Em jeito de retorno aos bons e velhos hábitos...
Durmo ou não durmo? Passam juntas em minha alma.
Durmo ou não? Passam juntas em minha alma
Coisas da alma e da vida em confusão,
Nesta mistura atribulada e calma
Em que não sei se durmo ou não.
Sou dois seres e duas consciências
Como dois homens indo braço-dado.
Sonolento revolvo omnisciências,
Turbulentamente estagnado.
Mas, lento, vago, emerjo de meu dois.
Disperto. Enfim: sou um, na realidade.
Espreguiço-me. Estou bem... Porquê depois,
De quê, esta vaga saudade?
sexta-feira, fevereiro 26
Poesia . 19
domingo, fevereiro 21
And the oscar goes to...
E de repente, foi-se a ilha na força da encosta.
E quando pensamos que estamos a salvo destas catástrofes heis que... nos colocam no sítio à força. Algo me diz que as mutações climáticas trarão mais destes eventos até nós. Estar preparados é o mínimo que se nos exige e o máximo que podemos fazer. Força para a madeira.
Domínio Actualidade, Assim não, Portugal
sábado, fevereiro 20
The one who seeks so.. maybe.. he may find
sexta-feira, fevereiro 12
segunda-feira, dezembro 14
sábado, dezembro 12
Cheques com e sem.. cobertura.
Nobel(ico)
Domínio Actualidade, Pedrada no charco
Um pequeno grande jogador
Estas são as simples mas descomplexadas e despretensiosas palavras que a idade de sete anos permite. Um miúdo saudável, muito bem-educado e castiço que tenho o privilégio de conhecer e que se prepara para embarcar numa daquelas aventuras que pode definir o seu trajecto enquanto Homem sempre sob o olhar atento e seguro da família. Não vai para o verde que o lhe transborda a alma mas segue para o lado de lá para conquistar o seu sonho. Força “Xico” continua sem medo e com coração guerreiro de leão!
Bizzarias
Eles foram tantos que se torna num esforço pessoal digno de uma maratona seguir tudo na ponta da língua. Ainda assim, e porque vivemos na sociedade da boa, inerte, má e reles informação que nos entra em contínuo pela sala de estar adentro. Na passada quinta-feira Armando Vara (AV) surgiu na RTP. Este tipo de “aberturas” ao público já as vimos noutros casos… pausa para relembrar… eu ajudo… Carlos Cruz, Dias Loureiro… Se é certo que nenhum está judicialmente condenado o mesmo não será dizer que tudo passou impune aos olhos do povo, e pergunta-se o caro leitor: Porque terá então, o povo português, o terrível estigma, entre outros, de condenar em jeito Lucky Luck, mais rápido que a sombra? Pois bem porque como Portugueses vivemos em Portugal e isso dá a indisfarçável vantagem de conhecer os meandros da pequena sociedade, da “mãozinha”, do “por debaixo da mesa”, do “jeitinho” e como para cima o código genético não se altera o nosso íntimo diz-nos que eles enganam, é assim é o jeito Português. Parafraseando os Romanos: O povo Português nem se governa nem se deixa governar.
Dão também que pensar afirmações de AV como por exemplo, não ipsis verbis mas quase: “recebi uma carta anónima no sentido de alertar o PM sobre escutas e deixei-a na gaveta” assim sem dono, para qualquer pessoa da limpeza, um filho, pessoal da judiciária a leia que isto é material de primeira, digno inclusive do plano nacional de leitura. Quem é que sendo muito amigo de alguém sabe de uma coisa destas e não diz nada? Deixa contar os dedinhos no ar… pois! Todos diziam pelo jeito portuguesinho de “não vá o diabo tecê-las”… E como estas outras naquela maravilho entrevista. Gostei particularmente do jeito como qualquer pessoa perdida pode subir à penthouse do BCP ou de como sinceramente afirmamos que somos facilitadores de contactos, como que entrepostos de favorecimentos.
O grave de tudo é que a justiça é redigida por estes “maduros”. O grave é que a justiça querendo ser cega não o é mas faz-se sim cega à delapidação das suas competências e meios sem que os seus actores protestem. O ainda mais grave é que neste país alguém que foi ex-secretário de estado e ocupou lugares de relevo no maior banco estatal e privado venha dizer com todos os dentes que sim favorece encontros e que não vê mal nisso. Títeres, somos títeres.
Domínio Actualidade, Assim não, Política, Portugal
segunda-feira, novembro 23
O verdadeiro jogo, assim dizem.
Domínio No sossego..., Prazeres
quinta-feira, novembro 19
Team work
Mexo-me pelas coisas alegres e positivas. Esta é uma delas. Bem interessante este "movimento".
domingo, novembro 1
Homem da frente
Domínio Musica, Podia ter ficado para depois
segunda-feira, outubro 26
...apanha as canas
Depois faltava ver como ficaria composto o governo sendo certo que a oposição reconfirmava as juras de verticalidade e inexistência de qualquer tipo de uniões agradáveis, uma dinâmica de pátio escolar: “não nos deixaste jogar à bola, agora que já não tens para ti, também não te deixamos jogar connosco! Toma!” Diz-se que todos temos uma criança em nós e é verdade. Por outro lado algumas pessoas perguntavam-me: então que achas da nova ministra? Sinceramente não sei mas a revolta não passou e olhando à personagem, com a probabilidade de errar como é óbvio até porque não fiz qualquer tipo de search ao ente em questão, acho que não é grande escolha e justifico porquê. Primeiro afirmam que é professora e sim é verdade e positivo principalmente quando nos lembramos do prodígio cessante e dos seus lacaios mas… há quanto tempo não exerce? Para mim isso faz imensa diferença. Depois parece-me como a Ministra de Saúde, isto é, é muito amorfa, não parece fazer nada de relevante e isso confirma-se pelo seu historial – uma pilha de livros escritos em parceria e umas posições de “ajuste directo”. Não lhe conheço, para bem ou mal, participação cívica sobre o tema educativo como tem, por exemplo, Santana Castilho. E falta ver se os estarolas amestrados permanecem ou não. Em relação aos discursos: O do Presidente, fraquinho, repetitivo, desprovido de novo alento, pé firme ou coragem como seria digno de um país moribundo mas que se recusa ao ritmo deprimente de uma qualquer fadinho lusitano. O do atleta de fim-de-semana, muito marcado por um acesso de portuguesismo, ou seja, acesso do coitadinho. És coitadinho? Toma lá uma casinha ou um subsídio para poderes não fazer nenhum e se tiveres uns rebentos, mais ganhas! O franzino atleta fez como se estivesse, mais uma vez, no pátio lá na escola: eu sou muito lindo, virtuoso e determinado mas aqueles meninos não me deixam brincar com todos os brinquedos como, onde e quando eu queeeeeero!
Pseudo-políticos é o que dá… Um carregamento de coragem para a residência do menino, se faz favor. A vida custa não é, Zé? Não vai durar muito.
PS: Um forte abraço, ou esganadela ainda não decidi, ao excelentíssimo ex-ministro, ex-eurodeputado e novel desavergonhado, João de Deus Pinheiro que mandou às favas o seu lugar de deputado em meia hora. Será que não é digno de Guiness? Devia ser digno era de umas quantas coisas do tipo… hmmm… ficar sem as subvenções vitalícias que amealhou ao longo da sua carreira?... existência pseudo-política. Já soube se assaltos que demoraram mais…
sábado, outubro 17
quinta-feira, setembro 3
Começa a escola.. lição 1: relatividade
- Não tem importância - responde o médico.
Olhe, eu estava a beber um gin tónico enquanto a esperava. Quer um também para relaxar um pouco?
- Aceito com prazer - responde a paciente aliviada.
Ele serve-lhe um copo, senta-se na sua frente e começam a conversar sobre banalidades. De repente ouve-se um barulho de chave na porta do consultório. O médico tem um sobressalto, levanta-se bruscamente e diz:
- A minha mulher! Rápido, tire a roupa e abra as pernas!
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terça-feira, setembro 1
Qual é o valor democrático individual?
Começo por esclarecer que este texto não será escrito atendendo ao pretenso, futuro acordo ortográfico.
Aproximam-se as eleições e com elas um momento tão decisivo da nossa democracia como a possibilidade que temos de participarmos activamente na melhoria da mesma dia após dia. Não o fazemos porque cansa, porque implica ficarmos na "berlinda", tomarmos uma atitude de destaque pelas nossas ideias. Assim sendo ficamos reduzidos ao recondito, à reclusão, escuridão, solidão daquele cubículo seguramente, fonte de gripe A para algum mais azarado. Nele não pensamos, já o devíamos ter feito. Devería ter sido feito ao longo dos últimos 35 anos, a idade desta jovem democracia. Quem não o fez é melhor não pensar lá, pensamentos em locais semelhantes só trazem pressa, pressa traz incoerência, ininteligência, estupidez inclassificável. Por isso se vão pensar para onde pensar não é requerido, para onde se quer acção com segurança, com sabedoria, o melhor é optar "à nobel".
Sinceramente acredito que seja essa a única coisa certa, a incerteza. Só essa não foi usada ao longo deste tempo. A incerteza do branco trará seguramente os olhos de muita gente para este país rico porque apenas um país rico comporta tamanho desbarate da coisa mais pública, as suas gentes, o seu potencial como nação. Gostaria de dizer para não votarem em nenhum dos partidos que foram governo até hoje e para pensarem muito mas muito cuidadosamente nos outros sobrantes. Gostaria, não o faría mas fiz. Em caso de dúvida - correcção, em caso de que a certeza vos falhe nem que seja por 1% arrisquem não arriscando em mais quatro anos de potencial humano, territorial, financeiro e demais áreas caia nas mãos de genuínos incompetentes para os quais os valores, o raciocínio se estaciona no dia que a vitoria é obtida. Votem bem, votem atentos ou votem branco. Não sejam saloios, saloio é calar, saloio é não agir quando se deve actuar. A soma das acções individuais, da democracia individual deveria ser o valor da respectiva democracia. A nossa é a que é, mudem-na.PS: i'm back - a bastards work is NEVER done!















