segunda-feira, setembro 15
Goodbye...
Domínio Actualidade, Musica, Podia ter ficado para depois
domingo, setembro 14
Riding the wave of good music
segunda-feira, setembro 8
O atropelo do tempo
Num deles, lá para os lados de Sintra, prometem-se dois dias completos de leitura de uma sentença num caso de adulteração de bebidas alcoólicas com mais páginas que uma fornada nocturna de bolos mil-folhas. Perco-me neste tempo judiciário, aparentemente, bem empregue. Pensemos: sabe-se, por prática ou tradição, que após cada sentença os nossos códigos (Penal, Administrativo, Civil…), patrocinam e quase que aconselham, os advogados, pela mão dos seus patrocinados, a interporem recurso sob recurso no sentido de insensibilizar e torpecer a Justiça. Na génese do acto de recorrer, os causídicos enfrentam a dura lex, isto é, a dura e cruel realidade de ler as várias letras de lei no sentido de acolher, no seu imaginário criativo (a advocacia é a matemática das letras…”anything” is possible) a forma de derrotar o “oponente da justa”. Pois bem, se a leitura é uma condição sine qua non para que um recurso digno se estabeleça, por que raio necessitam os tribunais, advogados, testemunhas, arguidos e demais actores desta “trama”, de uma leitura, que no caso Sintrense vai levar dois dias!? Não dariam todos, mas mais importante a Economia e o País, este tempo mais bem empregue nos seus ofícios?
Parece-me que a Justiça não devia medir-se em unidades físicas como as do tempo ou do comprimento.
Domínio No sossego..., Sociedade... em ensaio
sexta-feira, setembro 5
Uma coisa genuína
Sou mais dado aos estrangeirísmos musicais e aos sons pesados de luas passadas mas... estes vão longe, espero sinceramente. Boa onda portuguesa. Serve certamente como um bom presente e eu cá, de viva experiência, deixo o meu modesto "aconselho". Fica o chamariz...
segunda-feira, setembro 1
Fotograma criminal
"N" cabeças, nenhuma sentença
Domínio Política, Sociedade... em ensaio
sábado, agosto 30
Em jeito de regresso
No regresso das férias... Deixo um vídeo que pode representar algumas aventuras ou desventuras próprias desta época.
quinta-feira, agosto 14
Rir com energia
Domínio Ciência, No sossego..., Pedrada no charco
terça-feira, agosto 12
Imagem . 17
E todos os dias é ali que o Portugal de férias se despede do Sol. Até Breve. Raios, ele há sítios que fazem cócegas daquelas boas, das que acontecem por dentro. Talvez lá volte em breve.
By Shana in Olhares
Para sair da letargia
.
Boa música e portuguesa. Merecia outro vídeo, penso eu. Fechem os olhos e "estiquem" o ouvido
sexta-feira, agosto 8
08.08.2008 - 29.ª Olimpíada
Sob o "smog" da poluição e da deriva nos direitos humanos, estão inaugurados os mais dispendiosos J.O. da história. Um "negócio da China".
quinta-feira, agosto 7
The "shrinking world"
Domínio Ciência, Curiosidades, Indicadores
terça-feira, agosto 5
O que vai, às vezes, volta.
Domínio Assim sim, Curiosidades, Europa
domingo, agosto 3
A guardar para tempos futuros
Domínio Mãos no ar isto é um assalto, Política, Portugal
quinta-feira, julho 31
hmmmmm... está bem...
No meio disto tudo, o que é que sobeja? A dita lei foi votada e aprovada, há quem diga que entretanto terá sido discutida, se bem que aí sou mais pessimista, por maioria absoluta no parlamento nacional. Para tal bastava o PS mas graças à intervenção do novel presidente da bancada laranja, fiquei a saber que a empreitada foi consenso de PS e PSD, pelo menos. Verificou-se “Com senso” em treze artigos onde oito são inconstitucionais. Parece-me mais do que cinquenta por cento, mas já outras vezes estive enganado... o que no meu entender, daria uma nota negativa na avaliação dos deputados. Não são alunos como no meu caso que têm vida própria, fogem, respondem, ao contrário da Constituição da República Portuguesa que deve estar imóvel, nalgum local da casa de todos nós, agredida pelo pó e com pouca vontade de nenhuns.
Guardo, para tempo de eleições como se isso ainda fosse necessário, a ideia de que os parlamentares laranjinhas e rosinhas não lêem aquilo que lhe passa de fronte das pestanas, o que os coloca ao nível dos calões, malandros e preguiçosos. Mas, sem alarmes, dá gosto confirmar que há coisas com que podemos contar, a malandrice dos políticos e parlamentares nacionais.
Domínio Actualidade, Pedrada no charco, Política
Pólvora seca ou bola de canhão?
A comunicação é um estratagema usado, nestas paragens, por indivíduos saudosos mas de carácter duvidoso e noutros países por… por norma é usado sem sentido, para verborreias (tipo Chavez) ou para anunciar guerras ou vergonhas (Bush pai e filho, Nixon, Cliton, etc…)
Assim sendo a comunicação desta noite será, das duas uma: uma comunicação com peso efectivo, que justifique o alarme envolto num anúncio com quase 24h de antecedência, sem o prévio salpicar do teor da mesma numa situação geral conturbada; em alternativa, será uma ventosidade mais ou menos célere, consoante a velocidade do discurso, num jeito familiar e que é, de certo modo, o predilecto do nosso Presidente. Se o escolhido for este último, creio que será justo afirmar que a reeleição estará posta em causa.
Se Cavaco Silva concluir que: vai encerrar os partidos, por falta de requisitos de higiene de vários tipos (da alçada da ASAE) ou défice democrático baseado em compadrios, favorecimentos, negócios mais ou menos claros (da alçada da PJ), tudo bem. Se sugerir que se faça um concurso público para que uma empresa estrangeira venha gerir o país, muito bem. Se, em alternativa, vier cantar o fado do coitadinho – “de que temos que…tal ou devemos…tal, que os tempos são difíceis” e mais não sei que ladainha e verborreia filosófica, que pouco muda a situação de cada um e já pouco ou nada conforta quem ganha uma palmadinha nas costas por cada duzentas facturas para pagar. Que vê quotidianamente inúteis e sanguessugas sociais esvaziar, a poder de desfrute e imobilidade, o trabalho de uma sociedade. Se vier cantar esse fado Sr. Presidente, opte antes por ir esticar a toalha, deixo uma dica, para o estrangeiro (que é incompreensivelmente mais barato do que o nosso Algarve) e deixe o povo sossegado e, socorrendo-me e adaptando de Abraham Lincoln, entregues a uma casa cada vez mais divida e que só por milagre se aguenta ainda em pé, no original “A house divided against itself cannot stand”.
Domínio Actualidade, Política, Sociedade... em ensaio
segunda-feira, julho 28
Priceless. Boas Férias.
domingo, julho 27
Extremo, seguro.
Uma ideia que trouxe: por muitos que sejam os sistemas de segurança, activa ou passiva, a ideia é continuar a utilizar o Código de Estrada como até aqui e não pensar na bolha de segurança que os mesmos nos dão e esticar, a coberto deles, um pouco mais a corda, isto é, o carro. A curva a 40km/h deve continuar a ser feita do mesmo modo, apesar dos ABS’s, ASR’s ou demais S‘s. Aconselho e todos. Também acredito ser de todo útil que as marcas oferecessem este tipo de cursos a quem comprasse um novo veículo.
Domínio Actualidade, Assim sim, Curiosidades
Acabou de cai um mito
O meu Sporting este ano parece que finalmente terá condições para qualquer coisa. Tem bons jogadores, um plantel equilibrado, uma equipa técnica que deu provas e que este ano irá fortalecer-se com as responsabilidades inerentes e uma estabilidade rara em clubes latinos. Gosto, sinto-me sossegado e satisfeito, até porque sou daqueles que apoia o tipo de gestão efectuada. Adiante, parte dois.
Ontem fui surpreendido, sou sincero, com as declarações de João Moutinho. O capitão do Sporting afirmou que queria sair do clube para o Everton. Fiquei desiludido por muitas coisas: um – Bem sei que o Sporting é um clube que, em termos financeiros, não tem poder para fazer frente às libras e aos dinheiros dos maiores campeonatos europeus. Nisso estou sossegado e aceito-o. Dois – o que me custa é que aos jogadores são-lhes oferecidos contratos com cláusulas que, quer uma parte quer a outra, devem respeitar. Por norma quem começa a desrespeitar são os jogadores. Três – custa-me que as afirmações tenham sido proferidas pelo jogador que é. Se fosse o Miguel Veloso… esse já espero uma novela de três e três meses mas do João… Quatro – compreenderia se o clube em causa fosse um Chelsea, um Liverpool, um Bayern, isto é, um clube renomeado e que se pensasse “não há nada a fazer, desportivamente e economicamente tem outra dimensão, o Sporting é grande mas…” o que não é o caso já que se discute, com toda o respeito que me merece, o Everton. Cinco – parece que aos olhos destes meninos, porque o são, a história nada ensina e apenas o dinheiro os faz mover.
Quem ou quantos foram os jogadores vaivém: Simão, Quaresma, Postiga, etc. Jogadores que optaram mas que andam aos tombos… Tiago, Ricardo Rocha, Zé Castro, Maniche, etc. Ou seja, os que se afirmaram são jogadores que saíram depois de um período de amadurecimento normal, que não correram atrás dos dinheiros fáceis. Mas vale, penso eu sair em grande e por lá singrar do que querer apenas encher os bolsos, não sei se dos próprios se dos empresários. Aqui o Sporting devia fazer algo quer na formação, quer na representação.
Esperava mais de um miúdo que mostrou em campo ser de outra fibra. Fiquei desiludido.
Domínio Actualidade, Desporto, Podia ter ficado para depois
quinta-feira, julho 24
Excelente
O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter. "Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública.
Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor. "
Domínio Actualidade, Assim sim, Excelente








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