quarta-feira, abril 1

Gentlemen's, start your engines!



Após ter esticado as pernas pela primeira vez numa pista de Karts, deixo aqui uma verdade absoluta não à monsieur La Palice mas sim a um qualquer mecânico barrigudo, com óleo a pingar das estremidades, com manicure gótica e apêndice de madeira no canto da boca:

"Subviragem é quando bates com o carro de frente no muro... Sobreviragem é quando bates com o carro de traseira no muro... Potência/cvs é a velocidade a que bates com o carro no muro... Binário é até onde consegues levar o muro contigo."
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O último lugar no pódio soube bem, muito bem, face aos artistas presentes.

segunda-feira, março 23

Condensado do bom e mau



Curiosa esta iniciativa. Um bom teste quando o tempo precisa de um empurrão para passar.
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Incompetência bovina



Saio da minha masmorra auto-erigída para divagar sobre a trivialidade que abriu as jornalices televisivas do fim de semana. No rescaldo de mais um embaraço futebolístico nacional, ou melhor provinciano porque se existem 6 milhões de encarnados e sendo que a natalidade não ajuda, o resto da populaça como eu já deve pertencer a um grupo minúsculo onde se encontram os adeptos da restante troupe de descamisados coloridos. Bem onde ia... ah, venho por este humilde meio resolver a questão da zarolhice arbitral. Proponho duas possibilidades, até proporía três mas a integridade física de certos indivíduos sairia prejudicada. Assim sendo proponho que seja anexado ao árbitro o chamado cão-guia ou em alternativa o cão pisteiro, tudo no sentido de melhor equipar uma artigo profundamente defeituoso, de valências que permitam minorar o erro. Um cão-guia levaria a que um árbitro fosse conduzido para onde a acção se passa e não para outro lugar qualquer. Faria correr o bicho, entenda-se o tipo de preto (ou rosinha, amarelinho - tudo cores primaverís e virginais), ao invés de este teimar em andar meio acabrunhado pelo campo. Um cão pisteiro levaria o árbitro à pista definitiva sobre o que sucedeu não dando margem a erro e, no caso do rafeiro não aceitar a contribuição canina, este último servindo-se do seu adorno bocal poderia facilmente convencer o dito cujo num ataque pélvico eficaz.
Como segunda hipótese relembro o gervásio, simpático primata que aprendeu a reciclar enquanto um árbitro esfrega o olho. Estando o competente gervásio num estádio de desenvolvimento mais avançado que o alvo de suspeita, ficaria garantida a certeza de um serviço bem feito e isento, houvesse fruta, entenda-se bananas, à farta.
Força Sporting.

quarta-feira, março 18

Um conto de embalar



A TSF decidiu abraçar a iniciativa que se realiza na cidade do Porto sobre o primeiro Encontro de Leitura Infantil, desafiando uma participante a ilustrar, em voz, a iniciativa. Tendo em conta o cariz do conto lido decidi publicitar a iniciativa aqui (nem que seja devido ao conto que foi escolhido). Um conto virado para os miúdos mas que assenta que nem uma luva a demasiados graúdos.

segunda-feira, março 9

Piadola



A neutron goes to a bar and asks the bartender:
- "How much for a drink?"
- "For you, no charge!"

domingo, março 8

E de repente...

Reza a "lenda" que o insólito se passou num dia normal, numa estação como muitas outras de uma metrópole enquanto as pessoas cinzentonas esperavam moribundas de sono pelo transporte. O dia correu diferente na certa... "e assim acontece" por esse mundo fora.

segunda-feira, fevereiro 23

This world


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Qualquer coisa em falta.

No mens land


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Sem stress...

domingo, fevereiro 22

"malária careca"



O grande contributo ao próximo vê-se em função do extremo da necessidade: Quando se tem pouco e se é generoso ou quando se tem muito e o princípio se mantém. Não sou fã mas reconheço-lhe essa qualidade.

domingo, fevereiro 15

Uma vez alguém disse...


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Não ando muito dado à escrita, apesar dos muitos assuntos. Sinceramente não há pachorra. Fico-me com as imagens e, neste caso, com uma lembrança de um bom amigo numa das suas travessias do "charco". À volta de juventude...

segunda-feira, janeiro 19

Bush bye bye party!



http://bushbyebyeparty.com/home.html

Vai e leva saudades que é coisa que aqui não deixas.

sábado, janeiro 17

No dia que o Homem andou sobre a água



Chega de misérias, terá pensado alguém…
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Não deixa de ser curioso o paralelismo histórico que esta imagem me trouxe à lembrança. Aquando da entrada de uma personalidade falida para a presidência dos Estados Unidos da América, um desastre aéreo, um ataque aéreo mais concretamente, levou a uma das maiores convulsões que a sociedade moderna do pós-guerra já presenciou.
Numa altura em que um novo actor político emerge e releva a personificação da falência intelectual de uma sociedade global desigual, um novo desaire aéreo ameaça novamente Nova Iorque mas desta vez, talvez a coberto desse que se quer novo deus menor, a tragédia deu origem ao milagre ou à razão estatística da ideia “it can’t rain all the time”.
Prefiro pensar que naquele momento o piloto, por se encontrar sentado aos “ombros de gigantes”, viu mais longe e… o resto? São alegrias e não é por isso que andamos por cá?

sexta-feira, janeiro 16

O Professor morreu



Classe vergonhosa, asquerosa, bafienta e pestilenta, não menos matreira, ardilosa, interesseira e corrupta. Rasteira e imunda como ratos de esgoto que apenas desejam ter a penumbra a preencher a mísera existência, que é parasita de ribeiras fétidas de nepotismos, atidas aos sórdidos e ocos superiores, sem carácter, sem chama, sem vida, desprovidos de capacidade de reacção às vagas e regurgitamento de uma manada eleita de gado grosso chifrudo.
Infelizes e moribundas putas políticas.
Do plebiscito da turba mansa, estupidificada, preguiçosa e mal formada encontra-se a malcheirosa e pungente necessidade de vendetta no seio material dos distintos idênticos, num género ensaístico selvagem e bestial de reivindicar equidades assentes em circunstâncias imerecidas e antagónicas.
Fracassadas e bravias massas.
A indignação e a vergonha são vestes que trajei sem senso ou noção, envolto numa poeira colorida que me deturpou o cenário mas não deteriorou a reflexão em razão. Consubstancio-me sem entusiasmo ou apegos.
Meteis nojo! Estimo bem que se afoguem na podridão da vossa existência!

Pedro Miguel Santos

T'àcordar pá!



A brincar vão-se dizendo as verdades. Força aos "Homens da luta".

quinta-feira, janeiro 15

Um "abr'ólhos"!


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A imagem que deixo reporta-se ao presente ano lectivo. Deixo-a para mostrar como são realmente 75% dos Encarregados de Educação de um país endividado, mal formado onde os políticos dão o maior exemplo, a começar pelos que aves raras que povoam o governo e o Ministério desta tutela.

E porque não?


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E porque não?

segunda-feira, janeiro 12

Sem fim à vista



Existem acontecimentos que volvidas declarações imensas, actos ou sossegos cúmplices, imagens ou vídeos em conjunto com o habitual passar do tempo, fica a sensação crua e dura que a situação do médio oriente nunca terá fim à vista. As forças de um lado são desmedidas, criam opressão, situações de extrema fome, sede, discernimento, minguando a liberdade de raciocínio e de movimentos. Do outro lado, a luta não ingénua de um povo que tem a sua cota de culpa nos confrontos por quebra acordos, cessar-fogos ou por adoptar a facílima via do ataque furtivo em resposta ou início de um novo ciclo de hostilidades.
É certo que dificilmente esta disputa territorial, de recursos naturais, de génese religiosa entre outras, será resolvida por um toque de um midas. É verdade que esse mesmo midas, quaisquer que eles sejam, possa contribuir para desarmar os dois lados e talvez assim já não se comentam crimes principalmente do lado israelita que, de todas as nações, seria aquela, a única, que teria todas razões e mais alguma para desde o dia um, não deste ciclo de violência mas desde o início da disputa, não ter assumido tal atitude. O tempo passa tal como as pessoas responsáveis, os inocentes que parecem e avolumar a lista dos que morrem numa disputa… estúpida.

domingo, janeiro 11

Xuta! Trinta vezes e todas as que vierem!

É-me complicado escolher uma música para ilustrar este artigo em homenagem aos trinta anos dos Xutos & Pontapés. Todas elas me levam a diferentes momentos da minha vivência, algumas delas, nos concertos deles. Optei pela "remar, remar" mas as outras... vocês sabem. Parabéns aos nossos Stones.

Curtas



1. Sinal do país onde estamos: legislação foi aprovada após “conselho” da Autoridade para a Concorrência. Pois bem disso já lá vão…5 meses e apenas em Dezembro as gasolineiras disponibilizaram uma singela informação que reza nestes termos “brevemente estará disponível informação sobre o preço dos combustíveis” Este brevemente já vai para dois meses… Como costumo dizer: o que a mim não lembra, aos outros esquece.
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2. Os Presidentes dos Conselhos Executivos reuniram-se e decidiram… cantar as “janeiras” à Ministra, o que é o mesmo que dizer, optaram por insistir na perda de tempo e na tentativa de modificar uma posição, a poder de letra, que vislumbro muito difícil. Diz-se que The pen is mightier than the sword mas, neste caso, isso é ridículo. Não quero ser agoirento mas a senhora, que alguns classificam de inteligente, não irá ser sensível porque é como o “não cego”, quando não quer ver é pior que o padecente original. E, sujeito às mais desinformadas, tiranas ou justas críticas, digo que: demitam-se todos e organize-se uma greve por tempo indeterminado.
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3. Sinais dos tempos (continuação): já sabemos que muitos colegas estão emigrados e que muitos se encontram em trânsito e outros a considerar as opções. Nos outros países age-se ao invés de Portugal. Em Portugal há professores, engenheiros, enfermeiros a mais, diz-se. As políticas de formação superior não têm preparação nem vistas largas e o resultado é este: Portugal paga e os outros países é que se orientam. Escrevam o que eu digo, daqui a uns cinco anos voltam a faltar professores…

terça-feira, janeiro 6