Sporting. Não carecia, não lhe fica bem.
Esqueci ou melhor não fiz questão de escrever algo. Hoje veio de novo fazer declarações a propósito da polémica entre Alan e Javi Garcia. Disse que Alan era estúpido só porque este se queixa de que Javi o chamou de preto. Eusébio diz que seria caso para isso se lhe tivessem chamado branco, mas como lhe chamaram preto ele é estúpido. Compreendo que no tempo em que jogava os comentários racistas fossem “o pão nosso de cada dia” mas hoje em dia e ainda por cima neste país, queria crer que estaríamos a andar noutro sentido. Parece que não e Eusébio, preto, não se chateia com isso. Se o chamassem de Neoblanc, Javisol, Ajax só para citar algumas marcas talvez Eusébio se sentisse mais afectado na sua honra.
Pela minha parte só posso dizer o seguinte: ser jogador da bola não implica ser burro ou bruto, não é sinónimo de ser estúpido nem de que se considere menos o que saia da sua boca. Ainda assim Eusébio, o tal pantera negra, esforça-se por me contrariar e assim, para mim, este agora só lembra uma personagem que chula os meus impostos, é estúpido, burro como uma porta e devia fazer o que Romário, esse pequeno enorme jogador e que eu saiba sem instrução superior, disse em tom poético sobre Pelé: Pelé calado é um poeta.
Domínio Nas bancas, No sossego...
domingo, novembro 13
Produção nacional
E é em tempos de desilusão colectiva que a comédia nacional pega o touro como deve ser e propõe um projecto com excelentes perspectivas. Depois de tanta e boa produção vem agora, na senda do major Alvega, o capitão Falcão - uma espécie de personagem do antigo regime que se propõe, ao que parece, arrear em tudo o que desafie o sistema num estilo Batman & Robin dos anos 60. Que alguém possibilite que isto passe para além do piloto.
Live "the game"
Palavras para quê? Só não sabemos os créditos com que nascemos e as vidas que vamos ganhando. Mas todos acabamos sem moedas :)
sábado, novembro 12
Sem vergonhas!
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Filhos da puta. Mil vezes filhos da puta!
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Parece-me inadmissível e inqualificável a posição pública que a associação de bancos portugueses tomou relativamente às condições para a requisição da ajuda no âmbito resgate a Portugal. E desculpem mas estes fidalgos são uns verdadeiros chulos, facínoras, ladrões, sem vergonhas!
Alguém disse a esses camelos para recorrerem à ajuda!? Alguém os obriga!? Têm que pedir é? Estão com os tomates entalados!? Então que se lixem! (com F!) Talvez assim fiquem em sintonia com o resto do país. Tivessem ido à escola aprender a fazer contas. Como o Senhor “António” que já não consegue pagar a casa ao banco(!). Tentou negociar e queriam-lhe o rim sobrante porque o outro ficou logo do banco no dia que assinou o contrato de compra da casa. Assim teve que recorrer a outra "financiadora leonina" e apertar ainda mais o laço em volta de um pescoço já em ferida. Cabe na cabeça a alguém que uma pessoa que compre uma casa por 100 mil euros acabe por ter que pagar pelo menos o dobro! Agiotas, especuladores! Filhos da puta!
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Parece-me inadmissível e inqualificável a posição pública que a associação de bancos portugueses tomou relativamente às condições para a requisição da ajuda no âmbito resgate a Portugal. E desculpem mas estes fidalgos são uns verdadeiros chulos, facínoras, ladrões, sem vergonhas!
Alguém disse a esses camelos para recorrerem à ajuda!? Alguém os obriga!? Têm que pedir é? Estão com os tomates entalados!? Então que se lixem! (com F!) Talvez assim fiquem em sintonia com o resto do país. Tivessem ido à escola aprender a fazer contas. Como o Senhor “António” que já não consegue pagar a casa ao banco(!). Tentou negociar e queriam-lhe o rim sobrante porque o outro ficou logo do banco no dia que assinou o contrato de compra da casa. Assim teve que recorrer a outra "financiadora leonina" e apertar ainda mais o laço em volta de um pescoço já em ferida. Cabe na cabeça a alguém que uma pessoa que compre uma casa por 100 mil euros acabe por ter que pagar pelo menos o dobro! Agiotas, especuladores! Filhos da puta!
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Se eu quisesse na segunda-feira ir comprar um Porsche gostaria de saber o que alguns dos seus empregados me iriam dizer quando eu lhes pedisse o dinheiro. Se usariam a mesma bitola comigo que querem para eles. Ai deles que tivessem a tentação de me pedirem juros altos ou garantias para o dinheiro que lhes pediria. As pessoas haviam de descer, ou subir, do alto da sua educação e ir aos bancos tirar todo o dinheiro. É fazer um manguito a estes grandessíssimos filhos da puta!
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De quatro meus senhores, de quatro! E preparem-se para sofrerem aquilo que têm feito a milhares de famílias por este país fora. Preparem-se para a penetração. Gostaria que o estado aproveitasse para também moralizar esse grémio de abutres. Sempre quero ver se o ministro das Finanças tem a espinha tão direita como parece ou se será um títere nesse momento. E que não deixe para trás o palerma do governador do Banco de Portugal que ao que li se prepara para interceder a favor desses usurpadores junto do Governo a propósito desta temática.
Domínio Mãos no ar isto é um assalto, Nas bancas
Novo estilo musical - Fatal! = fado + metal!
A improbabilidade por vezes torna-se bem simpática :)
Venha mais!
quarta-feira, novembro 9
Como animar o dia
Pela manhã a vida é um pouco mais difícil e por isso nada melhor que apanhar umas quantas barrinhas de energia. Cem dão direito a uma vida extra! :)
terça-feira, novembro 1
Um post "tipo bom"
Hoje rapino sem apêlo nem agravo um video que vi no outro blogue de onde já devia ter sido despedido por falta de comparência... Lá sou uma espécie de "tipo participante". Vou lá agora surpreender para me redimir com eles.
Rituais
Penso que não são precisas datas especiais para qualquer coisa que seja, inclusive para lembrar quem partiu. Faço-o muitas vezes e nelas, se estou sozinho em situações semelhantes à imagem, acabo por fazê-lo com as lembranças boas que tenho e bebo qualquer coisa em homenagem. Não vou a cemitérios. Não gosto. E como dizia certo dia o curioso padre da colina so Sol - não precisamos de igreja para cultivar a religião, temos a igreja em nós próprios - Não sendo eu crente, religioso ou algo parecido, partilho do seu modo de estar para também considerar que posso bem trocar o visão do cemitério pelo sossego de uma barra com um copo por companhia. Esse é o meu ritual, assim faço esse culto e não o faço desmerecendo a sua memória. Por isso... À vossa.
Domínio Efemérides, No sossego...
Reformas "Ctrl+Alt+Del"
Procurei mas ainda não li. Procurei com vontade? Pouca. Também o condenado à morte não vai aos pinotes para o cadafalso. Terrível esta comparação...
Bom, queria ter lido a entrevista do Ministro da Educação e Ensino Superior mas a mesma escapou-se-me por entre os pedidos dos outros professores que queriam saber do futuro. Não li mas a informação ininterrupta fez o obséquio de me prendar com os pontos essenciais. Sobre as Ciências não ouvi nada. Ou não houve referência ou para os meios informativos isso são peanuts (quero acreditar mais na primeira). De interessante tudo. O que me prendeu a mente foi a questão das TIC. Ora bem antes de mais o acrónimo TIC representa Tecnologias da Informação e Comunicação, ou seja vulgarmente designado por "computadores".
Vão acabar com a disciplina no nono ano com o pretexto, fundado ou não, de que a juventude já sabe daquilo, disto onde escrevo a rodos. Sim e não. Sabe do coloquial para a idade que é: sacar filmes e músicas, andar nas redes sociais mais com menos do que mais jeito, consultar o mail, participar em sites de chats e arranham algo de word. Os que têm essa vontade já dominam o A-B-C de um blogue. E pronto.
Quem sabe o que eu acabei de descrever sabe de informática? Se assim é venha de lá esse atestado de competências com classificação superior a "conhecimentos de utilizador". A verdade é que os alunos, tal como ainda alguns muitos profissionais liberais ou do estado encontram dificuldades nesta ferramenta (até nos programas mais básicos da edição de texto ou de cálculo). E é normal que assim seja porque a escola não foi estruturada para que essa lacuna fosse colmatada e desengane-se quem julga que o que os alunos andam a aprender em TIC os ajuda a dar a volta estas temáticas. Nunca vi o programa de TIC e posso estar a laborar em erro mas não será normal que alunos com o nono ano completo não tenham visto como se faz um gráfico em Excel ou como se formata um documento em word.
Senhor Ministro, antes de mexer, coloque as acções onde antes colocava as palavras - estude. Veja o que é necessário e de que modo podem os bambinos aprender para o futuro serem letrados neste mester. Que não lhes aconteça como ao comum dos estudantes da minha e de outras gerações que apenas aprendeu em função das necessidades do momento (realizar um trabalho, um relatório, uma apresentação qualquer).
E isto é só das TIC's... que virá aí...
Domínio Educação, Política, Sociedade... em ensaio
Equilíbrios instáveis
O seppuku ou harakiri é o ritual ancestral japonês de manter ou recuperar a honra do próprio e, por extensão, da família quando sob a mesma pende uma suspeita ou atitude indigna. Os ocidentais sempre perceberam mal este tipo de rituais autoinfligidos, brutais. E porque falo nisto: Grécia.
Depois de mais de um ano a brincar à Europa a bicefalia reinante lá conseguiu destrinçar um acordo possível para a zona euro. A bicefalia Merkozy não fez nada que imeeeeeeensa gente não tivesse já aventado como a solução possível. Ao perderem tempo, ao não trabalharem com os fundamentos europeus, de discussão, de debate, de sociedade de ideais comuns, a europa ficou com péssima reputação e a situação agravou-se primeiro para os incumpridores e respingando agora para os futuros incumpridores. Sim futuros porque os investidores e agências de rating já começam a afiar o dente à Itália tendo já brincado, qual gato com um novelo de lã, com a Espanha. A França também já foi leve, levemente visada. Pois bem a Europa está a saque. E que se fez? Nada. Podia-se ter feito? Sim podia mas para os bancos Alemães não era a mesma coisas e assim a senhora Chaceler deixo andar o burgo em lume brando.
E agora chegou o touro. A Grécia que anda a penar inter e externamente vai para mais de um ano e meio, e aqui não entro com a recessão de 2008 que há-de ser conhecida como a recessãozinha europeia, decidiu fazer o quê. Power to the people. Se há coisas que eu não sei mas sou capaz de adivinhar é que não se deveria confiar ao povo uma decisão que os irá afectar de um modo decisivo. Já dizia Upton Sinclair: “It’s difficult to get a man to understand something, when his salary depends upon his not understanding it!"
E que temos entre mãos? A Grécia deve imenso. Foi-lhe perdoado metade mas metade de imenso é mais que muito. As negociações alinhavadas só não preveem certamente que os gregos tenham que doar rins para venda e assim aumentar as exportações para com o estrangeiro. Que terão pensado? No final disto tudo, daqui a dez anos ainda haverá gente e não emprestar dinheiro. A Europa não nos deu a mão como seria sensato. Que temos a perder? Nicles, já estamos abaixo da tona de água, vamos democratizar isto – Referendo! E assim estamos em vias de nos afundar todos, até a “banda” que toca ainda com a farpela seca.
E tudo começou nos Estados Unidos em 2008 e ninguém parece querer lembrar-se disso ou pedir qualquer coisa ao lado de lá do charco.
Assim inevitavelmente a democracia, sem a vénia, vai entrar na europa como um clister feito à bruta sem sequer o educado “posso?”.
Cenas dos próximos capítulos? Para já mudaram-se as chefias militares na Grécia? Golpe de estado? Num estado soberano europeu?? Vamos viver tempos novos. Nunca a Europa viveu tempos assim. E o emprego pá!? As pessoas para depois, vamos é arranjar maneira de recuperar o dinheiro.
Depois de mais de um ano a brincar à Europa a bicefalia reinante lá conseguiu destrinçar um acordo possível para a zona euro. A bicefalia Merkozy não fez nada que imeeeeeeensa gente não tivesse já aventado como a solução possível. Ao perderem tempo, ao não trabalharem com os fundamentos europeus, de discussão, de debate, de sociedade de ideais comuns, a europa ficou com péssima reputação e a situação agravou-se primeiro para os incumpridores e respingando agora para os futuros incumpridores. Sim futuros porque os investidores e agências de rating já começam a afiar o dente à Itália tendo já brincado, qual gato com um novelo de lã, com a Espanha. A França também já foi leve, levemente visada. Pois bem a Europa está a saque. E que se fez? Nada. Podia-se ter feito? Sim podia mas para os bancos Alemães não era a mesma coisas e assim a senhora Chaceler deixo andar o burgo em lume brando.
E agora chegou o touro. A Grécia que anda a penar inter e externamente vai para mais de um ano e meio, e aqui não entro com a recessão de 2008 que há-de ser conhecida como a recessãozinha europeia, decidiu fazer o quê. Power to the people. Se há coisas que eu não sei mas sou capaz de adivinhar é que não se deveria confiar ao povo uma decisão que os irá afectar de um modo decisivo. Já dizia Upton Sinclair: “It’s difficult to get a man to understand something, when his salary depends upon his not understanding it!"
E que temos entre mãos? A Grécia deve imenso. Foi-lhe perdoado metade mas metade de imenso é mais que muito. As negociações alinhavadas só não preveem certamente que os gregos tenham que doar rins para venda e assim aumentar as exportações para com o estrangeiro. Que terão pensado? No final disto tudo, daqui a dez anos ainda haverá gente e não emprestar dinheiro. A Europa não nos deu a mão como seria sensato. Que temos a perder? Nicles, já estamos abaixo da tona de água, vamos democratizar isto – Referendo! E assim estamos em vias de nos afundar todos, até a “banda” que toca ainda com a farpela seca.
E tudo começou nos Estados Unidos em 2008 e ninguém parece querer lembrar-se disso ou pedir qualquer coisa ao lado de lá do charco.
Assim inevitavelmente a democracia, sem a vénia, vai entrar na europa como um clister feito à bruta sem sequer o educado “posso?”.
Cenas dos próximos capítulos? Para já mudaram-se as chefias militares na Grécia? Golpe de estado? Num estado soberano europeu?? Vamos viver tempos novos. Nunca a Europa viveu tempos assim. E o emprego pá!? As pessoas para depois, vamos é arranjar maneira de recuperar o dinheiro.
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