sexta-feira, dezembro 24

D'hoje



Alemão - Frohe Weihnachten
Castelhano - Feliz Navidad
Checo - Vesele Vanoce
Chinês - Sheng Tan Kuai Loh
Chinês (Taiwan) - Kung His Hsin Nien bing Chu Shen Tan
Dinamarquês - Glaedelig Jul
Finlandês - Hauskaa Joulua
Francês - Joyeux Noël
Gaélico (Irlanda) - Nollaig Shona dhuit
Grego - Eftihismena Christougenna
Húngaro - Boldog Karácsonyt
Hindu (Índia) - Shub Christu Jayanti
Islandês - Gleðileg Jól
Italiano - Buon Natale
Japonês - Merii Kurisumasu (é Merry Christmas, à japonesa)
Norueguês - Gledelig Jul
Polaco - Boze Narodzenie
Russo - Hristos Razdajetsja ou Rozdjestvom Hristovim
Samoês - Manuia Le Kirisimasi
Servo-croata - Sretan Bozic
Sueco - God Jul

e em Português

Feliz Natal a todos.

Curta #2

quinta-feira, dezembro 23

Go, don't stop!



A última que me deixou afónico para mal de quem partilhava um instante na autoestrada comigo! Foi vê-los a acelerar mais ou travar para a distância dar paz aos seus ouvidos. Musiquinha castiça.

terça-feira, dezembro 21

Para "roer" o resto do "pavio"

Aquele abraço, amigo



São 23h30. Cheguei a casa...há meia hora talvez. Vim da escola. E por teimosia minha, simpatia de uns meus colegas, amigos pude entregar a minha teimosia, a minha causa acelerada de calvicie deste ano. Cheguei e vi um mail. Estive para te ligar pássaro mas se não o fizer fica aqui a minha alegria. Não é só mas os amigos que vamos fazendo pelo caminho é que tornam a missão de professor, a viagem da vida completa e este é um deles (felizmente têm sido muitos). Com o bem dos meus amigos posso eu tão muito bem :)
HNG - hug not gay :P

segunda-feira, dezembro 20

Pare, escute e... viaje



Mais um músico português a sair da sombra = Noiserv

quinta-feira, dezembro 16

sexta-feira, dezembro 10

quarta-feira, dezembro 8

quinta-feira, dezembro 2

. . .

O céu não está mais azul e o choro nunca serviu de consolo. Se fecho os olhos ou se sou cuspido fora do trabalho nem o Sol me traz da chuva imensa.

quarta-feira, dezembro 1



Hoje perdi um amigo, um tio, o meu tio João. Estou triste ao ponto da dor comer tudo o que sou, de me fazer forte estando amargurado para sempre. Contorce-me por dentro, esfrangalha-me a alma e destila-me o corpo que brota água como raras vezes o fez, na adultez. Estou demasiado triste. Deito fora todas as alegrias duma vida que já não volta e as saudades de agora e vindouras, tornadas dor, em estado líquido. Já é a segunda vez na vida e não há direito, não há sentido. Diz-se que um pai nunca deveria ver partir um filho. Eu digo que nunca ninguém deveria ver partir os bons. O meu tio João. O meu tio da força imensa, do olhar azul clarinho, de uma bondade extrema, do espírito engenhoso, da voz meiga, de uma malandrice sem par. O meu bom gigante. O meu tio. O meu amigo. Estou triste que nem sei, acho que estou triste para a vida toda. Escrevo daqui a minha carta de Natal: quero os meus tios de volta.

segunda-feira, novembro 29

Um brinde



Para comemorar os 13 000 acessos a este singelo espaço nada melhor que rir e de copo na mão. Obrigado aos viajantes habituais ou não.

domingo, novembro 28

Domingo como languidez



É domingo..trabalho.. e uma languidez densa toma-me de assalto a cada pestanejar. Não sei se quero resistir... nem ajuda para a contrariar.

sábado, novembro 27

A way of life


Apanhei um novo mote para um modo de estar que acredito para a vida ao ver a última encenação da história do principe ladrão - Robin Hood

Rise, and rise again. Until lambs become lions.

Que hoje pela noite os meus leões façam valer este espírito!

Um boy, dois boys, três boys... Zzzzzz

Como poderia o governo desmentir, com tamanha certeza, os números dos grevistas aventados pelos sindicatos? Simples...

Fez a conta ao número de boys que foram trabalhar na quarta-feira... nunca poderiam sobrar 3 milhões... é ridículo.

quarta-feira, novembro 24

Quarta-feira, 24 de Novembro

Não era para escrever nada mas... parto isto em três partes. A imagem, muito apropriada, genuína, portuguesa; o texto que me saiu "à capella"; e o vídeo não pela música, não pela letra, só pelo refrão. Neste dia era o que diria na Assembleia da República, as assembleias municipais, nas reuniões de partidos e grémios de ajuntamento dessa gente reles, mas em bom português porque aquelas bestas devem ter todos inglês técnico e este é mais de... pátio de liceu.


Com estas minhas palavras não quero condenar as pessoas que não fizeram greve, isso não me passa ou passou pela cabeça. Graças ao 25 de Abril temos liberdade para fazermos as nossas opções, criar divergências e com elas tentar ou procurar avançar para algo melhor. Disso também é feita a democracia para mim.
Não fiz greve porque sim. Não fiz greve pelo porreirismo ou de não ser apontado como tal. Não o fiz para me gabarolar disso. Fiz porque estou cansado. Fiz porque olho para cima e vejo pessoas reles, mesquinhas, mentirosas, falsas, que me dão asco profundo. Fiz greve porque estou farto de que a nossa democracia, de que eu tanto gosto, tenha um solavancozinho apenas no momento de votar. Isso só não chega, dizer o que nos vai na alma com sentido, educação, coerência é necessário e para tal, chamar a atenção é necessário. É só zombies.
Fiz greve porque o estado das coisas é grave, não foi pelos valores que defendo que se chegou aqui e já passei do ponto de não retorno relativamente ao status quo, ao bem-estar físico dos nossos pseudo-governantes. Se pudesse, e aqui peço desculpa aos meus pais que me educaram melhor que isto, gostava de os ver mortos. Todos. Não tenho a mínima compaixão nem respeito pelos que nos governam desde os tempos em que eu aprendia a ler. Não se aproveita nada. Não temos elites, não defendemos ou procuramos a excelência porque simplesmente estamos a ser geridos desde o respirar fundo democrático, por ralé. São uns merdas. A greve é a solução? Nunca será mas o que este estado de coisas carecia era de uma revolução por ideais novos mas com a força daqueles que fizeram a do 25 de abril. Não é possível que ao fim de trinta e cinco anos de democracia se vejam as assimetrias, as injustiças que se veêm. É ignóbil, é indigno de um povo com quase mil anos de história. E o nosso país não é assim tão grande de modo a não se conseguir fazer algo de bom, verdadeiro e de futuro para as suas gentes.
Porque fiz greve? Porque foi a segunda greve geral de sempre, porque este é o tipo de "arma" que não pode não ter consequências apesar de sabermos que este dia só foi diferente. O manhã será igual. Mas felizmente sou novo e não posso, mesmo querendo, pegar numa arma e criar um novo solavanco histórico que tentasse mudar o curso da nossa maneira de ver e fazer as coisas. Se este fosse um país decente não teríamos as bestas que temos eleitas, não seriam as nossas elites as que são. Infelizmente é o que temos.
Porque fiz greve? Porque posso, porque o estado, besta acéfala soube que eu fiz greve mas não me faz represálias nem tenta atropelar como um patrão hoje do privado. Rouba-me no vencimento porque isso é a única coisa que sabe fazer. Por essa atitude se mede o estado das coisas: tudo tem um preço, até mesmo a liberdade. E hoje este um dia tão bonito. Acabo com Che: "pátria o muerte".

terça-feira, novembro 23

Medidas de poupança



Encontrei aqui pela rede, nas conversas de café e nos noticiários uma notícia que fazia referência a um suposto lapso que aconteceu a semana transacta sobre uma apresentação pública. O secretário de estado Paulo Campos participou numa conferência proferindo um discurso que foi, preteritamente, copiado pelo Ministro das Obras Públicas numa intervenção subsequente. Todos criticaram mas não sabem que isto faz parte da nova política de marketing do Governo. Explico. Com tanto discurso que os governantes proferem chegou-se, e bem, à conclusão, uma vez que eles também nada dizem, que mais valia fazer um discurso que depois seria replicado por todos eles. Uma medida de poupança nestes tempos tão...complicados.