domingo, agosto 3
A guardar para tempos futuros
Domínio Mãos no ar isto é um assalto, Política, Portugal
quinta-feira, julho 31
hmmmmm... está bem...
No meio disto tudo, o que é que sobeja? A dita lei foi votada e aprovada, há quem diga que entretanto terá sido discutida, se bem que aí sou mais pessimista, por maioria absoluta no parlamento nacional. Para tal bastava o PS mas graças à intervenção do novel presidente da bancada laranja, fiquei a saber que a empreitada foi consenso de PS e PSD, pelo menos. Verificou-se “Com senso” em treze artigos onde oito são inconstitucionais. Parece-me mais do que cinquenta por cento, mas já outras vezes estive enganado... o que no meu entender, daria uma nota negativa na avaliação dos deputados. Não são alunos como no meu caso que têm vida própria, fogem, respondem, ao contrário da Constituição da República Portuguesa que deve estar imóvel, nalgum local da casa de todos nós, agredida pelo pó e com pouca vontade de nenhuns.
Guardo, para tempo de eleições como se isso ainda fosse necessário, a ideia de que os parlamentares laranjinhas e rosinhas não lêem aquilo que lhe passa de fronte das pestanas, o que os coloca ao nível dos calões, malandros e preguiçosos. Mas, sem alarmes, dá gosto confirmar que há coisas com que podemos contar, a malandrice dos políticos e parlamentares nacionais.
Domínio Actualidade, Pedrada no charco, Política
Pólvora seca ou bola de canhão?
A comunicação é um estratagema usado, nestas paragens, por indivíduos saudosos mas de carácter duvidoso e noutros países por… por norma é usado sem sentido, para verborreias (tipo Chavez) ou para anunciar guerras ou vergonhas (Bush pai e filho, Nixon, Cliton, etc…)
Assim sendo a comunicação desta noite será, das duas uma: uma comunicação com peso efectivo, que justifique o alarme envolto num anúncio com quase 24h de antecedência, sem o prévio salpicar do teor da mesma numa situação geral conturbada; em alternativa, será uma ventosidade mais ou menos célere, consoante a velocidade do discurso, num jeito familiar e que é, de certo modo, o predilecto do nosso Presidente. Se o escolhido for este último, creio que será justo afirmar que a reeleição estará posta em causa.
Se Cavaco Silva concluir que: vai encerrar os partidos, por falta de requisitos de higiene de vários tipos (da alçada da ASAE) ou défice democrático baseado em compadrios, favorecimentos, negócios mais ou menos claros (da alçada da PJ), tudo bem. Se sugerir que se faça um concurso público para que uma empresa estrangeira venha gerir o país, muito bem. Se, em alternativa, vier cantar o fado do coitadinho – “de que temos que…tal ou devemos…tal, que os tempos são difíceis” e mais não sei que ladainha e verborreia filosófica, que pouco muda a situação de cada um e já pouco ou nada conforta quem ganha uma palmadinha nas costas por cada duzentas facturas para pagar. Que vê quotidianamente inúteis e sanguessugas sociais esvaziar, a poder de desfrute e imobilidade, o trabalho de uma sociedade. Se vier cantar esse fado Sr. Presidente, opte antes por ir esticar a toalha, deixo uma dica, para o estrangeiro (que é incompreensivelmente mais barato do que o nosso Algarve) e deixe o povo sossegado e, socorrendo-me e adaptando de Abraham Lincoln, entregues a uma casa cada vez mais divida e que só por milagre se aguenta ainda em pé, no original “A house divided against itself cannot stand”.
Domínio Actualidade, Política, Sociedade... em ensaio
segunda-feira, julho 28
Priceless. Boas Férias.
domingo, julho 27
Extremo, seguro.
Uma ideia que trouxe: por muitos que sejam os sistemas de segurança, activa ou passiva, a ideia é continuar a utilizar o Código de Estrada como até aqui e não pensar na bolha de segurança que os mesmos nos dão e esticar, a coberto deles, um pouco mais a corda, isto é, o carro. A curva a 40km/h deve continuar a ser feita do mesmo modo, apesar dos ABS’s, ASR’s ou demais S‘s. Aconselho e todos. Também acredito ser de todo útil que as marcas oferecessem este tipo de cursos a quem comprasse um novo veículo.
Domínio Actualidade, Assim sim, Curiosidades
Acabou de cai um mito
O meu Sporting este ano parece que finalmente terá condições para qualquer coisa. Tem bons jogadores, um plantel equilibrado, uma equipa técnica que deu provas e que este ano irá fortalecer-se com as responsabilidades inerentes e uma estabilidade rara em clubes latinos. Gosto, sinto-me sossegado e satisfeito, até porque sou daqueles que apoia o tipo de gestão efectuada. Adiante, parte dois.
Ontem fui surpreendido, sou sincero, com as declarações de João Moutinho. O capitão do Sporting afirmou que queria sair do clube para o Everton. Fiquei desiludido por muitas coisas: um – Bem sei que o Sporting é um clube que, em termos financeiros, não tem poder para fazer frente às libras e aos dinheiros dos maiores campeonatos europeus. Nisso estou sossegado e aceito-o. Dois – o que me custa é que aos jogadores são-lhes oferecidos contratos com cláusulas que, quer uma parte quer a outra, devem respeitar. Por norma quem começa a desrespeitar são os jogadores. Três – custa-me que as afirmações tenham sido proferidas pelo jogador que é. Se fosse o Miguel Veloso… esse já espero uma novela de três e três meses mas do João… Quatro – compreenderia se o clube em causa fosse um Chelsea, um Liverpool, um Bayern, isto é, um clube renomeado e que se pensasse “não há nada a fazer, desportivamente e economicamente tem outra dimensão, o Sporting é grande mas…” o que não é o caso já que se discute, com toda o respeito que me merece, o Everton. Cinco – parece que aos olhos destes meninos, porque o são, a história nada ensina e apenas o dinheiro os faz mover.
Quem ou quantos foram os jogadores vaivém: Simão, Quaresma, Postiga, etc. Jogadores que optaram mas que andam aos tombos… Tiago, Ricardo Rocha, Zé Castro, Maniche, etc. Ou seja, os que se afirmaram são jogadores que saíram depois de um período de amadurecimento normal, que não correram atrás dos dinheiros fáceis. Mas vale, penso eu sair em grande e por lá singrar do que querer apenas encher os bolsos, não sei se dos próprios se dos empresários. Aqui o Sporting devia fazer algo quer na formação, quer na representação.
Esperava mais de um miúdo que mostrou em campo ser de outra fibra. Fiquei desiludido.
Domínio Actualidade, Desporto, Podia ter ficado para depois
quinta-feira, julho 24
Excelente
O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter. "Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública.
Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor. "
Domínio Actualidade, Assim sim, Excelente
Acto segundo, de três.
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida…”
Acredito que muitas coisas falharam. Acredito que muitas outras foram conduzidas subliminarmente para ir dar ao vazio. O vazio mais penoso encontro-o nos olhos da menina, destilados de vida. Conclusões, minhas: Um - a menina morreu por negligência e quando os pais deram por isso optaram pela ocultação do cadáver; Dois – sem corpo não é possível verificar a hora da morte, logo não se sabe concretamente a hora do sucesso; Terceiro – não se sabendo a hora só se pode concretizar/conjecturar através de depoimentos sendo que, para mim, o dado mais relevante é a chamada ao local dos meios informativos ingleses antes mesmo das autoridades (acho este dado… massivo); Quatro – uma questão de coerência, se eu quiser sabotar, por exemplo um carro, sem dar nas vistas, contrato um mecânico. Junte-se-lhe a frigidez do ofício, da nacionalidade e do aperto et voilá! Que melhor para fazer desaparecer uma corpo que dois médicos e os seus amigos com a mesma arte? Cinco – a menina terá falecido no quarto onde se encontravam os seus irmãos. Com eles, um dia, ganhar-se-á um pouco de lucidez do sucedido e pegando na sabedoria popular: “zangam-se as comadres, sabem-se as verdades”, isto é, talvez o livro, o tempo, a vergonha e uma “pata na poça” devolva luz à Vila que pende na escuridão.
“…e vem-nos à memória uma frase batida, hoje é o primeiro dia do resto da tua vida”
Domínio No sossego..., Teorias da conspiração
terça-feira, julho 22
Óbvio

Recebi via email um texto que é atribuido ao Primeiro-ministro Australiano, John Howard. Optei por transcrevê-lo na integra já que me parece que está bastante apropriado.
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Domínio Assim sim, Pedrada no charco
Lei da bala 2
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Domínio Actualidade, Mãos no ar isto é um assalto
Ciência (made in Portugal)
Domínio Actualidade, Assim sim, Ciência
sábado, julho 19
A frase do... ano?
segunda-feira, julho 14
Lei da bala
Então se não era para escrever porque escrevo? Muito simples, vinha na estrada ouvindo o Fórum da TSF e periodicamente a locutora, e bem, há que ser realista, calava as vozes mais acaloradas sobre o caso, sempre que o destrato passava a questões de índole xenófoba ou racista.
Pois bem, aqui não há locutora e, não sendo eu xenófobo ou racista, creio que muitos dos testemunhos silenciados têm fundamento. Não quereria generalizar mas é incontornável que, seja qual for a cidade, vila ou aldeia, toda a gente tem algo, ou muito, contra a comunidade cigana. Lembro-me bem de reportagens televisivas onde o medo ou a paz era reabilitada, em certos pontos do paí,s só a poder de ameaças e confrontos fortes entre os populares e os ciganos ali “residentes” tendo este que fugir "a sete pés". É uma comunidade segregada porque ela própria se coloca nessa posição. Existem poucos que se adaptaram aos bons hábitos. Eu cá só me lembro do da trivela e esse até está a meio termo.
Essas comunidades integraram-se e tirando casos pontuais e muito ligados a factores sociais, particularmente no que toca a certas gerações na comunidade africana, não se registam grandes problemas sociais (tirando o arrastão numa praia, em Oeiras creio). Nota-se mais na comunidade africana de 3.ª ou 4.ª geração porque, a par das situações sociais como o desemprego e alguma desconfiança sobre eles, são eles, tal como os jovens lusos de gema, que se encontram mais susceptíveis à crise de valores e geracional que atravessamos.
Depois surge o termo “inclusão social”. Todos temos que trabalhar para termos as nossas coisas. Esta “rapaziada” não faz nenhum, atiraram “areia para os olhos” das autoridades ao vender, pontualmente em feiras, uns sapatitos e tretas dessas, arranjam umas facturazinhas e a vida continua já que o “estado”, esse bicho sem rosto, sem corpo, sem cheiro ou gosto, acéfalo como uma rocha, gosta quando as o “faz de conta” se institui. Eu, por princípio, desconfio há brava dessa gente e como tal as feirolas ou acabavam ou eram passadas a pente fino, tal como as suas casas, carros e tudo. Há direitos para os meninos? Haja deveres e responsabilidades!
sexta-feira, julho 11
Em jeito... horizontal
Dois
O debate do Estado da Nação foi ontem. O que valeu a pena? A poesia de Paulo Porta. Muito actual e com um travo de estilo "castiço" que é refrescante no local bafiento em questão e onde os espectadores são tão exigentes e descontrolado (até quando têm que trabalhar. Por onde andará Santana Lopes que, diz-se, não vai trabalhar há semanas? Não há faltas?). Quem era a senhora em roxo (perdoem-me as senhoras mas só reconheço as cores do arco-íris. Não é implicância, é defeito do sistema, não sei se meu ou vosso) da bancada do PS que estava tão... indisposta com Francisco Louçã. Até um perdigoto me veio parar à mão e, da qual acredito, ter visto parte do sistema arterial e venoso, que liga o corpo à cabeça, pelo pescoço portanto. Senhora controle-se, a seguir virá de novo o menino Portas ou então o Primeiro irá consolá-la com um beijinho.
Três
Taxa Robin dos Bosques. O grande momento do Primeiro-ministro foi a introdução da taxa Robin dos Bosques. Haverá coisa mais gay? Não, não tenho nada contra os gays e juro não ser familiar de Manuela Ferreira Leite. Mas ele há personagens e personagens. Porque não a taxa Batman? Pois... esse também andava com um fato justinho. Talvez os super-heróis sejam má opção. E que tal a taxa "Zé-povinho"? Aquele do manguito e que sova e bebe a torto e a direito? E é Português! Já temos... é o Ministro da Finanças.
Quatro
Ainda a propósito da taxa. Façam as contas. A Galp ganha mais valias no valor de 400 milhões de euros. Tudo devido à subida, especulativa ou não, dos combustíveis. A Galp compra a "1" e vende, posteriormente, a 401 milhões. É um negócio doce, não? Amargo para nós mas... mas esperem! Temos o nosso Robin... de collants. Pois bem o nosso Robin, perdão o nosso Primeiro-ministro, munido dos seus... colans verde musgo (apeteceu-lhe mudar, coisas de super-herói) vai e diz: "Ha ha, apanhei-te! Dá para cá hmmmmm... 25% dos 400 milhões que é para aprenderes!" 25%? Porque não 24 ou 26 ou 100!? Ora bem este Robin é mesmo camarada. Fica lá com 300 milhões e dá para cá 100 milhões. Afinal este Robin de colans rouba ou deixa-se enganar? Põe de quatro ou coloca-se a jeito? Ou será que vai rodando? Isto parece-me muito suspeito? E os colegas de armas: "Hmmmm isso é normal. Ele de semana para semana gosta de variar. Umas vezes é com o João Pequeno e na outra já está numa cela do sheriff de Notthigham. Sabe, isto aqui entre nós, ele também usa collants!"
terça-feira, julho 8
"Velho do Restelo" ou "Homem do Leme"?
No dia que a casa (uma delas) veio abaixo
4600 Habitações livres, no seio da maior cidade de Portugal, é algo que me faz relembrar duas coisas. Primeiro, quem for a uma qualquer cidade europeia verá que os edifícios semelhantes aos que estão ao abandono em Lisboa são os mais acarinhados e os mais reluzentes. Segundo, relembro uma reportagem sobre o vereador bloquista da câmara em questão da cadeia Al-Jazeera, que na sua introdução dizia que a capital Portuguesa, outrora famosa pela sua construção vanguardista (pós 1755) e pela pujança proveniente dos tempos dos Descobrimentos, revelava, sem muita dificuldade, o passo dos anos e a decadência de uma ida potência mundial.
Curiosas também não deixam de ser as declarações de um tal representante de uma Associação de Proprietários Imobiliários de Lisboa, salvo erro que a verificar-se, no nome e não na substância, eu me penitencio. Dizia o senhor que se o Governo ou a Câmara quiser que os prédios não se degradem, o Governo “terá que dar subsídios”. A gargalhada espontânea, com alguma mágoa, apoderou-se de mim. Vou tentar metaforar, sobre a estúpida tirado do senhor, em prol da minha pessoa. Eu tenho um mini de 1974 e ele está a necessitar de um trabalhito de bate-chapas. Eu vou abandoná-lo na estrada e se o governo ou a câmara, que eu não sou esquisito, quiser que o retire ou arranje, que me patrocinem a empreitada.
Um conselho ao governo de quem quer uma casa daquelas, não tem como uma comprar mas que arrendaria de bom grado: Criem um Decreto-lei que exija que imóveis desses, existentes pelo país fora, sejam reparados ou, na impossibilidade monetária de que isso suceda, que os proprietários sejam forçados a vendê-los ou a arrendá-los. Quem não quiser vender que se sujeite ao cumprimento da Lei (limpeza, emparedamento, etc) e fique obrigado, no exercício voluntário dessa opção, a satisfazer esse sua vontade a poder de impostos obscenos, em virtude de magnificência dos edifícios em questão. Algo me diria que essas casas não ficariam ao abandono por muito tempo.
Domínio Assim não, Indicadores, Portugal
segunda-feira, julho 7
Erosão educacional
Ele trouxe consigo uns trabalhos, e bem, para as férias e vai daí, sabendo eu disso, disse-lhe para trazer as coisas para ir “matando o borrego” aos poucos durante estas tardes. Sem pressas, sem stress, sem moléstia. De soslaio observei se as coisas permanecem como eu as tenho na minha cabeça, dos tempos em que eu próprio frequentava a 2.ª classe, menos fashion mas de igual valor. Verifiquei que se pinta, se recorta muito mais do que quando eu por lá andava. Parece mais “pintar e recortar” e, pelo meio, aprender umas contas ou umas letras. Soube-me estranho mas… “eles saberão, eu sei mais dos níveis e disciplinas”. No entanto surgiu uma dúvida no trabalho que versava assim: “Quantos alunos tem a turma? Quantos meninos existem? E meninas?” Pois bem a primeira foi feita sem dificuldade, tal como a segunda, mas no momento de responder a terceira, o ritmo alterou-se e ele ficou estático sem saber o que fazer e já a sentir algum nervosismo disparou com 16!? “Mauuuuuuuuu…” Pensei eu. “Desde o início”, disse-lhe e foi com algum custo dele e com alguma confusão minha que a resposta surgiu. Escusado será dizer que, desde esse dia até hoje, tenho feito uma revisão com eles dos conceitos matemáticos mais simples: algarismos, classes de algarismos, contas de somar e subtrair. O emperramento tem sido algum e isso é algo que me tem sabido mal. Que raio andou este miúdo a aprender durante o ano que terminou?
Domínio Actualidade, No sossego...
quarta-feira, julho 2
Filhos de um Deus... capitalista
segunda-feira, junho 30
C'est chaud
"Arquivamentodependentes"
Domínio Actualidade, Sociedade... em ensaio


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