E é em tempos de desilusão colectiva que a comédia nacional pega o touro como deve ser e propõe um projecto com excelentes perspectivas. Depois de tanta e boa produção vem agora, na senda do major Alvega, o capitão Falcão - uma espécie de personagem do antigo regime que se propõe, ao que parece, arrear em tudo o que desafie o sistema num estilo Batman & Robin dos anos 60. Que alguém possibilite que isto passe para além do piloto.
domingo, novembro 13
Produção nacional
E é em tempos de desilusão colectiva que a comédia nacional pega o touro como deve ser e propõe um projecto com excelentes perspectivas. Depois de tanta e boa produção vem agora, na senda do major Alvega, o capitão Falcão - uma espécie de personagem do antigo regime que se propõe, ao que parece, arrear em tudo o que desafie o sistema num estilo Batman & Robin dos anos 60. Que alguém possibilite que isto passe para além do piloto.
Live "the game"
sábado, novembro 12
Sem vergonhas!
Parece-me inadmissível e inqualificável a posição pública que a associação de bancos portugueses tomou relativamente às condições para a requisição da ajuda no âmbito resgate a Portugal. E desculpem mas estes fidalgos são uns verdadeiros chulos, facínoras, ladrões, sem vergonhas!
Alguém disse a esses camelos para recorrerem à ajuda!? Alguém os obriga!? Têm que pedir é? Estão com os tomates entalados!? Então que se lixem! (com F!) Talvez assim fiquem em sintonia com o resto do país. Tivessem ido à escola aprender a fazer contas. Como o Senhor “António” que já não consegue pagar a casa ao banco(!). Tentou negociar e queriam-lhe o rim sobrante porque o outro ficou logo do banco no dia que assinou o contrato de compra da casa. Assim teve que recorrer a outra "financiadora leonina" e apertar ainda mais o laço em volta de um pescoço já em ferida. Cabe na cabeça a alguém que uma pessoa que compre uma casa por 100 mil euros acabe por ter que pagar pelo menos o dobro! Agiotas, especuladores! Filhos da puta!
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Domínio Mãos no ar isto é um assalto, Nas bancas
Novo estilo musical - Fatal! = fado + metal!
A improbabilidade por vezes torna-se bem simpática :)
Venha mais!
quarta-feira, novembro 9
Como animar o dia
terça-feira, novembro 1
Um post "tipo bom"
Rituais
Domínio Efemérides, No sossego...
Reformas "Ctrl+Alt+Del"
Domínio Educação, Política, Sociedade... em ensaio
Equilíbrios instáveis
Depois de mais de um ano a brincar à Europa a bicefalia reinante lá conseguiu destrinçar um acordo possível para a zona euro. A bicefalia Merkozy não fez nada que imeeeeeeensa gente não tivesse já aventado como a solução possível. Ao perderem tempo, ao não trabalharem com os fundamentos europeus, de discussão, de debate, de sociedade de ideais comuns, a europa ficou com péssima reputação e a situação agravou-se primeiro para os incumpridores e respingando agora para os futuros incumpridores. Sim futuros porque os investidores e agências de rating já começam a afiar o dente à Itália tendo já brincado, qual gato com um novelo de lã, com a Espanha. A França também já foi leve, levemente visada. Pois bem a Europa está a saque. E que se fez? Nada. Podia-se ter feito? Sim podia mas para os bancos Alemães não era a mesma coisas e assim a senhora Chaceler deixo andar o burgo em lume brando.
E agora chegou o touro. A Grécia que anda a penar inter e externamente vai para mais de um ano e meio, e aqui não entro com a recessão de 2008 que há-de ser conhecida como a recessãozinha europeia, decidiu fazer o quê. Power to the people. Se há coisas que eu não sei mas sou capaz de adivinhar é que não se deveria confiar ao povo uma decisão que os irá afectar de um modo decisivo. Já dizia Upton Sinclair: “It’s difficult to get a man to understand something, when his salary depends upon his not understanding it!"
E que temos entre mãos? A Grécia deve imenso. Foi-lhe perdoado metade mas metade de imenso é mais que muito. As negociações alinhavadas só não preveem certamente que os gregos tenham que doar rins para venda e assim aumentar as exportações para com o estrangeiro. Que terão pensado? No final disto tudo, daqui a dez anos ainda haverá gente e não emprestar dinheiro. A Europa não nos deu a mão como seria sensato. Que temos a perder? Nicles, já estamos abaixo da tona de água, vamos democratizar isto – Referendo! E assim estamos em vias de nos afundar todos, até a “banda” que toca ainda com a farpela seca.
E tudo começou nos Estados Unidos em 2008 e ninguém parece querer lembrar-se disso ou pedir qualquer coisa ao lado de lá do charco.
Assim inevitavelmente a democracia, sem a vénia, vai entrar na europa como um clister feito à bruta sem sequer o educado “posso?”.
Cenas dos próximos capítulos? Para já mudaram-se as chefias militares na Grécia? Golpe de estado? Num estado soberano europeu?? Vamos viver tempos novos. Nunca a Europa viveu tempos assim. E o emprego pá!? As pessoas para depois, vamos é arranjar maneira de recuperar o dinheiro.
segunda-feira, outubro 31
... but we are to many
Domínio Actualidade, Nas bancas
sexta-feira, outubro 21
Silent silence
A heart that's full up like a landfill
A job that slowly kills you
Bruises that won't heal
You look so tired and unhappy
Bring down the government
They don't, they don't speak for us
I'll take a quiet life
No alarms and no surprises
"just" Silent silence.
quarta-feira, outubro 19
Força meninas
Uns ficam de tanga e irritam-se, outros dão que rir... :)
Acho que se fizerem isto na casa dos gordinhos com a Bárbara... seriam só magrinhos a querer entrar na herdade.
terça-feira, outubro 18
Para além de tomates, tem consciência.
Acrescentar algo ao que este Homem diz é inútil. Ele diz tudo. Sinal dos tempos.
PS: é um armário do caraças, este parece o Gooch do meu Sporting :)
Domínio Actualidade, Excelente, Video
segunda-feira, outubro 17
... muito mesmo.
Domínio Podia ter ficado para depois
Esvai-se o dia
Domínio Actualidade, No sossego...
quinta-feira, outubro 13
Uma cegueira que se aproxima
São incontáveis os fins-de-semana que passei ao longo dos anos a trabalhar no sentido de que nem o homem do algodão encontre sequer um vislumbre ténue de laxismo. Aos trinta e três anos a minha vida resume-se a duas companhias: o portátil com uma internet que deveria ser exemplar, como aquilo que eu dou ao país e bem que me custa pagá-la, e um carro que acabou por ser a minha única despesa, se bem que controlada, excessiva. Com a minha idade o meu pai já tinha a vida orientada, casado, com os dois filhos. O filho, mesmo se quisesse, não o poderia fazer. Não passo a vida em cafés e tento fazer uma vida regrada sob todos os pontos de vista, inclusive o financeiro. E depois o dia acontece e a conta é de novo a subtrair. O mais provável é que para o próximo ano seja obrigado, para além dos mais de 25% do ordenado que pago mensalmente de contribuições, a pagar IRS devido a todos os cortes que estão a ser feitos. O meu país é assim, eu que não dou chatices, não tenho maleitas, que não encareço o sistema sou contemplado, por isso mesmo, por não ter despesas, a pagar mais impostos.
Ouço neste momento os palermas da ordem nos canais de informação, supra sumos da economia, a disparatar dislates sobre a situação teorizando em todas as direcções e acenando a tudo e mais alguma coisa, mas não sobre a urgência de um clister não suas inócuas cabeças. Basta, caralho, basta!
Por isso e por tudo o que ficou por dizer, basta. Quero ver as pessoas responsáveis a responder judicialmente por isto tudo. Quero ver governantes, secretários de estado, ministros e demais escumalha ser alvo de um escrutínio judicial sério com uma sonda rectal que começa numa ponta e acabe na génese destes problemas. Quero ver a resolução incondicional, assente num país com soberania sobejante para as empresas e os seus empresários sanguessugas, dos negócios assentes em parcerias público privadas, essas que conduzem de modo acelerado o país para o abismo.
Daqui escreve alguém que não pode fugir aos impostos. Daqui escreve alguém que nunca nos nove anos como profissional recebeu um aumento sequer em função da sua prestação. Daqui escreve alguém a quem o sistema nunca teve de pedir nada para que o mesmo fizesse tudo o que era preciso e, por vezes, até mais. Daqui escreve alguém para quem a perspectiva de futuro se enquadra no que vive agora e que a outra alternativa será o desemprego. Basta. Exijo respeito.
Domínio Actualidade, Mãos no ar isto é um assalto, Política, Portugal









