quarta-feira, abril 21
Coisas que não matam mas moem(-nos).
Para ouvir e ouvir e ouvir e ouvir...
Provavelmente uma das melhores músicas deles e, por tabela, que sempre ouvi.
sexta-feira, abril 16
É português e tem pinta!
E em português sabe também muito bem! Para ouvir em jeito "disco riscado".
quarta-feira, abril 14
No sossego...
Existem imensos mitos urbanos que nunca nos deixam indiferentes. Por vezes perseguem-nos. O deste video é e consubstância um deles para mim. Ver Sting descontraído num sofá a tocar em jeito de tertúlia, na pausa do café ou da conversa, por entre refeições, na resposta a um despique ou simplesmente porque sim dá-me um certo gosto no corpo, um calor diferente. Faço-me entender. Conhecidos meus comentam coisas sobre as suas viagens e um deles comentou-me, certa vez, que em Inglaterra, não em qualquer sítio, na cosmopolita Londres se pode entrar num bar e ver algum grande músico a beber algo, descontraído na sua imortalidade aproveitando os nossos prazeres, dos comuns mortais. E que em qualquer altura este pode subir ao palco e cantar à capela ou, como aqui o Sting, com acompanhamento, subir ao cimo de um momento único e deixar todos os presentes entregues a constância da própria respiração e à providência da sua arte. Ver se uma dia destes encontro um deste momentos e se ele me leva a dar uma volta.
Domínio Musica, No sossego..., Video
terça-feira, abril 13
O (em) mau Estado.
Um país mede-se pelo grau de cultura do seu povo, disse alguém certo dia. Atrevo-me a dizer que este mede-se pelo grau de cultura do seu povo e do modo como trata o seu tempo passado, presente e futuro. Portugal era o mesmo país sem tratar dos seus monumentos? Claro que não e por isso não deveríamos deixar que tudo acontecesse como muitas outras coisas. É o país que temos mas não tem que ser o país que queremos.
Domínio Assim não, Musica, No sossego..., Portugal, Video
segunda-feira, abril 12
Natalie Merchant sings old poems to life
Ando com bastantes coisas para comentar, escrever, libertar mas.. amoleço de fronte das teclas. Só apetece que o gasóleo não acabe, que a estrada não se esgote numa qualquer curva, que o tempo se suspenda e que o Sol por uma vez, só por uma vez não deixe que a Terra rode na sua rotina mediana de sempre, no seu "fazer como sempre fez". E por vezes também paro a escrita antes de essa se materializar virtualmente porque encontro momentos assim. É uma sugestão, como tudo aqui. Mais um video, mais uma palavras em jeito de ritmo.
quarta-feira, março 24
segunda-feira, março 22
segunda-feira, março 8
Absolutamente a não perder
Simplemente genial. Quando for grande...
Domínio Excelente, Prazeres, Recreio in ciência
sexta-feira, fevereiro 26
Poesia . 19
Em jeito de retorno aos bons e velhos hábitos...
Durmo ou não durmo? Passam juntas em minha alma.
Durmo ou não? Passam juntas em minha alma
Coisas da alma e da vida em confusão,
Nesta mistura atribulada e calma
Em que não sei se durmo ou não.
Sou dois seres e duas consciências
Como dois homens indo braço-dado.
Sonolento revolvo omnisciências,
Turbulentamente estagnado.
Mas, lento, vago, emerjo de meu dois.
Disperto. Enfim: sou um, na realidade.
Espreguiço-me. Estou bem... Porquê depois,
De quê, esta vaga saudade?
domingo, fevereiro 21
And the oscar goes to...
E de repente, foi-se a ilha na força da encosta.
E quando pensamos que estamos a salvo destas catástrofes heis que... nos colocam no sítio à força. Algo me diz que as mutações climáticas trarão mais destes eventos até nós. Estar preparados é o mínimo que se nos exige e o máximo que podemos fazer. Força para a madeira.
Domínio Actualidade, Assim não, Portugal
sábado, fevereiro 20
The one who seeks so.. maybe.. he may find
sexta-feira, fevereiro 12
segunda-feira, dezembro 14
sábado, dezembro 12
Cheques com e sem.. cobertura.
Nobel(ico)
Domínio Actualidade, Pedrada no charco
Um pequeno grande jogador
Estas são as simples mas descomplexadas e despretensiosas palavras que a idade de sete anos permite. Um miúdo saudável, muito bem-educado e castiço que tenho o privilégio de conhecer e que se prepara para embarcar numa daquelas aventuras que pode definir o seu trajecto enquanto Homem sempre sob o olhar atento e seguro da família. Não vai para o verde que o lhe transborda a alma mas segue para o lado de lá para conquistar o seu sonho. Força “Xico” continua sem medo e com coração guerreiro de leão!
Bizzarias
Eles foram tantos que se torna num esforço pessoal digno de uma maratona seguir tudo na ponta da língua. Ainda assim, e porque vivemos na sociedade da boa, inerte, má e reles informação que nos entra em contínuo pela sala de estar adentro. Na passada quinta-feira Armando Vara (AV) surgiu na RTP. Este tipo de “aberturas” ao público já as vimos noutros casos… pausa para relembrar… eu ajudo… Carlos Cruz, Dias Loureiro… Se é certo que nenhum está judicialmente condenado o mesmo não será dizer que tudo passou impune aos olhos do povo, e pergunta-se o caro leitor: Porque terá então, o povo português, o terrível estigma, entre outros, de condenar em jeito Lucky Luck, mais rápido que a sombra? Pois bem porque como Portugueses vivemos em Portugal e isso dá a indisfarçável vantagem de conhecer os meandros da pequena sociedade, da “mãozinha”, do “por debaixo da mesa”, do “jeitinho” e como para cima o código genético não se altera o nosso íntimo diz-nos que eles enganam, é assim é o jeito Português. Parafraseando os Romanos: O povo Português nem se governa nem se deixa governar.
Dão também que pensar afirmações de AV como por exemplo, não ipsis verbis mas quase: “recebi uma carta anónima no sentido de alertar o PM sobre escutas e deixei-a na gaveta” assim sem dono, para qualquer pessoa da limpeza, um filho, pessoal da judiciária a leia que isto é material de primeira, digno inclusive do plano nacional de leitura. Quem é que sendo muito amigo de alguém sabe de uma coisa destas e não diz nada? Deixa contar os dedinhos no ar… pois! Todos diziam pelo jeito portuguesinho de “não vá o diabo tecê-las”… E como estas outras naquela maravilho entrevista. Gostei particularmente do jeito como qualquer pessoa perdida pode subir à penthouse do BCP ou de como sinceramente afirmamos que somos facilitadores de contactos, como que entrepostos de favorecimentos.
O grave de tudo é que a justiça é redigida por estes “maduros”. O grave é que a justiça querendo ser cega não o é mas faz-se sim cega à delapidação das suas competências e meios sem que os seus actores protestem. O ainda mais grave é que neste país alguém que foi ex-secretário de estado e ocupou lugares de relevo no maior banco estatal e privado venha dizer com todos os dentes que sim favorece encontros e que não vê mal nisso. Títeres, somos títeres.
Domínio Actualidade, Assim não, Política, Portugal









